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Ameaça zumbi em um shopping britânico

Os zumbis se aproximam do ponto máximo de fadiga. Mas tudo bem, como eu adoro zumbis há décadas, eles nunca vão deixar de ser os monstros do meu coração. Ainda mais diante da possibilidade de ir a Reading, uma cidade próxima de Londres, e enfrentar três horas de horror dentro de um shopping abandonado e tomado por comedores de cérebros. Isso sim é diversão!!

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Diga-me o que jogas

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Grandes jogos dizem muito sobre o desenvolvimento e sofisticação de um grupo social. Jogar é ser capaz de entender processos, procurar padrões e, a partir daí, planejar e modificar suas estratégias para enfrentar certas situações. Imagine só: por que será que os alemães são tão bons com jogos? Por que adoram tanto o assunto?

Por que será que os RPGs (role-playing games), o jogo-software por excelência, se desenvolveram de forma tão poderosa nos Estados Unidos, enquanto tantas inovações estavam sendo feitas no terreno de software? RPGs eram a manifestação máxima da inventividade daquelas pessoas naquele tempo. Sua imaginação era tão fértil e sem limites que foi preciso criar um jogo sem nenhuma amarra.

E esses jogos deram origem a classes profundamente sofisticadas de videogames, duas gerações depois.

Enfim, meu ponto, minha defesa da necessidade de darmos mais importancia a jogar muito jogos melhores tem a ver com o tipo de pessoa que sai de uma sessão de um bom jogo. Você aprende a identificar problemas, desenvolver estratégias, errar e corrigir seus erros muito rápido. Você se torna, no limite, um profissional mais preparado pros desafios.

Penso nisso em relação a todos os tipos de jogos, de tabuleiro a videogames. Mas estou falando aqui de forma mais específica dos jogos de tabuleiro. Os charmosos dinossauros analógicos do mundo do entretenimento.

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