Ela quer por que quer ser a musa nerd
19/08/09Como bem disse o Hiro, a Felicia Day está tentando ser musa nerd a qualquer custo. Prefiro a Veronica Belmont.
Como bem disse o Hiro, a Felicia Day está tentando ser musa nerd a qualquer custo. Prefiro a Veronica Belmont.
No outro dia, eu falei sobre o jornalismo online fail na história das feiras de filhotes. O momento em que um post fraco de blog vira uma, hum, reportagem. Sabe como é, no universo de histórias produzidas e aprovadas todos os dias, sempre vai ter o bom e o ruim. O negócio é que, com padrão de qualidade, você garante que as mais fracas ainda vão cumprir certas condições mínimas de qualidade.
Aí hoje eu vejo essa pérola: Em municípios sem sinal de celular, aparelho vira lazer
Não sei se é mesmo um achado ou se eles apenas viram em outro lugar e foram contar o causo. Mas o fato é que essa é uma daquelas histórias legais que merecem ser contadas. É claro que podia ter mais conteúdo. O mapinha mostrando as cidades sem sinal no Brasil é pro-forma, mas pelo menos está lá, como devia. O que importa é que a reportagem tem componentes saborosos e curiosos. É o bom exemplo.
Foi assustador chegar na Inglaterra exatamente no momento em que a crise mundial estourou. Eu paguei R$ 3.70 numa libra quando fui. Nos primeiros dias da crise, o valor subiu e eu só me ferrei. Depois, as coisas esfriaram e, quando voltei, a libra estava valendo R$ 3.20, só para se ter uma idéia. Nas ruas, vi negócios fechando todas as semanas. Grandes redes de varejo, pequenas livrarias com décadas de idade e um clima de incerteza.
Os jornais, claro, refletiam esse gloom. Escândalos políticos e uma vigília sobre qualquer um que parecesse esbanjar dinheiro se tornaram coisa comum nos diários. A coisa não estava mesmo boa pro lado dos brits.
Esse artigo da Newsweek só tenta resumir em algumas páginas o que a Economist está dizendo há muito tempo. Deve ser por isso que a Economist só ganha influência enquanto a Newsweek se dissolve diante dos nossos olhos. Um artigo de Alex Massie, exclusivo do site da revista, tenta equilibrar o tom sombrio do artigo de de capa. Empilha alguns números e relativiza a crise. Diz um monte de coisas certas, mas perde autoridade pelo tom meio revanchista.
Mas, de qualquer modo, se você quer uma visão geral e resumida do ocaso anunciado do Grã-Bretanha, vale ler.

Eu vi essa fantasia numa loja uns anos atrás e não comprei. Me arrependi e corrigi o erro agora. Meu cachorro ficou muito engraçado e nem se incomodou com a roupa.
Depois de toda a reclamação sobre o Archos, eu tive o saco de mandar meu aparelho pelo correio para o tal conserto. Gastei £10 libras de postagem e seguro e respirei fundo. Eles mandaram uma mensagem com um código que eu usaria para “rastrear” o progresso do conserto.
Uma, duas, três semanas depois, o aparelho voltou com o mesmo defeito, apesar do tracking indicar que eles tinham constatado a falha e que iriam reparar. Mentira. Eles simplesmente não consertaram. Agora não dava mais tempo de correr atrás de nenhum tipo de solução. Vim embora com um aparelho capenga, tendo que carrgar um adaptador.
Archos, de novo, só pro caso de você não ter entendido ainda: ADEUS.
Silêncio no rádio por dias. O motivo: Eu queria fazer uma surpresa para minha família e disse que chegaria no fim de semana. Desci em São Paulo ontem pela manhã cansado, com dor nas costas, sono, fome e sede. Aí, veio a alfândega. Mas estou andando rápido demais. Como esse foi o fim de mais uma temporada, vamos colocar as coisas no seu devido lugar…
Via @oprimo.
Quando a gripe suína surgiu, os jornais e sites daqui da Inglaterra deram o alarme. Deram até alarme demais, mas as pessoas se prepararam imediatamente e tomaram cuidado para não espalhar a doença. Passados alguns dias, a mesma mídia que deu o alarme talvez com barulho demais foi atrás de outras coisas e deixou o assunto relegado a notas menores e simples contagens de casos escondidinhas no meio de outros assuntos.
Dada a característica desse tipo de doença, provavelmente a propagação era mesmo inevitável, mas o fato é que eu me sinto traído. Como eles afrouxaram, as pessoas foram junto, achando que a nova gripe era assunto ultrapassado. E agora, os casos se multiplicam e pessoas aparentemente saudáveis morrem.
Primeiro deram um alarme exagerado. Depois, deram menos destaque do que o assunto merecia. Pecaram por excesso e por omissão dentro do mesmo assunto em momentos diferentes. E, caramba, o papel da mídia nesse caso é crucial. Uma das coisas engraçadas é que eu acompanho o G1 para me informar sobre o Brasil e o site sempre deu destaque ao assunto em sua home, mantendo uma cobertura e uma contagem de casos que mostrtava que o problema não estava resolvido. Já os sites daqui da Inglaterra meio que cochilaram.
E agora os casos se multiplicam e pessoas saudáveis morrem todas as semanas. Não é culpa dos jornais e sites, claro. Mas eles, de novo, falharam em ajudar e nos informar. Agora, que o número de pessoas contaminadas sextuplicou em uma semana, eles voltam. Claro, ficou mega de novo. Agora sim. Pode ser tarde demais para vencer a guerra da informação. Fail!