Arquivos da categoria: Mac

Filme coletivo + bem-vindo N96

A Nokia contratou Spike Lee para dar um trato em milhares de videos enviados por usuários de seus celulares no mundo todo. O resultado é… interessante. Não pagaria para ver, mas achei legal.

Depois de gastar meu N95 pretinho e heróico. Mudei pra um N96, num desses planos cheios de brindes. Dei meu aparelho velho de guerra e recebei um novinho em folha. O N96 é uma versão melhorada, com o dobro de memório (16gb contra os oito do black) e uma entrada para cartão de memória. O flash é melhor e ainda conta com uma luzinha para ajudar a gravar vídeos com pouca luz. Ah, o anel ao redor da câmera vira um pezinho para você colocar o celular numa mesa e poder assistir a um vídeo (bobagem meio inútil). Outra coisa que eu notei foi que o GPS alinha bem mais rápido.

O Cris se deu ao trabalho de achar uma lista com as diferenças entre as duas máquinas na Wikipedia. Até aqui, o N96 parece realmente um passo à frente, uma enorme melhoria sobre o já ótimo N95 Black. Mas não tem touch screen. Imperdoável. Se tivesse, deixava o iphone para trás. Se. Como não tem, fica aquele negócio de decidir o que você quer. Meio que uma decisão emocional mesmo. EMbora eu adore meu macbook, não fiquei seduzido pelo celular da Apple. Nem sei por que.

Santo de casa faz milagre, se ele for o Cris

Eu adoro meu cunhado. Deve ser porque, antes de ser meu cunhado, ele é meu amigo de fé.

É engraçado porque, em certos círculos, as pessoas me acham geek e eu falo: vocês dizem isso porque não conhecem meu cunhado.

Passei uma semana quebrando a cabeça, nocauteei um gênio da Apple e não consegui resolver meu problema. Aí, o Cris (CrisDias, pro mundo exterior), o House dos diagnósticos informáticos, mandou uma dica simples que resolveu o problema. Eu resetei a bios. Ou algo do gênero. Na verdade, pro meu cérebro limitado, eu liguei o computador enquanto teclava command+option+R+P.

E aí. Subitamente. Puf!

O problema acabou.

Ok. Tenho que baixar a bola dele um pouco. Por algum motivo, eu não consigo daqui da rede da universidade, pelo menos do hub do meu dormitório, entrar nos sites da Apple direito. E foi justo num forum de suporte da Apple que ele encontrou a solução. E num post que não falava nada sobre Canon, sobre Final Cut.

No fim. Adicionando um comentário ao que eu disse no texto anterior. Na hora de buscar uma solução, esse expertise específico faz a diferença. As palavras-usuais e mais óbvias não estavam me dando a resposta. Eu precisei de alguém com mais conhecimento que eu (mesmo que tenha sido ele ou um amigo, do grupo de expertise dele, que surgiu com a soluçao. O que importa é o aglomerado social de pessoas que conhecem alguma coisa), e com palavras-chave diferentes, para solucionar meu problema.

Nosso capital de informação

Antigamente, quando você tinha alguma dúvida, perguntava a um amigo mais inteirado daquele assunto e ele vinha com uma informação só dele.

Na última semana, presenciei um fato muito interessante. Como estava com o problema da câmera que não é enxergada pelo meu MacBook preto, saí pesquisando e pedindo ajuda pros amigos. Todo mundo correu atrás de me ajudar com a maior boa vontade mas esbarramos numa situação muito curiosa. Como quase todos são geeks de variadas categorias, todo mundo foi perguntar ao mesmo cara: tio Google. Resultado, todo mundo me sugeria as mesmas soluções. Porque tinha feitos as mesmas buscas, sobre os mesmos assuntos, com as mesmas palavras-chave.

Pior… O tal do Gênio da Apple fez a mesmíssima coisa. Ele jogou alguns truques pessoais dele. Mas na essência, foi lá revisitar os mesmos links nos mesmos foruns. Era engraçado, porque eu até sabia que site ele estava lendo de acordo com as perguntas que ele fazia.

O que isso diz sobre como estamos conduzindo nosso capital de informação?

E, bom, nada de solução. Será que eu vou ter que trocar minha máquina? Será que os macs que foram pro Brasil têm alguma característica secreta que os impede de tocar a câmera? Quem tem um Mac Preto dos comprados no Brasil pra me ajudar? Eu mando uma imagem de um disco da Canon, você abre no computador e no Imovie e me diz o que aconteceu. Topa?

O gênio faiô

Enquanto passava mais de uma hora brincando no MacBook novo, tive a curiosidade de saber se havia alguma chance de conseguir uma consulta com um gênio na Apple de Brent Cross (sugestão do Will Prestes, sempre disposto a ajudar). To navegando ali e acabo descobrindo que havia uma abertura na própria loja onde eu estava. Provavelmente alguém cancelou. Resumo: dei um jeito de ser atendido hoje.

Vai daí que o expert da Apple não conseguiu resolver o meu problma e me deu uma única sugestão: resinstala o sistema operacional.

Só que eu fiz isso no domingo.

Bom. Este suporte da Apple está começando a ficar muito parecido com o que eu estou acostumado no mundo PC. E ninguém consegue me explicar porque meu notebook é o único do mundo que não reconhece minha camcorder.

Finalmente

O jogo Spore, da Maxis/Eletronic Arts, deve ser o mais adiado da década. Quando Will Wright disse que estava fazendo um jogo em que o jogador começava como um micróbio e evoluía até dominar uma galáxia eu fiquei nervoso. Era coisa do gênio por trás de Sim City e The SIms, jogos em que você não tem que matar ninguém. Só precisa… Viver!

O trailer é delicioso. Compro o meu hoje. Vai me acompanhar nos meus momentos de exílio londrino…

(Hummm… Por que tantos vídeos em sequência?)