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Professor Layton desaparece em Londres (atualizado)

Há algumas semanas, saiu para o Nintendo DS, o jogo Professor Layton and the Curious Village (mais na Wikipedia e tenha uma idéia da reação da crítica no Game Rankings. EU li sobre e me interessei imediatamente. Um professor e seu assisitente são convidados a visitar uma viúva milionária e ajudá-la a resolver um enigma deixado por seu marido. Na aldeia, todos são apaixonados por quebra-cabeças e enigmas. O jogo oferece mais de 100 desafios intercalados por animações e interações bem sacadas. Tudo embalado numa direção de arte primorosa e numa trilha sonora inspirada. Eu tinha acabado de jogar Hotel Dusk, um jogo para lá de bacana e simplesmente me apaixonei por este. Os caras têm um senso de ritmo impressionante. O jogo nunca pára. A história avança em velocidade, propondo mais e mais desafios. Uma delícia.

Resultado? O jogo desapareceu das prateleiras. Sério. Por semanas, era impossível encontrar. Nada. Precisei da ajuda de uma amiga que comprou o jogo para mim na Alemanha. E lá, ela disse, achou o jogo na primeira loja em que parou.

Curioso. Será que tem alguma coisa a ver com a paixão dos ingleses por livros, filmes e jogos de mistério? Afinal, aqui temos a Murder One, uma livraria especializada em livros de mistério, imagens de Sherlock Holmes nas paredes da estação de Baker Street e até uma estátua do maior detetive do mundo na rua, em frente à mesma estação. Porque o jogo desapareceu aqui e é facilmente encontrável na Alemanha?

Para você sentir o drama do quanto o negócio é sensacional, dê uma olhada no trailer em japonês:

ATUALIZAÇÃO: E curta o trailer em inglês e, em seguida, um maluco que filmou os primeiros minutos de gameplay…

Solte a franga, digo, a força

Desde que eu comprei o Wii, joguei vários jogos interessantes: Zelda, Wii Fit, Guitar Hero, MArio Kart, Super Mario Galaxy…

Mas essa semana me esfalfei jogando Star Wars: The Force UNleashed. Sensacional!! Nunca fiquei tão cansado jogando um videogame, nem jogando Wii Fit! Você realmente precisa dominar os movimentos certos para ganhar os combates mais cabeludos. Precisa lutar com estratégia e precisão. E, se uma pessoa desavisada vir você jogando, vai achar que você é maluco! O ponto fraco é que precisa aturar a câmera mal administrada do jogo. Um desastre total.

No PSP, o jogo parece ser igual. Mas como os movimentos são os convencionais, metade da graça se perde. Sobra a diversão de curtir a história, que é muito boa. Claro que é muito melhor quando você é um expert em Star Wars (eu não sou…). Mas ainda assim, amarra pontas soltas do episódio 3 (o último da trilogia nova) para o 4 (o primeiro de todos os filmes). Jogaço!

A força da multidão (atualizado)

Spore foi lançado com uma campanha mundial. É um jogo esperado e intensamente elogiado pela crítica especializada. Mas, tem sempre um más. A Eletronic Arts optou por lançar o jogo com um DRM que limita o número de instalações e obriga você a validar o jogo via internet na hora de iniciar cada sessão.

Resultado: uma avalanche de protestos. Na Amazon, a maior loja online do mundo, isso fez com que as 99 resenhas elogiosas, dando quatro ou cinco estrelas ao jogo, desaparecessem esmagadas por 2.014 dando uma ou duas estrelas e reclamando do DRM. É um voto de protesto que nada tem a ver com a qualidade do jogo. Mas que, certamente, influenciou milhares de pessoas que chegavam na Amazon meio na dúvida sobre a compra.

Não sei ainda se o movimento foi coordenado. Se houve um chamado às armas. Mas o fato é que há um protesto armado. A Eletronic Arts, que enfrente problemas financeiros, que se cuide. A fúria dos clientes é algo difícil de aplacar…

Atualização: Por incrível que pareça, as resenhas negativas desapareceram por algumas horas do servidor da Amazon, como reporta o Ars Technica. Mas já voltaram. A direção da empresa diz que tudo aconteceu por conta de um problema técnico.

Seis influências + design inteligente

Will Wright fala à Entertainment Weekly sobre seis grandes influências em seu novo jogo: Spore.

Joguei pouquinho. Mal cheguei ao estágio de terra firme. Coloquei meus primeiros pares de pés e braços e saí por aí. Até aqui, divertido e muito bem desenhado. Mais comentários quando eu tiver jogado o suficiente pra ver todas as possibilidades.

Ainda falta conhecer o funcionamento de outros estágios dos quais só ouvi falar. Mas uma coisa me chama a atenção. A pegada forte de design inteligente do game.

Ah, você não achou que eu ia deixar isso de lado, né?

Um jogo em que cada passo da evolução é decidido por um ser pensante? Eu gostaria de saber o que Wright pensa disso. Afinal, o jogo só tem graça se você, o jogador, estiver no controle e tomar as decisões. Como, aliás, em qualquer outro jogo. Há uma enorme distância entre uma escolha de mecânica do jogo e uma opinião filosófica e teológica sobre a realidade.

Mas seria Spore, filosoficamente, intrinsecamente -ou só por acidente- um porta-voz da teoria do design inteligente?

Finalmente

O jogo Spore, da Maxis/Eletronic Arts, deve ser o mais adiado da década. Quando Will Wright disse que estava fazendo um jogo em que o jogador começava como um micróbio e evoluía até dominar uma galáxia eu fiquei nervoso. Era coisa do gênio por trás de Sim City e The SIms, jogos em que você não tem que matar ninguém. Só precisa… Viver!

O trailer é delicioso. Compro o meu hoje. Vai me acompanhar nos meus momentos de exílio londrino…

(Hummm… Por que tantos vídeos em sequência?)

Sobre o nada

Resolvi escrever sem rumo. Afinal, são sete anos a blogar e a brincar, falando sobre um monte de coisas que provavelmente interessam pouco ou nada para a maior parte das pessoas. No meio disso, alguma coisa pode valer espiar. Escrevi sobre as mais diversas e relevantes áreas do conhecimento humano: cinema, quadrinhos, tecnologia, esportes. Poucas vezes deixei algo relevante passar em branco. Ao longo de todo esse tempo, usei as diversas encarnações do meu blog para reclamar da vida, falar da minha intimidade, fazer confidências e falar da minha paixão pelo meu time de coração, a senha para a felicidade plena de um carioca: o flamengo. e da Primeiro dê uma olhada nesse endereço: http://www.alexmaron.com.br/bem-vindo-ao-jogo/

Adorei fazer este blog. Nos próximos meses, ele entra em nova fase, porque minha vida vai mudar. Muito. Espero que você esteja aqui. :)

Me mexendo, de novo

Depois de passar os últimos dias enfurnado em casa, por conta de uma infecção intestinal bacteriana que me derrubou feio, finalmente comecei a me mexer de novo. Hoje acordei, fiz um passeio bacana de quase uma hora com o Darwin, tomei café da manhã (cheio de restrições alimentares: sem queijo nem café, ô dó!) e ainda passei uma hora me divertindo no Wii Fit. Hoje sim eu suei.

As poses de Yoga, até aqui, são bem fáceis. Os exercícios aeróbicos são tranquilos e divertidos. Tem um step engraçadíssimo, uma corridinha bem sacada (usando o controle do wii como uma espécie de pedômetro), uma competição de bambolês, entro outras brincadeiras que te botam em movimento. Os exercícios de equilíbrio -esqui, as bolinhas na placa e a corda-bamba- são chatiiinhos pra dedéu.

Bom mesmo foi o Mario Kart que eu comprei esta semana e só tive estômago pra jogar ontem. É um jogo delicioso pra jogar com os amigos e fazer aquelas gozações básicas. E tem um look and feel que agrada às mulheres. A Nintendo sabe como atrair os non gamers para a frente da TV. Sensacional.

Mas eu ainda quero um X-Box 360 ou um PS3. Ou os dois. Se contar com o PSP, são três. Mas e a minha vontade de ter um DS-Lite? E os jogos de PC. Ah, os do celular, claro. Ops, os flash games para curtir no browser!! E tem uma leva bacana de games pro meu N810! Caramba, eu não devia ter vendido meu PS2! …