Acorda!!

5/10/08

Em minhas peregrinações, dei de cara com isso:

Um energy drink oficial da série 24 Horas. Tipo assim… o Jack Bauer toma isso para aguentar todo aquele tranco. E ficou maluco no processo…

O texto que vem atrás é ruim de doer:

“Be Your Own Action Hero… When the clock is ticking, revive and conquer Jack Bauer style. You can pack a lot of action into 24 hours… every second counts”

(Tradução livre e rapidinha: “Seja seu próprio herói de filmes de ação… Quando o relógio está correndo, reviva e conquiste no melhor estilo Jack Bauer. Você pode ter muita ação em 24 horas… Cada segundo conta.”)

E o negócio é ruim de doer…

O mais original

5/10/08

Tô lendo a última WIred aqui e eles trazem uma lista com os diretores de videoclipes mais inovadores e criativos.

Entre os citados, o que eu mais gosto é o Toe Jam. A música é de The BPA, ou Brighton Port Authority, grupinho formado por Fatboy Slim, David Byrne e Dizzee Rascal. O clipe é de Keith Scofield.

Foi citado na tal lista da Wired ao lado do Pork and Beans, do Weezer, do Be a Nigger Too, do Nas, At the Bottom of Everything, do Bright Eyes, Neon Bible, do Arcade Fire (veeelhinho, hein?), e Taste, do Animal Collective.

Tudo coisa boa demais. Mas, desde a primeira vez que vi, o clipe do BPA me fez exclamar aquele “caramba, de onde eles tiraram isso?”, que é uma delícia de dizer.

Um cafezinho e um pão francês

3/10/08

E aqui estou. Ainda não fiz muitos amigos, as aulas mal começaram. Estou com o sono desregulado, um pouco por causa da excitação, outro tanto… por causa da excitação. E da incerteza e do medão de errar… Um monte de coisas ao mesmo tempo. Não é por acaso que a maioria das pessoas inventa de ir morar fora por um ano quando tem 20, 25. Quando não tem casa comprada ou quando vai por causa de um emprego. Mas do jeito que eu fiz… Bom, do jeito que eu fiz é um atestado da minha personalidade inquieta. Pro melhor e pro pior.

Já que estou aqui, é hora de colocar algumas idéia em ação. Pelo menos enquanto posso. Acabei de receber uma mensagem de um dos professores me dando uma tonelada de textos para ler e me preparar pra aula debate de terça de manhã. Em mais alguma semanas a coisa deve piorar. E ainda estou agitando várias visitas de benchmarking que vão ser importantíssimas pra mim.

E entre essas coisas que eu quero fazer está o Pó de Café, ou Podecafé, assim mesmo, tudo juntinho. É um podcast para falar de quem vive fora do Brasil. Seja por tempo limitado ou sem data de vencimento. Quero falar com algumas pessoas, saber como elas vivem, descobrir os lugares onde elas vivem. O que temos em comum? O que nos faz botar o pé nas estrada? Vai ter muita história legal e, claro, bastante nostalgia. Mesmo quem não quer voltar tem seus momentos em que tem aqueeeela saudade de casa. Como não?

Então, se você está lendo esse blog e mora fora do Brasil, entre em contato comigo no alexmaron arrouba gmail pontocom, ok?

Ele não veio, eu dei um jeito

2/10/08

Ok. Que comecem as piadinhas a respeito da minha masculinidade. Mas eu precisava de alguma presença do meu lab maluquinho nesse quarto.

De bêbado não tem dono

2/10/08

Nos últimos dias, fico e indo e vindo em mercados, lojas de roupas e utilidades do lar pesquisando preços e comprando sempre o que for mais barato. Nãp. Mais do que barato. Vou dar um exemplo idiota: talheres.

Procurei e procurei algum lugar que me vendesse um por um. EU queria um garfo, uma faca, uma colher de café, outra de sobremesa e uma grandona. Só isso. E só pra mim. Eu moro sozinho, oras. Num dorm de faculdade. Pior. Minha casa aqui é menor do que o escritório do meu apartamento no Brasil.

Sim, sim. But I digress.

Não achei garfos e facas a granel. Deve ter em algum lugar, mas não achei. Dei de cara com faqueiros de 16 peças, quatro de cada: faca, garfo, colher e colherzinha. 30 libras. 24 libras. 20!! Ainda tava muito caro. Achei, finalmente, um por 9.99. Peguei e falei: é esse. Fechou. Fui pra fila do caixa e estava enorme. Meio sem saco. Pensei em ir procurar outras coisas de cozinha na loja do lado e voltar ali mais tarde.

Entrei na outra loja e vi os faqueiros. Tudo caro. 35, 30, 25, 20… 9.99, 6.99, 4.99. Opa!! Parei. 4.99!!! Boa. Fui pegar e vi na prateleira mais ambaixo: 2.99. Eram garfos e facas horríveis. COisa de louco. Eu peguei a caixa rindo quando vi um ainda mais barato. E mais feio. E mais simples. E fino, frágil mesmo. Era esse: £1.79. Mas história não acabou. O melhor vem agora.

(leia mais…)

Ninguém quer ver?

1/10/08

Cara, não é possível.

Isso só pode ser um estratagema viral de quem promove o filme. Sei lá. Alguma pessoa de uma empresa de marketing viral espertinha cria um endereço de e-mail falso e manda uma carta pra associação de cegos dizendo que o filme é um absurdo. Inventa uns argumentos malucos e a pessoa que gerencia a associação cai na asneira de, incrível, espere, espere… Protestar contra Ensaio Sobre a Cegueira!!!

É uma idéia idiota demais.

Nesse momento, mil piadas politicamente incorretas vêm à minha cabeça. Mas eu vou me controlar, claro. Só sei que, depois de não ler o livro, eles não vão ver o filme. De jeito nenhum.

Essa pequena (candidata a vice) é uma parada!

29/09/08

Olha. Uma coisa a gente tem que dizer. Só no Brasil e nos Estados Unidos é que qualquer um pode ser presidente. Aqui a gente teve pessoas como José Sarney, Collor, Itamar e Lula só depois da redemocratização. Não é para qualquer um. Lá vêm Obama e McCain seguidos por Sarah Palin. E Palin, meu filho, já participou até de concurso de miss, como você constata nesse vídeo.

E daí? Ah, mó legal que a eventual “presidenta” dos EUA já desfilou de biquino pra um monte de homens babões. Já foi homenageada por aí e tudo. Ou você acha que o Bush, o Clinton e outros ex-presidentes já alguma vez foram desejados desse jeito, digamos, tão básico?

Estou arrumando a casa

29/09/08

Viajei no sábado, cheguei onte, me instalei e fui comprar algumas coisa pra tornar o quarto habitável. Hoje, tirar identidade, efetivar a inscrição, abrir conta no banco. Amanhã começam as aulas. Acho que não vou ter tempo de pensar muito na maluquice, na correria e nas saudades.

Ah, saudade é diferente. A gente nem pensa, ela fica lá no pano de fundo.

Notei que uma das minhas paranóias, culpa, sei lá, é deixar os cachorros pra trás. Cheguei aqui e dei de cara com uma labradora preta. Tremi na base. Aí notei que era um cruzamento de labrador com alguma outra raça, mas que passaria muito bem por labrador. Uma menina linda, linda. Toda doce. Cadela guia de um dos assistentes aqui da universidade.

Ainda bem que eles não costumam ter malteses…

Amanhã será outra vida

26/09/08

A metáfora das séries e das temporadas já foi usada antes aqui. A brincadeira, para quem chegou agora, é que todo mundo é o protagonista de seu seriado pessoal. Uns vivem um drama, outros uma sitcom. Tem gente que vive seriado de ficção científica, de detetive…

Se minha vida é uma série, ela tem oito ciclos, indo para o nono a partir da chegada em Londres, no domingo. Vamos analisar o histórico das, hum, temporadas…

(leia mais…)

Eu sou o próximo!

26/09/08

Medo total. Depois de ler essa notícia, ando ligadíssimo em tudo ao meu redor…



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