Stargate Universe

Eu vi o filme original de Stargate. Achei trash, mas a idéia era legal. Depois, vi o piloto e episódios pulados do seriado Stargate SG1. Era legal, mas nunca me fez grudar na fente da TV. Atlantis idem. Tudo legal, mas nada me prendeu de verdade.

Agora, fissurei em Stargate Universe. A premissa tem vários momentos deja vu de outras séries. Em Voyager, a primeira capitã de uma nave da federação consegue se perder no universo e lidera sua trupe na dura viagem de volta. Em Battlestar Galactica, nossos heróis passam vários episódios, após fugir dos cylons, tentando garantir comida, ar e água. Em Lost, nossos heróis caem numa ilha deserta e vão tentar desbravar o local e descobrir o que está por trás de seus mistérios.

Junte tudo isso e você tem pela frente Stargate Universe. Os personagens estão num planeta no qual foi descoberto um stargate diferente e um cientista tenta descobrir pra onde diabos aponta aquele portal que tem símbolos novos. A história começa quando Eli, um aluno do MIT que precisou abandonar a escola por falta de dinheiro, resolve um problema matemático complexo implantado pelos militares em um jogo de computador ao estilo World of Warcraft. Ele é convocado pelo governo para ajudar no esforço de decodificar o tal novo portal.

Eis que, durante os testes, o planeta distante no qual fica o portal sofre um ataque alienígena e o grupo de pessoas lotado ali, uma mistureba de civis, cientistas e militares, faz uma evacuação de emergência para o portal, para onde quer que ele esteja apontando. É quando caem numa nave milenar, toda arrebentada, perdida a bilhões de anos luz do planeta Terra.

A partir daí, eles precisam entender como a nave funciona e ao mesmo tempo achar uma forma de sobreviver aos cataclismas que vão caindo sobre suas cabeças: falta ar, comida, água, energia. Falta também a confiança interna do grupo e vinda dos líderes da missão, na Terra.

Sete episódios sem uma única cena de ação. Nada de tiroteios. Só os humanos interagindo e enfrentando diversos revezes. E tem funcionado muito bem. Oh, boy. Essa série promete.

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