Brincando de Esconde-Esconde

Acabei de escrever minha dissertação sobre o conceito de embutir “brincadeira” em produtos de mídia (e sobre o assunto, fiz esse blog em inglês). A palavra play, no inglês, é usada para brincar a para jogar. Aqui, a gente precisa usar os dois termos para abranger o conceito.

Aí, estava olhando para essa discussão de hoje do Proxxima (A Arte de Comunicar Brincando) e pensando em como geralmente não se vai além da superfície. Achar que criar joguinhos é o grande caminho, que é inovador e novo é algo extremamente simplista e que não leva em conta a forma como os seres humanos são seres que brincam naturalmente. Criar um jogo é, sim, uma idéia legal, mas ainda exclui público alvo. Embutir os elementos de “brincadeira” é que é o novo Graal.

Conte para os amigos!

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