Nick & Nora Infinite Playlist

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Eu queria tanto amar esse filme. Mas as únicas coisas que eu definitivamente adorei em Nick & Nora Infinite Playlist foram Kat Dennings e a trilha sonora.

Michael Cera é aquele cara que você curte num filme ou dois, mas chega um momento em que você não aguenta mais aquela cara de bobo e aquela incapacidade de tomar uma atitude. ELe está sempre hesitando, sempre sem saber o que fazer. Woody, chame ela logo para fazer seu próximo alter ego, vai. Ah, faça-me o favor.

Kat, por seu lado, é de uma beleza possível, com um rosto lindo, lábios incríveis junto com culote e barriguinha. E soa tão esperta, engraçada, divertida mesmo. Com a, digamos, vantagem de não ter a vibe lésbica de Ellen Page. Só por isso, ela realmente atrai o olhar masculino. Difícil não se apaixonar por ela.

Mas o filme é tão sem noção. Puxa. Eu queria que não fosse. Ele tem uma estética, um clima que eu adoro. Mas o roteiro é desordenado, cheio de coincidências bobas e preguiçosas com a desculpa de ser uma espécie de Depois de Horas adolescente. Não é. Não chega perto de ser. Não dá, né? Poderia ser mais simples e linear e deixar o charme de Kat (e, ok, de Cera) carregar o filme. Eu curti, mas fiquei com a sensação de que podia ter sido muito melhor.

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