Padrão: cachorros vendem

Não precisamos falar de Marley e Eu de novo, por favor. Mas do fato de que Hollywood sempre ganhou bastante dinheiro com cachorros. Marley e Eu apenas modula essa tendência. Outro enorme sucesso esse ano foi o tal Beverly Hills Chihuahua. Fez 114 milhões mundialmente. Vai daí que eu ando pelos metrôs de londres e começo a notar uma coisa curiosa: cachorros surgem em cartazes de filmes o tempo todo. Vejamos, por exemplo, esse filme de Robert De Niro, What Just Happened. Cartaz americano:

Agora a versão inglesa, que eu vi no metrô:

Hummmm. Curioso, né? Veja bem. O filme não é sobre cachorros. É sobre um produtor que enfrenta dificuldades para fazer seu filme.

E esse aqui, com Peter Otoole? O nome é Dean Spanley. O tema é o do reencontro emocional entre pai e filho.

Mas o cartaz…

Engraçado, né? E olhe que eu puxei isso de memória. Deve haver mais por aí e a tendência não é nem nova. Mas não estamos falando de colocar cachorros como coadjuvantes, como em Melhor Impossível, por exemplo, em que o cachorrinho efetivamente tem um papel na mudança emocional do personagem de Jack Nicholson. Aqui os cães nem isso parecem ser. São chamarizes espertos da era Marley.

Conte para os amigos!

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