Tira a ferrugem

Quase todo dia, eu acordo, vou pra academia que fica a, sério, tres minutos do meu apartamento e faço pelo menos 30 a 40 minutos de esteira. Uma promessa que eu fiz pra mim foi me cuidar, comer vegetais todos os dias e não me deixar cair na dieta de “solteiro” solitário: macarrão instantâneo, comida congelada…

Assim, tenho orgulho de dizer que tenho feito carne moída, arroz, bife. Que tenho cozinhado brocolis e couve-flor, cenoura, abobrinha, pepino e vagenm. Me esforço para comer isso todos os dias. Mas é difícil resistir à batatinhas fritas sabor sal e vinagre. Eu descobri isso numa viagem anterior e me apaixonei. Mas acho que a fissura começa a passar.

Bom, o caso é que, com isso tudo, ainda não tinha jogado futebol. Hoje dei de cara com umas figuras se juntando no gramado aqui do lado da minha casa. Do lado mesmo, tipo dois minutos me arrastando no chão (kidding…). Cada um com uma camisa de time ou seleção. Virei um menino de novo e corri pro quarto pra colocar minha camisa da seleção brasileira. Mas, ops, estava frio demais. Coloquei ela por baixo da camisa quentinha e fui na direção do gramado pensando em como ia pedir pra jogar. Nem precisei. Eu me aproximei e os caras foram supersimpáticos. Me chamaram pra jogar imediatamente e eu estou simplesmente destroçado. Dói tudo. E amanhã, vai ser pior.

Eu estava há muuuuito tempo sem jogar futebol. Então foi uma experiência engraçada. Você quer fazer uma coisa, seu cérebro sabe o que é, mas seu corpo não responde. Além disso, eu tenho 36 anos e a molecada era toda na casa dos 22 a 26 anos. Já viu, né? Mas o prognóstico é animador. Enquanto eu tive fôlego (nos primeiros 10 minutos, shame on me!) eu até que me saí bem. Mas depois, eu me arrastava e chegava atrasado em tudo. Se a gente tiver a sorte de conseguir jogar toda semana, vou começar a me sentir normal já já. Isso, claro, com a ajuda da esteira diária. Futebol uma vez por semana não adianta nada pra forma física.

Conte para os amigos!

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