Os comerciais “I’m a PC” foram feitos em Macs, reporta o blog Cult of Mac.
Ok. É engraçado, é irônico. And so what?
Os comerciais “I’m a PC” foram feitos em Macs, reporta o blog Cult of Mac.
Ok. É engraçado, é irônico. And so what?
No G1: Célula-tronco adulta faz cão paraplégico voltar a ficar de pé
Vão chiar. Vão espernear. Vão reclamar. Mas em algum momento a racionalidade (e o dinheiro, por que não?) vão vencer essa parada. As pesquisas vão tomar velocidade e vamos revolucionar o tratamento de doenças que, hoje, são incuráveis.
E, só por agora, e pelo valor dessa pesquisa, não vou discutir as condições dos testes com cobaias.
Hoje é meu último dia efetivo no comando da revista. Entrego a edição de outubro, que está muuito legal, e me desconecto do trabalho pra cuidar dos últimos detalhes da viagem. Nesse campo, a coisa toda evoluiu pouco nos últimos oito dias. O fechamento foi me consumindo e eu não fiz uma das coisas que devia ter feito: renovar meu visto I, de imprensa, pros Estados Unidos. Eu tenho um de turista, mas, se precisar ir até lá a trabalho, teria que tirar esse visto emergencialmente.
Mas, cá entre nós, com toda a Europa disponível, o que é que eu iria fazer nos EUA?
A última semana serve pra resolver alguns papéis importantes.
Esses primeiros meses serão difíceis por causa da adaptação e do frio. Mas eu volto em dezembro, a tempo de passar o fim do ano com a minha família e fazer um Natal bacana. Volto em janeiro e, depois, só em setembro, após o fim do curso.
Enquanto estiver lá, pretendo manter meu blog em atividade, claro. Vou mudar o eixo um pouco e falar bastante da experiência de mudar tudo, de ficar longe das pessoas que amo. Mas vai continuar sendo o velho alexmaron, sem foco, sem rumo. DO jeito que eu gosto.
Quero colocar em ação alguns projetos. Isso envolve um novo vidcast, um novo podcast e a reativação do RadarPOP, agora com sede em Londres e novos apresentadores. O blog que vai sofrer mais é o Melhores Amigos. Eu nunca consegui dar a ele a atenção que merecia e agora, sem meus cachorros por perto, vai ficar mais sem sentido ainda. Ou não. De repente ele vira uma forma de me manter conectado aos meus bichinhos.
O primeiro episódio de House, exibido ontem nos Estados Unidos, foi matador. No widget abaixo, você pode fazer uma pergunta pro homem. Gostar da resposta, é outra história.
A série entra numa nova fase, em que o elenco cresceu e as interações entre os protagonistas ficam mais e mais importantes. Geralmente, é aqui nessa mudança de eixo que muitos fãs de primeira hora abandonam a série e um novo público se forma. São públicos com necessidades e interesses diferentes.
Por quê essa mudança de eixo?
Porque a fórmula original dos primeiros episódios se esvai e os escritores procuram novas saídas criativas. A única solução é explorar os personagens, suas histórias, seus anseios e conflitos. Nesse momento, os casos geralmente ficam em segundo plano, ofuscados.
Seriado é relacionamento puro. O espectador se apega aos heróis, desenvolve uma relação com eles. Não é nenhuma surpresa que todas as séries com longevidade passem por isso.
Nir Ofir teve um sonho. Ou melhor, estava escrevendo um livro de ficção científica sobre um mundo no qual todos colaboravam numa grande rede de informações, a Iamnews (algo como “eu sou notícia”). Aí ele se tocou que toda a tecnologia estava de pé e que isso não precisava ser ficção científica. O futuro chegou, meu chapa.
Claro que a coisa toda é mais complexa do que os modelos de jornalismo cidadão que JÁ EXISTEM. Ele bolou um modelo de negócio, pôs de pé um business plan e fundou a empresa Iamnews.com. Quer fornecer notícias, ganhar dinheiro com publicidade e dividir os lucros com os colaboradores. Se acertar, pode virar uma plataforma de publicação poderosa (O TechCrunch fala detalhadamente da apresentação).
Está em busca de investidores. Um monte de gente achou a idéia legal, dentre as várias expostas no TechCrunch50. Será que vai pegar?
Quem entende mesmo de discutir campanhas interessantes é o Carlos Merigo. Mas eu, como espectador interessado e jornalista, sou fissurado no assunto.
Vocês já viram por aí a campanha controversa de Jerry Seinfeld e Bill Gates. Muita gente achou sem noção. Eu achei interessantíssima, principalmente depois do segundo filme.
Mas me diverti muito com essa campanha da Volkswagen estrelada pela Brooke Shields. Aqui, com um formato de documentário falso, ela afirma que os americanos estão tendo mais filhos somente para justificar a compra de carros utilitários para família. Propaganda que entretém…
Spore foi lançado com uma campanha mundial. É um jogo esperado e intensamente elogiado pela crítica especializada. Mas, tem sempre um más. A Eletronic Arts optou por lançar o jogo com um DRM que limita o número de instalações e obriga você a validar o jogo via internet na hora de iniciar cada sessão.
Resultado: uma avalanche de protestos. Na Amazon, a maior loja online do mundo, isso fez com que as 99 resenhas elogiosas, dando quatro ou cinco estrelas ao jogo, desaparecessem esmagadas por 2.014 dando uma ou duas estrelas e reclamando do DRM. É um voto de protesto que nada tem a ver com a qualidade do jogo. Mas que, certamente, influenciou milhares de pessoas que chegavam na Amazon meio na dúvida sobre a compra.
Não sei ainda se o movimento foi coordenado. Se houve um chamado às armas. Mas o fato é que há um protesto armado. A Eletronic Arts, que enfrente problemas financeiros, que se cuide. A fúria dos clientes é algo difícil de aplacar…
Atualização: Por incrível que pareça, as resenhas negativas desapareceram por algumas horas do servidor da Amazon, como reporta o Ars Technica. Mas já voltaram. A direção da empresa diz que tudo aconteceu por conta de um problema técnico.
Aproveitando a pataquada do Ed Motta, que desandou a falar asneiras no Altas Horas da semana passada, Ricardo Alexandre (meu colega de Editora Globo, que assume a Época São Paulo a partir do dia 22 de setembro, quando saio para fazer meu já falado mestrado em Londres) resolveu dar seu pitaco. E, cacimba, matou a pau.
Dia 27 eu vou embora. Um ano em Londres estudando, como já falei. Minha checklist está indo bem.
Visto. Check!
Fiquei impressionado com a eficiência do consulado britânico. Eles têm um escritório do World Bridge aqui em SP. Você preenche um formulário no site, marca o dia da visita para entregar os documentos. Faz a biometria (tira foto, registra digitais…) e envia tudo por sedex. Aí, recebe um código de rastreio da sua inscrição no qual vai acompanhando o que aconteceu com sua papelada. Em uma semana, ou menos, está tudo na sua casa.
Moradia. Check!
Vou morar em Harrow Halls, no campus de Harrow mesmo, onde vou estudar. Vou perder um pouco da agitação de Londres, mas só um pouco. Vou ganhar em tranquilidade e vou usufruir ao máximo da vida no campus. Eu não fui um dos que estudou longe da família nos tempos de faculdade.
Inscrição. Check!
Tudo feito online, sem maiores problemas.
Passagem. Check!
Comprada e resolvida. Comprei uma passagem para voltar ao Brasil no fim do ano e rever todo mundo no Natal e no ano novo. Vou estar morrendo de saudades. O vôo de janeiro, voltando do feriado do fim do ano, é um daqueles périplos com mil escalas. Era isso ou pagar R$ 8 mil num ticket. Uia!
Lista de livros. Check.
Já recebi a primeira lista de livros do curso. Comprei dois e verifiquei na biblioteca da faculdade quais estão disponíveis. Aliás, peguei minha lista de livros que eu quero ler e já vi quais estão no acervo da biblioteca da faculdade. Levar livros é um negócio de maluco. Livros são pesados e volumosos. Melhor ser parcimonioso.
Gadgets. Check!
Notebook (meu MacBook preto rules), N95 de oito mega, N810 (o internet tablet), teclado bluetooth (pro celular e, eventualmente, pro N810), PSP, gravador de voz digital, câmera fotográfica. Chega, né?
Roupas. Hum. Ainda falta bastante.
Essa parte está em suspenso. Estou fazendo a minha lista do que preciso ter e que caiba na mala sem traumas. Tenho um inverno pela frente. Não adianta, no entanto, levar um monte de coisas. Tenho que ser parcimonioso na escolha de tênis, sapatos, calças e dar ênfase ao que for polivalente. E, claro, vou comprar um monte de coisas por lá.
Diz que sim, CBF. Diz que sim.
Acabou a brincadeirinha, né?