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Ora, mas é óbvio

As evidências estão em todos os cantos: 50 provas de que deus não existe.

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6 respostas para 'Ora, mas é óbvio'

  1. MaGioZal Diz:

    O grande problema deste site, assim como acontece em vários outros é que ele escolhe como “target” principal não todas as religiões em si, e sim os cristãos, mais especificamente os cristãos evangélicos, mais especificamente os cristãos evangélicos fundamentalistas, e mais especificamente ainda os cristãos evangélicos fundamentalistas norte-americanos, como os links do site mostram.

    Não acho que, por mais patético que seja, este segmento religioso seja o secto de crentes mais perigoso do planeta hoje em dia. Afinal de contas, se pudesse escolher entre um republicano moralista chatonildo e um sujeito que usa uma retroescavadeira para matar gente na rua a esmo, eu ficaria sem dúvida com a primeiro opçõa, por mais desagradável que me fosse.

    Um site realmente embsadamente anti-qualquer-religião não poderia ser anti-bíblico ou anti-evangélico apenas. Ele teria que ser anti-Corão, anti-Vedas, anti-Torah, e anti-Buda também. Ele teria que ter os culhões de escrever “Mohammed was a jerk”, “Buddha was an idiot”, “Many Tibetans are fundamentalists”, “Brahmma never existed”, “Hindu Caste System is fundamentally evil”, e coisas do gênero. Teria de dizer que tanto o Papa quanto os praticante tribais de feitiçaria do Xingu, da África e da Nova-Guiné estão errados e iludidos e que, se abandonassem suas crenças, seriam pessoas melhores.

    E aí é que acontece a coisa engraçada: em muitos casos na terra da águia da cabeça branca (e em outros lugares também), os mesmos “liberals” que odeiam Bush, a Guerra do Iraque, o bombardeio a Hiroshima e que falam mal dos televangelistas são os mesmos que reclamam que a caçada a terroristas islâmicos dentro de comunidades de imigrantes no Primeiro Mundo é “fundamentalmente racista” e que, “por respeito cultural” os cartuns de Maomé não deveriam ter sido publicados e que, dependendo do contexto multicultural da vez, a sharia poderia ser aplicada em casos específicos mesmo em países onde ela teoricamente não vale nada, como a Inglaterra.

    Se é para se bater no conceito de religião, que se bata em todas as religiões, sem discriminação. O resto é mero anti-cristianismo esquerdista.

  2. Irany Rodrigues Diz:

    Esse site só pode ser coisa de algum blogueiro.

    Todo blogueiro não acredita em Deus porque não consegue suportar que exista alguém mais poderoso e inteligente que ele.

    Pense nisso

  3. alexmaron Diz:

    Todo blogueiro é ateu? Caramba. De onde você tirou isso?

  4. MaGioZal Diz:

    Ah, sim: e enquanto isso, a Random House dos EUA ficou com medinho e cancelou o lançamento do livro The Jewel of Medina, que é sobre uma das esposas de Maomé.

  5. Omegaman Diz:

    Respondendo a MaZioSal: O fato é que os pagés no Xingu, os muçulmanos, os hindús e etc não enchem meu saco. Aqui no Brasil, no Rio de Janeiro, quem enche o meu saco são os cristãos evangélicos! por isso tenho nojo de crentes.

  6. alexmaron Diz:

    Aproveitando o ensejo. Não acho que seja anti-cristianismo esquerdista. Mas acho que existe um anti-cristianismo por proximidade. É a religião mais próxima nas vidas das pessoas no mundo ocidental.

    O mundo onde as religiões muçulmanas proliferam não tem a mesma tradição de direitos civis e liberdades individuais. Logo, as pessoas não têm também liberdade pra dizer essas coisas por lá.

    Sobra pros mesmos críticos do cristianismo criticas uma religião que não lhes é tão próxima.

    As outras religiões, em geral (note que é em geral mesmo), não despertam o mesmo fanatismo (em qualidade e quantidade) que o Cristianismo e o Islamismo despertaram.

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