Tiago Doria descobriu o Urblog primeiro.
Em seguida, o Grupo de Pesquisa em Cibercidade, da UFBa tambem citou o novo blog da Época São Paulo.
Juliana Villas começa a pegar o jeito e publicar vários videozinhos bacanas.
Tiago Doria descobriu o Urblog primeiro.
Em seguida, o Grupo de Pesquisa em Cibercidade, da UFBa tambem citou o novo blog da Época São Paulo.
Juliana Villas começa a pegar o jeito e publicar vários videozinhos bacanas.
Faz-me rir um texto desses. Mas vale uma lida na versão completa. Abaixo um trechinho…
“Nada tenho contra vigilantes, repito. Mas também acrescento que os vigilantes têm de cumprir dois requisitos básicos.
Em primeiro lugar, só podem existir na tela, não na vida real. Na vida real, continuo a preferir o Estado de Direito, em que existem leis, polícia e tribunais, e não loucos ou beneméritos que gostam de fazer justiça com as próprias mãos.
Mas mesmo os vigilantes das telas têm de cumprir um segundo requisito: não podem usar collants, máscaras, pinturas ou capas supostamente voadoras. Dizem-me que Batman, ou Super-Homem, é uma metáfora profunda sobre a nossa condição solitária e urbana; heróis derradeiros da pós-modernidade. Não comento. Exceto para dizer que morro de rir quando vejo um ator, supostamente adulto e racional, enfiado num pijama colorido e disposto a salvar a humanidade das mãos maléficas de um vilão tão ridículo e tão colorido quanto ele.
Sem falar dos fãs: homens feitos, alguns casados, que continuam a acreditar que um super-herói em pleno vôo compensa todas as ereções falhadas.”
Ereções falhadas… Uau!
As pessoas adoram pegar os erros das outras e dar uma sacaneada. Sei lá, é algum defeito da alma humana. EU erro todos os dias. Claro que há erros e erros. Alguns expõem a pessoa ao ridículo.
Mas é mais delicioso quando, ao corrigir, a pessoa erra. É o máximo do ridículo. É como ficar nu na frente de um grupo de pessoas.
Como, por exemplo nos comentários abaixo, tirados de uma notícia do G1 sobre Sandy e aquele rapaz com quem ela namora e ia casar, depois não ia, mas ela jura que vai, um dia.

Aí, quando um outro leitor se deparou com esse erro grosseiro na grafia da expressão “com certeza”, tratou de corrigir:

Incrível. Emenda pior do que o soneto. Da próxima vez que você chamar alguém de burro porque viu essa pessoa cometer um erro, um atentado à lingua, pense duas vezes. Lembre-se: ninguém é perfeito…
Ok. Antes de clicar fique avisado: o video é explícito. Ao mesmo tempo, mostra pouco.
Via Blog Salada de Frutas

Blogs, em geral, são feitos numa sala, numa cafeteria, numa lan house. Foram feitos assim nos últimos tempos, mas isso não precisa ser uma regra.
No final do ano passado, eu comprei um N95, celular com câmera de video, câmera fotográfica, microfone, internet rápida e o escambau (Importante: comprei o celular do meu bolso. Não recebo nenhum tostão da Nokia, viu?). Fiz alguns testes, quebrei a cabeça e montei meu kit de repórter móvel (só para descobrir que já tinham feito isso antes, podia ter economizado tempo e dinheiro).
Eu estava assumindo o projeto de criação da Época São Paulo e queria muito criar um blog com sabor de rua. Juntamos as duas coisas e inventamos o Urblog. Conseguimos um patrocinador (a Nokia) e colocamos o negócio no ar no último sábado.
A idéia é simples. Uma jornalista sai por aí de ônibus, de trem, de metrô. Ali na hora, ela escolhe um assunto legal, um personagem, uma curiosidade, um momento. Ela filma, fotografa, ela grava uma entrevista em áudio. Dali ela posta direto no blog usando, se precisar, um teclado portátil. Dali saem histórias da cidade. É jornalismo móvel na veia, facilitado pela tecnologia, mas sempre jornalismo.
É claro que a repórter Juliana Villas tem que ler jornal e se informar. Isso ajuda na escolha do caminho do dia. Mas o blog não corre atrás da notícia quente, do hard news. Corre atrás de personagens e situações. Tem que ter faro, tem que estar com o olhar atento.
E o celular é só um facilitador. Um instrumento importante mas que não faz a pauta, não faz história. Em alguns momentos, o que importa é o repórter estar ali. Não vai tirar foto, nem conseguir o audio perfeito. Vai só contar uma história e pronto. Direto da rua.
Alguns meses atrás, quando ainda estava desenvolvendo Época SP, uma das coisas que eu queria era colocar na revista uma HQ que quebrasse os moldes do que se faz em HQs de revistas não quadrinhísticas no Brasil.
Eu queria algo fora do padrão. Mas o era mesmo que eu queria? Entrou em cena o editor de arte da revista, o Marcelo Furquim. Amante de quadrinhos, ele sugeriu Fábio Moon e Gabriel Bá. Os dois são muito, muito bons. Eu tenho três álbuns deles e mais algumas antologias. Coisa fina, de primeira. Concordei na hora, mas achei que eles é que não iam querer.
Conversamos, tivemos algumas idéias e eles fizeram algumas propostas. Toparam trabalhar para nós por menos do que estão acostumados unicamente pela vontade de fazer um projeto diferente. Depois, demoramos mais alguns meses para achar o espaço certo pra eles. A primeira história saiu no número quatro, que chegou às bancas neste sábado, dia 26.
No dia 25, na véspera da chegada da revista às bancas, eles ganharam o Eisner, o prêmio máximo dos quadrinhos. Muito legal. Parabéns, rapazes!
Entrevista interessante sobre Arquivo X, no Dark Horizons.
Entre trechos interessantes: “Se não fosse o celular, não teria existido a segunda metade de Arquivo X. Foi isso que tornou possível a gente ter algum tempo livre, porque podia gravar separados cenas de diálogos”, diz David Duchovni.
É engraçado mesmo. Arquivo X foi a primeira série a colocar os personagens usando celulares internsivamente. Cada um gravava sua parte da cena em dias diferentes, por exemplo. Os dois atores até fazem piadas dizendo que os celulares eram tão grandes que era por causa disso que eles eram obrigados a usar trenchcoats.
Eu perdi a sessão para imprensa, na última segunda. Meu amigo que viu disse que é um episódio fraco da série e que David Duchovni está ótimo, a melhor coisa do filme. Vou conferir e ver se concordamos.
Ainda dá para conferir de graça, até amanhã, domingo, dia 20 de julho.
É puro Joss Whedon, estava com saudades. Mas ainda tenho minhas dúvidas de que Dollhouse, sua nova série, com a deliciosa Eliza Dushku, vai ser boa de verdade.
Atualização: veja as letras das músicas
(Foto de Rubens Carvalho/Folha Imagem)
Eu adoro virais. O conceito. Mas odeio virais, na aplicação, no sentido de que se aproveitam de uma certa inocência de quem vai embarcando em notícias fabricadas.
Alguém me perguntou se esses batsinais são virais. Não, né? São uma espécie de cartaz do filme adaptado a uma São Paulo pós-cidade limpa. E que cartaz.
Dá-lhe guerrilha. A estratégia de divulgação do Batman é genial.
O filme vai bater todos os recordes de bilheteria. Depois, vale falar melhor sobre essa indústria dos recordes e de como, até nisso, há um planejamento de guerrilha pra conseguir manchetes que vão ajudar a alimentar o sucesso do filme.
A reportagem de capa da Entertainment Weekly fala dos bastidores de Watchmen de Zack Snyder, baseado na HQ de Alan Moore e Dave Gibbons. O trailer é animal. O filme a gente só vai conhecer no ano que vem. Ano passado, durante o lançamento de 300, eu conversei com Snyder por meia hora e um dos assuntos foi, claro, Watchmen. Ele disse algumas coisas que se confirmam agora: que a HQ sobre o navio pirata estaria num DVD (ou viria no DVD, special extended foderex edition), que tentaria manter o filme o mais fiel possível e que, que precisasse ficar de fora, estaria no box de DVDs (e blu-ray).