Não teve graça
Nunca escrevi sobre Heath Ledger aqui. Triste que ele surja porque morreu, quando havia tantas coisas legais que o ator fez em vida sobre as quais não falei. Vi Brokeback, Coração de Cavaleiro, 10 Coisas que Eu Odeio em Você, Casanova, Ned Kelly e esperava ansiosamente pelo seu Curinga no novo Batman.
O achava um ator de primeira. Um desses acidentes que acontecem no mundo pop. Escolheram ele porque tinha uma beleza selvagem, coisa que o Hollywood resolveu associar aos australianos. Por acidente, ele era bom de verdade, intuitivo, apaixonado. Com um histórico de grandes e poucos papéis, periga virar mito.
Mas ainda temos a curiosidade mórbida de vê-lo enlouquecido, furioso, apaixonado (quem sabe), genial em Batman. Um grande vilão tem potencial para ser um último papel inesquecível.
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27/02/08 às 10:23
Uma das teorias é que a depressão dele aumentou após o esgotamento mental causado pela tentativa de superar o Nicholson, que foi sarcástico ao comentar a morte de Ledger. “Eu já sabia”, ele falou.