Uma semana no limbo

Sem casa por uma semana. Fomos eu e Mônica pra um flat com um monte de traquitanas que não podiam ir para um depósito. O carro lotado, o quarto bagunçado, a vida desconjuntada.

Mas o vazio dos vazios é a falta dos cachorros. Darwin está na casa de uns amigos. Lá ele brinca com duas crianças levadas e amorosas. Sagan está numa casa-hotel de confiança. Ficar sem eles é o atestado de anormalidade deste momento. Eles são o símbolo natural da vida estabelecida.

Na quinta, a vida começa a se estabilizar. Mas 2008 já começou pra mim com um monte de novas, err…, storylines, desdobramentos, personagens. O futuro já começou.

Tchau!

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Minha vida entrou em final de temporada. Há pelo menos cinco histórias se desenrolando em paralelo. São coisas que acontecem no trabalho, na vida pessoal, entre os amigos, com os cachorros. Cada um dos eventos é importante, da sua maneira, e tem efeitos enormes na minha vida em 2008.

E um capítulo da minha vida se fechou.

Essa casa…

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É estranho desfigurar seu lar para começar uma nova fase. Eu me mudei muito na última década, mas nenhuma mudança foi como essa. Quando vim para SP, dez anos atrás, só trouxe uma bolsa e os sonhos (eu sei, cafona, mas é verdade). Hoje eu tenho muitos móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, livros, DVDs e dois cachorros lindos.