O contraste entre Cruise, Redford e Streep

A revista estava em cima da minha mesa esperando pra ser lida há quase duas semanas e só hoje eu parei para dar uma olhada na conversa de Tom Cruise, Robert Redford e Meryl Streep com o crítico de Time Richard Corliss, sobre o filme Leões e Cordeiros. O que se segue é um contraste avassalador entre a superficialidade e os clichês vazios que vocifera Tom Cruise e as palavras de Streep e Redford.

Logo no início, Meryl Streep fala de como os jornalistas americanos só sabem perguntar para eles como foi trabalhar como fulano ou cicrano enquanto os estrangeiros perguntam sobre suas idéias e opiniões, sobre o significado de tal filme.  E não é que, quando Cruise começa a falar, minutos depois, tudo que ele consegue dizer é… como foi trabalhar com os dois ícones. Ai!

Dê uma conferida no site oficial da Time, com direito a áudio do bate-papo.

Todos os Gphones do mundo

Google. Novo sistema operacional ABERTO para celulares. E quem inventar uma aplicação genial vai ganhar US$ 10 milhões. O Gphone não é UM aparelho, como era de se esperar. Mas sim, todos os aparelhos do mundo.

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Quando blogar ganha um sentido especial

Eu escrevo sobre um monte de coisas por aqui e no meu trabalho. Mas a verdade é que quando eu recebo um comentário como esse fico muito feliz e orgulhoso de ter um blog véio, com seus quase sete anos de vida.

Outra piada

O Brasil é o país mais engraçado do mundo. Juro. Somos 200 milhões de palhaços sendo enrolados por governantes corruptos, egoístas e incompetentes. E quando chega aquela hora das eleições, a gente reelege esses facínoras.

Não entro nessa armadilha de dizer que “eles” ou “o povo brasileiro” fazem isso. Sou parte desse grupo de otários, quer queira ou não.

Isso tudo porque acabei de ler sobre o ministro das Minas e Energia, Nelson Hubner, dizendo que as pessoas deveriam parar de instalar kits gás nos seus carros. Não tenho carro a gás, mas isso é só um detalhe. Me lembro quando, depois de pintar o álcool como a oitava maravilha da humanidade, nos disseram pra evitar comprar carros com esse combustível. Hoje, o álcool voltou a ser a solução para tudo…

Isso me lembra também que um governo sem nenhum planejamento, sem política definida de nada que não seja reeleições, mensalões e esquemas de poder paralelo não consegue fazer o que devia fazer, servir à sociedade que os emprega. São duas concepções que eu não entendo. Um: cidadão virou consumidor. Erro podre que nos faz pagar caro todos os dias. Dois: os políticos que deveriam servir à sociedade são tratados como nobres a quem nós devemos respeito.

Esse governo do PT ficou sem combustível de idéias faz tempo. Gás natural virou só um detalhe.

Piada inadvertida

Winona Ryder tenta de novo virar alguma coisa além de uma piada. Mas o filme, pelo menos essa cena exibida fora de contexto, parece ser uma porcaria. Sinceramente, fiquei imaginando se, em vez de um drama, não é mais um Corra que a Polícia Vem Aí ou Todo Mundo em Pânico. Parece uma cena fake, criada para ser engraçada. Eu hein…

Have a little Faith

Eliza Dushku deve voltar no ano que vem em um novo seriado escrito por Joss Whedon. Lembra? Ela era a quentíssima Faith, a caça-vampiros casca-grossa. Preciso dizer mais alguma coisa? Hein?

Preciso. O nome da série, que deve estrear somente no final de 2008, é Dollhouse. Dushku é uma agente que absorve idéias, habilidades e memórias e, quando não está em missão, é guardada em um lugar chamado Casa de Bonecas (a dollhouse do título). Claro que ela vai acordar desse transe e se rebelar contra seus criadores. E vestir roupas apertadas e curtas.

Podia ser uma droga. Mas com Joss Whedon por trás, duvido que seja ruim…

O que você quer ser quando crescer?

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Adoro meu trabalho. Tem a parte chata das longas horas, dos feriados que não rolam e da qualidade de vida meio chocha. Mas a verdade é que ser pago para conhecer e conversar com gente interessante é algo muito, muito legal.

Essa semana, a missão foi entrar nos sets dos três CSIs: o original (Las Vegas), Miami e New York. Insanamente legal. A gente ia pros sets e ficava horas esperando os atores serem liberados pra conversar. Então fiquei no escritório do Capitão Brass e na sala de interrogatório de CSI, depois na sala de reuniões e no escritório de Mac, em NY. Daqui a pouco, estamos indo pro set de Miami.

No meio disso, em pleno Halloween, a maquiadora de CSI: NY precisava de uma cobaia pra mostrar o tempo que ela demora pra fazer umas cicatrizes básicas. Lá fui eu. Ganhei um tiro na testa, um rasgo no rosto e uma queimadura gigante no braço. E ainda tive a manha de sair com a maquiagem do rosto na rua no Halloween. A do braço se desfez no banho (ei! eu tinha que tomar banho, sabia?).

O mais incrível é que, como os americanos são loucos e levam esse negócio de fantasia muito a sério, ninguém nem me notou. Afinal, eu estava muito discreto no meio de um monte de gente vestida de fada, Shrek, zumbi, fantasma, Mulher Maravilha, Supergirl, Batman (que estava mais pra Fatman…).  Foi muito legal.