Atrasado, mas sem perder a ternura

Essa polêmica entre a Veja e o John Lee Anderson, biógrafo do Che Guevara, com revistas como The New Yorker no currículo, é muito, muito interessante. Demorei para postar aqui por pura falta de tempo de coletar todos os links. Mas foi até bom, porque os desdobramentos foram até o dia 18 de novembro.

A revista publicou uma capa algumas semanas atrás tão alucinada e histérica que até eu que nunca fui fã de Che Guevara fiquei chocado. Aliás, a Veja simplesmente tomou por hábito chamar as pessoas de fedorentas e sujismundas, como se esse tipo de qualificação fosse discussão para a maior revista semanal do Brasil. O título da “reportagem” (assim, com aspas) é “Há quarenta anos morria o homem e nascia a farsa”. Aproveite para ver uma reportagem da mesma Veja feita dez anos atrás. Diz muito a respeito do que a revista se tornou.

Começa quando Pedro Doria  mostra a carta de Lee Anderson para Diogo Schelp, da Veja.

Em seguida, surgem a resposta de Schelp e os gritos histéricos de Reinaldo Azevedo.

Logo surge a tréplica de Lee Anderson, demolidora.

O comentário de Doria, logo em seguida, é irretocável.

Conte para os amigos!