Multiplas possibilidades…

Nas últimas semanas eu vivo a ansiedade de escolher um novo apartamento, fazer um financiamento que vai me deixar endividado por duas décadas, mas, acima de tudo, escolher o lugar onde eu vou viver os próximos anos, a próxima fase da minha vida.

E é fascinante o que passa na sua cabeça. Cada apartamento é uma possibilidade aberta de futuro, uma linha alternativa de tempo. É como se eu pudesse ver em um flash tudo o que vai me acontecer nos próximos anos, só de imaginar a decoração, a mudança na minha vida e etc. E cada um tem uma personalidade, uma idéia de futuro. Vi uma casinha de vila linda, mas um pouco apertada, outra perfeita, só que acima das minhas possibilidades, apartamentos ótimos em prédios ruins, prédios fantásticos com apartamentos pequenos demais e, claro, os micos. Ah, os micos. Você olha aquelas plantas reformadas e imagina onde esta ou aquela pessoa estava com a cabeça quando fez aquilo. Ver reformas é como tentar montar o quebra-cabeça da fusão do desejo da mudança e da concretização das possibilidades daquela pessoa ou família. É tentar entender a mente de outra pessoa com base em algo que ela faz. O prédio perfeito, por exemplo, tem um apartamento à venda, mas o cara fez tanta bobagem lá dentro que a reforma para consertar tudo não vale a pena. Tive que partir pra outro imóvel…

É um tal de simular financiamento, procurar um arquiteto bom, bonito e barato e calcular quanto eu gastaria para decorar um espaço maior, já que a idéia é dar um salto de qualidade de vida. Então, tudo dá um medão, porque eu nunca fiz isso na vida. Nunca estive à frente de comprar um apartamento, calcular o impacto na minha vida, pedir financiamento, liberar FGTS e coisas do gênero. E, de novo, é o lugar onde eu vou morar pelos próximos 10 anos da minha vida, pelo menos.

E você, o que sentiu na maior mudança da sua vida?

De volta mesmo

E a gente não estava brincando quando disse que o RadarPOP estava de volta.

O episódio 38 já está no site.

Isso merece um post



O video é velho, mas eu só vi hoje, tá? Via CrisDias, que ainda fez aquela pergunta: “mas você ainda não viu o vídeo do isso merece um post”? Bom, agora eu vi :)

Galactica – O Filme

Enquanto não chega a quarta temporada da melhor série de ficção científica da década, a gente pode matar as saudades com o filme Battlestar Galactica: Razor. A história se passa na Pégasus, aquela astronave de combate que o grupo do então Comandante Adama achou na segunda temporada e que, após uma briga infernal, acabou nas mãos de Lee Adama, o Apolo.

A Entertainment Weekly conta que a trama começa com Lee promovendo uma nova personagem chamada Kendra à segunda-em-comando e, por meio dela e dos flashbacks (que nem sempre funcionam, ai, ai…), vamos descobrir mais sobre o que aconteceu na Pegasus entre o genocídio da humanidade e o encontro com a Galactica. O filme será exibido nos Estados Unidos no dia 24 de novembro e não tem data de estréia no Brasil ainda. E a data de estréia da quarta temporada nos EUA ainda não foi anunciada oficialmente, mas deve ocorrer em algum ponto de janeiro de 2008. No Brasil, provavelmente em meados de 2008. Espera desesperadora.

Ig-terney Blogs

Interney Blogs agora no IG. Para quem lê, só mudou a barrinha no topo das páginas. Sucesso pra eles!

A volta dos heróis

Heroes volta na próxima segunda, dia 24, nos Estados Unidos (e em março ou abril de 2008 no Brasil) e tudo que eu posso esperar é que nunca mais eles me entreguem um episódio final tão decepcionante quanto o da primeira temporada. O trailer promete, mas eu me lembro bem de como os primeiros seis episódios do terceiro ano de Lost me decepcionaram depois de uma sequência de trailer matadores, então vou ficar mais cético agora.

O You Tube traz uma festa de clipes, fragmentos e tudo mais que um fã pode esperar. O site oficial também é uma delícia. E aproveite para curtir esse vídeo simpático feito pelo pessoal da Entertainment Weekly. Afinal, tem Veronica Mars, baby!

Free speech?

Impressionante esse vídeo em que um estudante universitário é arrastado pela polícia do campus da Universidade da Flórida depois de fazer perguntas incômodas bradando um livro de Greg Pallast para o senador John Kerry, candidato derrotado à presidência dos EUA em 2004. Inflamado, ele pergunta a Kerry por que ele não contestou o resultado das eleições e porque não trabalhou pelo impeachment de Bush.

Sempre vai aparecer alguém que vai dizer que ele é tão irritado e amalucado que merecia ser preso. Afinal, não tem educação, não é mesmo? Eu adoro quando o ditadorzinho dentro das pessoas resolve se manifestar. Não se prende ninguém por fazer perguntas. Pelo menos em um país verdadeiramente livre.

Agora as versões surgem desencontradas e a imprensa chama o cara de “piadista” e ainda diz que, quando saiu da frente das câmeras, começou a sorrir e foi numa boa para o xadrez. No You Tube, há diversos vídeos da prisão feitos de lugares diferentes do auditório. É quase perfeito demais para ser verdade.

Será que ele realmente fez aquilo de propósito buscando os holofotes? Será que foi tudo calcucado? Ou foram procurar alguma forma de desqualificar o rapaz?

Vale acompanhar a história. O blog dele (supostamente alimentado por um amigo) traz uma coleção de artigos sobre a prisão e os desdobramentos.

São os Desígnios… do Bruno

Sobre o que é o novo site do Bruno Accioly?

É sobre filosofia. Mas não é só sobre filosofia, né?

Por ser a respeito disso, acaba sendo sobre um monte de coisas que inquietam ele e podem inquietar você.

Abra sua mente e visite o Desígnios.

Laissez faire, laissez aller, laissez passer

Uns dois anos atrás, eu me irritava solenement quando ia no site da Entertainment Weekly e o conteúdo estava fechado. Um dia, eles se tocaram do quanto isso era bobagem e abriram tudo. Felicidade total.

Ontem, segunda-feira, o New York Times fez o mesmo.

Por que, oras? Eles fizeram uma conta. O número de pessoas que chegava ao seu site por meio dos buscadores como Google e Yahoo era enorme. Só que, como eles batiam com a cara na barreira para quem não paga pelo acesso, acabavam desistindo e indo embora. O jornal viu que podia ganhar mais dinheiro ali com pageviews e cliques em anúncios do que estava conseguindo arrecadar com o acesso restrito assinado. Bingo. Abriu as portas de quase tudo, com exceção de alguns períodos específicos.

Quando eu, em qualquer discussão com colegas, falo que o negócio é abrir o conteúdo, ninguém me ouve. Será que agora vão me levar a sério? Ou a Wired, a EW, a Time e o New York Times, entre muitos outros, estão errados?

Radarpoprapidinhopracaramba!

A gente voltou com o RadarPOP e já começa a oferecer novos formatos. Um deles é o das pílulas curtinhas direto no site. Vá lá e confira nossos comentários sobre o Emmy.