O Twitter é divertido de ler, mas eu posto pouco por lá. Ainda assim, agradeço às 339 pessoas que assinam meu feed de lá.
O www.twitter.com/alexandremaron.
Valeu.
O Twitter é divertido de ler, mas eu posto pouco por lá. Ainda assim, agradeço às 339 pessoas que assinam meu feed de lá.
O www.twitter.com/alexandremaron.
Valeu.
O Brasil perdeu. Mas o time é batuta e podia ter ganho. Um jogo é um jogo é um jogo. Ganha-se hoje, perde-se amanhã.
O que não pode é se fazer oba oba, né?
Foi a primeira final. Ser vice até que foi um bom negócio. Parabéns pras meninas que elas merecem.
Esta semana, participar do RadarPOP é um trabalho sujo para o Alexandre Matias.
Torço tanto pelo Brasil da Marta que acordei oito da matina pra ver o jogo. E não é que no debate do SporTV o que eu vejo é um oba oba federal!
Galera, vamos torcer, mas já ganhou não dá! Eu sei que é preciso ocupar quase uma hora de programa pré-jogo, mas vamos com mais calma, né?
Meu caso de amor com o Archos vem desde quando vi um artigo sobre o gadget em 2003, na Wired. Procurei, procurei e só achei na França em 2004. Juntei o que tinha e o que não tinha e comprei. Foi o melhor e mais útil gadget que eu já adquiri na vida. O Archos virou meu companheiro preferido em todo tipo de viagem e me ajudou a me manter atualizado com as séries porque eu via na cama, nos taxis e até nos intervalos do almoço na editora.
Eu falei aqui mesmo no blog por três vezes. A primeira foi logo quando comprei. Eu expliquei porque não tenho Ipod e convoquei os amigos a pensarem diferente… mesmo.
Só vou vender o meu quando comprar um novo. Mas descobri uma pessoa que está vendendo seu Archos no Mercado Livre…
Aproveite a oportunidade.
1. Deus disse que iria fazer o mundo em 7 dias Capitão Nascimento disse bem alto: “Faça em 6, sr. 01!”
(…)
7. O Capeta queria entrar no BOPE, mas o Capitão Nascimento fez ele desistir apenas dizendo: “666, Você é o novo xerife!”
(…)
9. Capitão Nascimento não sai de lugar nenhum devendo ninguém, sempre põe na conta do Papa.
(…)
11. Quando Deus disse “Que se faça a luz!”. Capitão Nascimento falou “Tá de sacanagem, Sr. 01? Tá com medinho do escuro, Sr. 01?”
12. Getúlio Vargas não cometeu suicídio, ele só pediu pro Capitão Nascimento: “Na cara não, pra não estragar o velório.”
13. Quando Deus resolveu criar o Universo foi pedir permissão ao Capitão Nascimento e ele respondeu: “Senta o dedo nessa porra!”
14. A roupa do Super-Homem era preta até o Capitão Nascimento dizer: “Tira essa roupa preta porque você é moleque!”
(…)
15. Capitão Nascimento trabalhou como negociador da polícia. Seu trabalho era ligar para os seqüestradores e dizer: “Pede pra sair!”
(…)
16. Quantos Capitão Nascimento são necessários para trocar uma lâmpada? Nenhum, Capitão Nascimento também mata no escuro
Tropa de Elite, doa a quem doer (por tortura, por tiro, seja lá como for), é o filme do ano. Tem mais no blog do Capitão Nascimento…
Último capítulo de novela das oito. Apesar da sensação de que o folhetim é um sucesso, o fato é que a audiência está abaixo do esperado. Gilberto Braga fala com a classe média da qual faço parte e, nessa, parece que todo mundo está ligado.
Então, aí vai meu palpite sobre o assassino: foi a Tatiana, aquela namoradinha doce do vilãozinho Ivan. Ela teve motivo e oportunidade. Esteve com Marion e com Olavo antes do envenenamento e odiava Taís, que lhe roubou Ivan.
Foi ela. Simples assim.
Concorda comigo? Dê o seu palpite.
Atualização: Foi o Olavo. E por um motivo que tornava impossível para o espectador matar o enigma de verdade com algo além de um palpite puro. Mas eu não ia acertar nem que as pistas existissem mesmo…
De qualquer modo, Wagner Moura sequestrou a novela e merecia o destaque extra no final. É tipo uma nota dez com louvor, saca?
Uma daquelas coisas engraçadas que acontecem nessa vida é quando você vê uma carta, uma música, um filme ser interpretado como tendo um sentido inverso daquele pelo qual foi idealizado.
Considerando que Tropa de Elite, foi feito por José Padilha, a mesma pessoa que realizou o estupendo documentário Ônibus 174, era óbvio que o que se veria jamais seria uma legitimização da violência e truculência policial. Se em Ônibus ele mostrava, entre outros absurdos, a máquina de moer gente na qual o sistema prisional se transformou, em “Tropa” o drama é o de policiais honestos que, abandonados por um sistema corrupto, não conseguem agir dentro da lei. Vão sendo moídos da mesma forma. Estamos em uma sinuca, um beco sem saída, uma situação nonsense. Estamos em um país sem lei.
Não foram poucos os amigos que encararam o personagem de Wagner Moura (sempre fantástico, e, fácil, o melhor ator de sua geração) como um herói, como um exemplo de policial quando está clara a ironia deixada pelo diretor. Mesmo se considerando honesto por não roubar, o personagem de Moura quebra todas as outras leis que vão surgindo em seu caminho. ELe tortura, mata, prende e arrebenta. Vai descendo fundo, tão fundo que, no fim, não há mais muita diferença entre mocinho e bandido.
Mas as pessoas adoram o personagem, apreciam suas ações e acham que são plenamente jutificadas e corretas. Pra mim, é a prova cabal de como estamos estruturados para a derrota. Se para nós a solução é matar e arrebentar, não é nenhuma surpresa que estejamos onde estamos.
Não é nenhuma surpresa que o filme tenha suscitado polêmica. Tanta que Wagner Moura precisou mostrar que, além de ótimo ator, escreve bem como o diabo. Seu artigo no Globo desta terça é uma defesa articulada e inteligente do filme. Vale até fazer um cadastro para poder lê-lo no site do jornal O Globo.
Assim que você vir o filme, passe aqui pra dizer o que achou. Gostou? Odiou? Concorda com Wagner Moura e o diretor José Padilha? Discorda? Comente, então.
The Pudding, anote esse nome. Um site no qual os caras deixam você fazer uma ligação grátis, via VOIP, para qualquer telefone desde que você aceite a idéia de que um robô vai ouvir o que você diz e criar anúncios, com base nessas palavras-chave, que vão surgir no seu navegador enquanto você fala. É um adsense sonoro.
Você acha que uma ligação grátis vale isso? Prefere pagar pela sua privacidade? Isso é paranóia de dinossauro?
No vídeo, o reitor se enrola e cita Hitler. Acabou a discussão!
O reitor da Universidade de Columbia se meteu em uma daquelas saias justas históricas. Alguns dias atrás, ele desconvidou de uma palestra Jim Gilchrist, líder da controversa organização Minuteman Project, formada por radicais anti-imigração ilegal nos Estados Unidos.
Foi incômodo, mas fez pouco barulho. Só que agora, a universidade vai receber o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad para algo parecido. Logo ele que é considerado inimigo pelo governo americano, por ser líder de umas das nações definidas pela gestão Bush como fora-da-lei.
A Fox comprou a briga de Gilchrist, do Minutemen, e colocou o reitor na parede. Numa entrevista, ele se complicou ainda mais. Afirmou que, se Hitler estivesse vivo, o convidaria para uma palestra na Universidade de Columbia. Foi o suficiente para ser chamado de anti-semita, louco, comunista safado, só para esquentar. Afinal o presidente do Irã odeia Israel e classifica o Holocausto de mito.
Dizem que uma discussão acaba quando se coloca Hitler na pauta. Aqui, parece ter apenas começado. O caso é bem mais complexo do que a Fox faz parecer. A universidade não vetou simplesmente a participação de Gilchrist. O movimento foi resultado de um pedido de grupos políticos de esquerda dentro de Columbia.
Da mesma forma, eu não tenho dúvida de que é imensamente mais interessante para os estudantes da prestigiosa universidade conversar com o presidente de uma nação vilanizada e vista por muitos analistas como um possível próximo alvo do Bushismo para uma invasão (pouco provável no cenário do vexame do Iraque).
A sensação é de que a Fox aproveitou um assunto menor para inflamar os radicais de direita americanos. Afinal, como é que os caras vão querer determinar quem a universidade recebe ou deixa de receber?
Sinceramente, eu acho que eles deviam deixar o tal do Gilchrist falar e pronto. Na pior das hipóteses, seria uma palestra anódina de um radical. Na melhor, ele seria ridicularizado. Agora, ganhou importância. Mas, como eu também acho que o que é certo a gente faz porque é certo e pronto. Ele devia ter a chance de falar suas bobagens. Ponto final. Agora, palestra do presidente iraninano é um filé mignon! Eu adoraria estar lá para falar com um personagem controverso como esse. E entrevistaria Hitler também. É de uma ignorância enorme achar que um tirano não deve ser analisado e suas idéias não devem ser dissecadas. Esse tipo de idéia é que é uma ameaça terrível à liberdade de expressão. Eu não preciso gostar do líder nazista nem concordar com ele para entrevistá-lo. A mesma coisa com qualquer outra personalidade controversa (e assassina) da história da humanidade.
E, por fim, é uma daquelas ironias americanas que um inimigo do país possa entrar no território dos Estados Unidos e fazer palestras.
Mas o que importa é saber o que você acha disso tudo. O reitor errou? A Fox exagerou? Diz aí.