Cansados e sacaneados

Sensacional, mas tem mais. Leia sobre o vídeo que deu origem a essa sátira no Inagaki.

Ah, sim!!

Eu não convidei ainda, né? Pelo menos não diretamente.

Então, por favor, visite meu Twitter, ok?

A revista Monet no Twitter

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O Twitter é ótimo como leitor de feeds de notícias curtas, dicas de links e coisas do tipo. Assim, a revista Monet passa a ter um perfil no Twitter. Vou postar cinco dicas de programação por dia nessa fase inicial, com planos de, se houver demanda, aumentar a quantidade nos próximos meses. Quem sabe a gente não coloca até mais coisas no ar?

O endereço: http://twitter.com/revistamonet

Então, coloque nos seus favoritos ou, se você é um “tuitero”, vá lá e… siga aquela revista!!!

Pra que serve esse tuíte?

O Twitter nem é tão novo. Já tem pouco mais de um ano. Parece que entrou em uma onda no Brasil. Tem quem diga que é coqueluche. Que vai embora já já. Eu não sei se o Twitter está no meu futuro, mas o micro-blogging está.

Para que serve? Bem… Se meu blog surgiu como um substituto dos meus e-mails coletivos pros meus amigos, o Twitter é  uma espécie de Windows Live Messenger, de Google Talk escritos diretamente para o mundo. Aliás, não é por acaso que dá para “Twittar” pelo gtalk, por exemplo.
Isso fica ainda mais evidente na página que agrega todos os twitters que você está seguindo. Parece uma grande sala de chat coletiva. Muito legal. Experimente.

E só uma comemoração, claro

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Urrum! E vão me dizer que a escolha da foto foi completamente aleatória, né?

Alô, 1-2-3… Teste, teste, teste…

Não se assuste com a janelinha do Twitter ali na barrinha lateral. Eu quero ver o quanto isso me incomoda e gostaria de saber o que os leitores acham. Amou ou odiou?

Atualização: Encheu. Tirei dali.

Ela é linda, apesar dele

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Quem lê o título, poderia pensar que eu não gosto do meu cunhado. Não estaria mais longe da verdade, já que o cunhadão é meu amigo do peito. Mas é claro que eu preciso sacanear ele de vez em quando e reclamar que ele colocou em risco, com os genes dele, a perfeição da minha sobrinha. Nada mais longe da verdade. Devo confessar que vi fotos do Cris criança e ele era… era… Ok, vou dizer… fofinho! (hua hua hua hua!)

Mas o fato é que o Tiago Dória fez uma homenagem aos pais geeks. Legal, legal mesmo.

Vale a pena amarelar

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Hoje eu vi o esperado filme dos Simpsons.

E o filme é… é…

Diabos, o filme é engraçadíssimo. Eu ri durante toda a projeção (faço uma pausa para pedir desculpas aos colegas jornalistas que assistiram à sessão e foram atrapalhados pela minha gargalhada) e, depois, no caminho o trabalho, eu fiquei rindo incessantemente porque lembrava das piadas absurdas, aviltantes, sacanas, inteligentes.

O filme funciona tão bem, em primeiro lugar, porque é engraçado. Óbvio. Ponto final.

Mas depois, há uma camada de subversão deliciosa, uma espécie de conluio entre os Simpsons e a platéia que deixa o filme perto da perfeição. O espectador e os criadores entram em sintonia, conversam, piscam entre si. Parece que estamos todos rindo juntos. Principalmente quando você está em uma sessão de gargalhadas coletivas na sala escura.

Uma das virtudes do filme é sua ironia caustica ao individualismo burro. Como sempre, Homer é o exemplo ruim e, pela transformação dele, há uma lição ao público. Mas Homer não pode aprender nada por muito tempo. Sua imbecilidade adorável é o motor do humor da série. Ele é um sacrifício útil. Uma cobaia. Está aprisionado num mundo de egoísmo e burrice para nos libertar. Nossa risada de suas bobagens é a catarse que nos faz encarar nossos defeitos. Só que ninguém é como ele. Ninguém reúne tantas características negativas quanto Homer. Mas todos nós temos aqueles momentos em que enxergamos uma fração do personagem. É quando fazemos algo de errado, egoísta ou engraçado.

Há ainda outro detalhe que me chama a atenção nos trabalhos de Matt Groening. Sua capacidade de criar cenas legitimamente sentimentais por frações de segundos seguidas por piadas irresistíveis. Aqui, o casamento de Homer e Marge é colocado em chque de forma genial, tocante e… engraçada.

São tantas piadas que nem dá para contar. As referências são brilhantemente diluídas de modo que não atrapalhem a diversão em nenhum momento, e os roteiristas ainda aproveitaram algumas multidões para inserir personagens clássicos da mitologia simpsoniana. Só posso dar um conselho: corra para os cinemas no dia 17. Pode amarelar.

A festa acabou, ou melhor, acabou de começar

Depois de um monte de gente tentar criar uma loja de música que rivalizasse com o itunes, parece que a espera acabou. Amie Street chegou e tem apoio financeito da Amazon. O modelo é muito bem bolado, mas eu vou deixar o Mauro explicar para você.