Memorial para esquecer

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Via Blog de Guerrilha, o memorial construído pela Tam no… Second Life(!).

Então estamos de acordo que a Tam não entendeu o SL, não entende de voar, não sabe como tratar as famílias dos passageiros que liquida em seus aviões e não tem a menor sensibilidade.

Marley e Eu e eu

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Cena do filme The Last Home Run, do qual o labrador Marley (no destaque) participou

Eu resisti bravamente a ler Marley e Eu. Vi o livro nos Estados Unidos em 2005 e até recomendei a compra lá na editora, mas, pelo que eu sei, a Prestígio já tinha comprado os direitos de publicação no Brasil. Recebi um volume quando saiu a edição brasileira, mas estava horrorosa, com erros absurdos de tradução e adaptação. Só que eu ganhei um labrador no final do ano passado e desenterramos o livro. Começamos a lê-lo, eu e Mônica juntos, num daqueles momentos fofura. Só que eu viajei, o livro ficou com a Mônica que continuou lendo e eu nunca mais voltei. Parei naquele distante terceiro capítulo. Passei meses ouvindo as pessoas me perguntarem se eu li o livro e, finalmente, dei de cara com a minha mãe devorando um volume que emprestou de uma amiga.

Aí resolvi voltar e devorar o livro. Hoje terminei da maneira mais “dono de labrador” possível. Sozinho na sexta-feira, saí com o Darwin, parei para comer um temaki ali na Vila Madalena e fiquei lá lendo com ogrinho deitado nos meus pés. Chorei, claro.

Cheguei em casa e localizei no You Tube as cenas do filme do qual Marley participou. É uma produção desconhecida chamada The Last Home Run que nem existe disponível em DVD. Mas, como resistir? É o Marley no esplendor de sua maluquice dando o maior trabalho durante as cenas.

O que importa é tirar o seu da reta

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Você não está enganado. Esse gesto no destaque é aquele mesmo que você conhece. Uma das mãos fechada, a outra, espalmada. A palma bate no punho cerrado fazendo um barulho estranho e a pessoa manda um recado que mais parece um “f*#$-se” ou um “se f*&#u” (para esclarecer, confira a imagem abaixo). Uma coisa fina mesmo. Não deixe de ver o vídeo.

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Como era de se esperar. Os integrantes do governo não estão preocupados no esclarecimento, mas sim em provar que a culpa não foi deles.

Mais uma coleção de esquetes sem cola

Eu estava na maior expectativa de que o estilo idiotizado e marombado do babaca-mor Michael Bay ia dar em um filme de ação bacanérrimo.

Errei, claro. Aliás, todas as minhas expectativas positivas deste verão viraram fumaça em Homem-Aranha, Shrek e cia. Transformers é um filme que subestima a inteligência da audiência sem nenhuma necessidade. O diretor não se dá ao trabalho de explicar melhor coisas básicas e até a premissa de pseudo-realismo se quebra, porque os robôs não respeitam conceitos básicos de física. Veja bem. Não estou aqui reclamando de falta de realismo, um absurdo num filme em que robôs extraterrestres invadem o planeta. Estou dizendo que o filme estabelece certas premissas e as quebra.

Pra piorar, todos os heróis são burros de doer. E há uma meia dúzia de personagens que fica vagando pelo filme sem nenhuma função real. Ridículo.

Mas, poxa, as cenas de ação são sensacionais, né? Pois é. Salvo alguns bons momentos, Bay continua não sabendo filmar uma luta que seja. A câmera treme, desfoca e simplesmente não dá pra entender o que está acontecendo. Como parece estar virando vício, é mais um filme que reúne umas poucas cenas sensacionais sem nenhuma liga, sem história que faça sentido. Não é à toa que os trailers são muito melhores do que os filmes.

P.S.: E, desculpem o comentário machista, misógino e tudo mais, mas é que a piada se impõe: a melhor máquina de todo o filme é a Megan Fox.

Para a conta de quem?

Considerando que a aviação civil é controlada, na infraestrutura, pelo governo federal. Parece que dessa vez não há como negar que essa conta tem que ser cobrada do presidente da república e do ministro da defesa. Esse pessoal devia estar com tudo na ponta da língua depois do acidente da Gol, no ano passado.

Não está.

A culpa é deles. Pode apostar. Sö que é claro que ninguém vai querer pagar essa. Como sempre.

Os anúncios

Eu sempre hesitei quanto a  colocar anúncios na minha página. Me incomodava a idéia de que, ao ler um comentário meu sobre um filme ou livro ao lado de um banner para comprar determinado exemplar, haveria uma confusão na cabeça do leitor da minha página pessoal.

Esse receio era muito mais uma sensação de que a mídia blog não estava madura para esse salto conceitual e que os abusos eram flagrantes. Ainda não gosto de ver páginas em que aparece o título de um post, uma tonelada de anúncios do adsense e, finalmente, os textos. Acho isso feio, mal ajambrado, com todo o respeito a quem usa por necessidade do ofício.

Há mais ou menos um ano, coloquei um quadradinho de adsense aqui do lado, para testar a receptividade e sentir se isso me incomodava muito. Incomodou zero. Menos do que o banner do flickr, que foi pro beleléu.

Agora, eu iniciei uma nova experiência. Os banners vão surgir nas páginas de busca e nas subpáginas, sem afetar a experiência de leitura da página principal.

Não dá para dizer “espero que gostem”, porque essas coisas não são feitas para o leitor, mas para quem produz a página. Mas posso mandar um “espero que não te incomode”.

Xi! A Wired detonou o Second Life também!

Considere isso uma porrada séria. Significa que, em mais um ano e pouco, a grande imprensa vai se tocar.

Simpsonize me

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Springfield é logo ali.

A tragédia no Orkut

Pode-se dizer que é mórbido, mas o fato é que os usuários do Orkut se manifestam de seu jeito. Até 14h, já havia duas comunidades sobre o acidente. Nessas comunidades, com centenas de participantes e dezenas de entradas, já estavam links para os perfis de diversas vítimas.

“Se houve um desastre previsível na história foi esse”, diz Ivan SanTanna

Jorge Antonio Barros, do blog Repórter de Crime,  conversou com Ivan SanTanna sobre a tragédia (anunciada) de ontem:

- O piloto deve ter passado da cabeceira e tentou arremeter. Ele bateu tentando voar. E voou para a morte.

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