Nova casa para os cachorrinhos

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Meus cachorros são uma parte enorme da minha vida. Eu me preocupo com a alimentação, passo o fim-de-semana brincando com eles nos parques, compro presentinhos quando viajo, leio revistas e livros a respeito etc.

Nada mais normal do que dividir essa experiência com os milhões de brasileiros que adoram seus mascotes. Assim, a idéia é contas as nossas aventuras e falar das descobertas. Nesse processo, vou adorar a ajuda dos internautas. Nesse primeiro momento, me encarreguei de transferir para o site, que está sendo lançado hoje, os posts antigos do meu blog e do blog da Mônica. Ali, você vai ver o que falamos dos nossos bichanos nos últimos anos. É um prato cheio para quem gosta de pets fofinhos e cheios de personalidade.

Então, declaro inaugurado o www.melhoresamigos.com.br. Coloque nos seus favoritos.

O Aranha e o sexo seguro

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Eis que o Cristiano me manda o link para essa história sensacional do Aranha. Ele enfrenta um monstro que quer que os adolescente transem como coelhos e tenham filhos que ele irá escravizar em seu planeta natal!!!! Hua hua hua!!

O mais engraçado é que é uma história do Aranha totalmente convencional a não ser pelos diálogos. Assim, bastaria um escritor mudar as falas para qualquer outro plano bizarro menos absurdo e a revista funcionaria perfeitamente. Ah, mas já fizeram coisa parecida tantas vezes…

Cadê meu biscoito?

Com quase um aninho, o Darwin protagoniza cenas engraçadas ou fofinhas todos os dias.

Na categoria fofurice, existe a obsessão dele por ganhar biscoitos a todo custo. Quando ele era pequeninho, eu dava biscoitos todas as vezes que ele fazia xixi (em canteirinhos gramados) e cocô (prontamente recolhido com sacos plásticos) na rua. Logo descobri que, quando não tinha mais xixi, mas ainda queria petiscos, ele fazia a posição do xixi e apostava que eu não ia ver. Eu notava e achava tão engraçado ele fazer aquilo que dava o biscoito assim mesmo.

Outra coisa que eu fiz umas poucas vezes foi dar biscoitos quando ele pulava em um banco da praça. Ele era pequenininho e isso era meio que uma façanha para ele. Pois ontem fui dar uma volta sem biscoitos e ele pulou no banco e ficou olhando pra mim exigindo o que era dele de direito.

A outra mania do safado é roubar coisas pra brincar de pique. Ele pega coleiras, bonés, sapatos e sai correndo, provocando você para que você vá atrás. Olha, é tentador, mas pelo bem de todos eu ignoro e vou na direção contrária. Ontem, ele roubou o chapéu bacana de um dos donos de cães da praça. Era 11 da noite, a praça estava enlameada e ele deu a volta completa. Entregou o chapéu todo sujo. Sorte minha que o dono é um amante dos amigos caninos.

Melhor do que o professor de educação física do qual o Darwin resolveu roubar um colchão. Ele foi educado e tudo, mas não gostou nada de receber o colchonete furadinho com os dentes do meu deliqüente canino.

Quem fez o que e quando?

Cesar Maia anunciou que as camisetas estavam sendo vendidas ou colocou à venda? É mesmo parte de um plano diabólico do prefeito do Rio para sacanear um presidente ególatra e mimado?
A história está mal explicada. O fato é que o site Camisetas Online vai ganhar uma boa grana vendendo essa linha

A história já estava levantando vôo nos blogs.

Bola fora dos sites que anunciaram a história. Ninguém dá um trecho da newsletter nem consegue dar um link óbvio para o site do Camisetas Online. Ridículo.

Doentes

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Fragmento de um dos cartazes de Sicko, novo filme de Michael Moore
O início do novo file de Michael Moore é devastador. Ele mostra um homem que, como o joelho rasgado, resolve dar ele mesmo uns dez pontos. O cara não tem plano de saúde e nem dinheiro pra ir no hospital fazer uma sutura. Em seguida, surge um homem que perdeu as pontas de dois dedos. Sem seguro saúde, e confrontado com a decisão entre pagar US$ 12 mil por um dedo e mais US$ 60 mil por outro, escolheu o mais barato.

Mas o filme não é sobre eles. O filme é sobre quem tem plano de saúde e acha que está protegido. As histórias que vão surgindo são contundentes. Um casal na casa dos 60 anos perde tudo que tem para quitar dívidas com seu seguro e precisa ir morar num quarto na casa de um dos seis filhos que criou. Uma mulher perde marido com câncer no rim, porque o seguro lhe negou todos os tratamentos que poderiam ter salvado sua vida. São histórias de terror tiradas do dia a dia, com gente que você não está acostumado a ver sofrendo desse jeito. Nada de miseráveis chorando por socorro. São as pessoas que, segundo Moore, vivem o sonho americano.

Nesse filme, Moore está mais comedido e aparece menos. Mas as revelações não são menos sensacionais. Ele expõe os lobbies, a corrupção e os interesses por trás da montagem do sistema de seguro de saúde americano. E apresenta as falácias a respeito desse modelo ao revelar como o sistema de saúde funciona em outros países.

O filme causou menos controvérsia que os dois últimos, Tiros em Columbine e Fahrenheit 11 de Setembro, mas ainda assim já levou US$ 20 milhões de bilheteria nos Estados Unidos com um circuito limitado. Ainda não sei quando vai passar por aqui. Mas como tudo mais que Moore tem feito nos últimos anos, com um texto sensacional e provocador, é imperdível.

A Tam não é 2.0

Não consigo achar a foto, mas fiquei impressionado com uma imagem do funcionário da TAM tirando as flores colocadas no logo da empresa em Congonhas.

É uma daquelas insensibilidades crônicas das grandes corporações, que têm uma total incapacidade de entender como funciona a cabeça das pessoas. Acabou a era em que a as empresas se isolavam e controlavam tudo que se diz sobre elas. Hoje, o consumidor (no caso dos clientes da Tam, as vítimas) tem voz.

A empresa tem que reconhecer o problema e deixar as coisas acontecerem com mais naturalidade. É até uma forma de fingir consternação. Deixar as flores no lugar é uma forma de dizer que eles também estão tristes com seus mortos.

Mas aí vêm os marketeiros, os consultores de imagem, a agência de publicidade e o raio que os parta e dizem que eles não podem deixar isso acontecer. Que isso faz as pessoas se lembrarem do acidente e que eles precisam evitar esse tipo de manifestação a todo custo. Resultado final: um funcionário fica tirando flores do logo da empresa. Eles preferem deixar gente recolhendo flores e colocar em jarrinhos. Assim, fica mais fácil jogar fora depois. Façam-me o favor!