
Isso é que é desktop. Não queiram me aturar quando eu tiver a MINHA filha…

Isso é que é desktop. Não queiram me aturar quando eu tiver a MINHA filha…
Faltam duas semanas para começar o terceiro ano de “Lost”. Durante as férias da série, os fãs navegaram furiosamente em busca das pistas de Rachel Blake e descobriram o que são os números, o que é a Iniciativa Dharma. Neste domingo, Blake promete uma nova grande revelação que vai sacudir todo mundo. No dia 4, a série volta e milhões de fãs não sabem nada disso.
O que os fãs sabem é que Sawyer, Jack e Kate estão nas mãos dos “outros” e, é claro, os tais seis primeiros episódios vão mostrar o que se espera ser uma fuga sensacional, cheia de perigos, heroísmo e flashbacks reveladores. Espero porque não consigo tirar da cabeça o sensacional trailer veiculado esta semana pelo canal ABC, que exibe a série nos Estados Unidos.
Ali, parece que Locke e cia estão em busca dos três amigos perdidos e, ao mesmo tempo, o trio enfrenta sua cota de perigos e testes (torturas? desprogramação?) nas mãos dos “outros”.
O trailer (e os escritores) promete um reinício cheio de ação e aventura (com direito a um senhor beijo de Sawyer em Kate). É tudo que os fãs esperam depois de uma temporada em que deixaram os escritores fazer a música deles, do jeito deles, no ritmo que desejavam. Vamos ver se agora eles vão acertar a mão e realmente encantar a platéia.
A Fox Vído deve achar que os consumidores são idiotas. É isso ou eles são um bando de incompetentes. Já não basta que os DVDs são mal acabados, mal legendados e os caras ainda têm a cara de pau de lançar edições depenadas sem nenhum aviso…
Eu estava vendo a caixa com a quarta temporada de Buffy e qual não foi minha surpresa quando notei que não havia nenhum extra. Nada. Sem comentários, sem featurettes… Nada.
É a mais pura falta de consideração. Malandragem imperdoável. As edições americanas vêm com um monte de informações legais e tudo isso se perdeu.
Mas quem foi que teve essa idéia imbecil? Afinal, as primeiras três temporadas vieram iguaizinhas às americanas. Qual foi o gênio que optou por enganar os fãs da série? Tão ávidos eles estavam que aceitaram isso, afinal seria melhor do que não ter as caixinhas por aqui.
Bom, decidi que não compro mais os DVDs brasileiros de Buffy e Angel. Vou gastar meu dinheiro com a caixa americana. Custa US$ 200 (Uns R$ 450) e vale mais a pena do que pagar mais R$ 450 pelas três próximas caixas depenadas que essa Fox desonesta brasileira vai nos enfiar goela abaixo.
Matt Lauer é o cara que expôs a arrogância de Tom Cruise em rede nacional e, definitivamente, anunciou a decadência do astro. Se os pulos no sofá da Oprah foram bizarros, ver Cruise chamando Lauer de ignorante foi uma daquelas cenas que definem tudo a respeito de uma pessoa.
No último dia 11, ele foi ao salão oval e entrevistou George Bush a respeito das denúncias de que o governo americano permitiu que os militares e a CIA torturassem informantes. Sem alternativas no campo da argumentação, porque, afinal, as torturas aconteceram, Bush tenta itimidar Lauer, que chega a invadir o espaço do presidente e tocá-lo num tom de “espere aí!”. Eu nunca tinha visto isso. Provavelmente, nos bastidores, Lauer deve ser mais um bastardo, vaidoso e arrivista. Mas a TV precisa de mais bastardos como ele…
Como é que pode um sorrisinho simples de quem nem está aqui do lado alegrar tanto o meu dia?
Quando você vê um bebê lindo sorrindo, você vê o futuro. E esse futuro nem parece mais tão cinzento assim.
Se o jornal morreu ou está terminal, eu não sei. Mas tenho certeza que quem se preocupa com essa questão deveria ouvir o Braincast.
Simpático este pequeno guia que está no TV.com, sobre o que você precisa fazer para colocar seu vídeo na internet.
Estou fazendo algo parecido para o projeto “O Jornalista é Você”.
Pode dizer que eu sou romântico, mas eu não vou recuar desta idéia maluca.
Iniciou hoje um projeto que vai me dar dor de cabeça e muito trabalho: “O Jornalista é Você”.
A idéia é mostrar, passo a passo, que você pode fazer seu jornal, seu blog, seu podcast, mural -seja lá o que for- se tiver um computador e vontade. Estou escrevendo em capítulos e, na medida que as coisas forem andando, vou revisando e mudando sem dó. No fim, quando estiver concluído, vai se tornar uma fonte de consulta para quem colocar no google algo como “quero fazer meu jornal”.
Aceito sugestões, críticas, reclamações por e-mail. Basta mandar para alexmaron arrouba alexmaron pontocom pontobê-erre.
The Lost Experience , o jogo montado pelos criadores de LOST para entreter os fãs na entresafra gerou revelações cruciais que sabe-se lá quando vão aparecer no seriado para o público em geral.
A última tem a ver com os números 4, 8, 15, 16, 23 e 42, que tanto intrigam os fãs da série. Pois o próprio Hanso explica no vídeo que está no You Tube que esses valores são usados na tal equação que prevê o fim da humanidade. Todos os experimentos conduzidos na ilha (veja bem, a gente nem sabe se é mesmo uma ilha… Quando ele ia dizer “ilha” a palavra foi cortada…) têm como objetivo alterar os tais valores para chegar a uma salvação para a humanidade.
É o mesmo vídeo do qual falei umas semanas atrás, mas está mais completo. Supostamente, completinho da silva. Vamos ver…
Seriados são para mim a prova de que eu prefiro um namoro a uma transa de uma noite. Nossa, que metáfora genial a minha, hein, hein? Namoro=seriado e transa de uma noite=filme. Sacou?
Ok, ok. O que eu disse é que eu gosto de um personagem de um filme, gostaria de ver mais sobre ele e não vai rolar ou, se rolar, vai ser daqui a três anos em uma continuação turbinada.
Eu adorava John Mclane, o herói de Duro de Matar. Os dois filmes seguintes não chegavam aos pés do primeiro. Me amarrei em Jack Sparrow, mas a verdade é que o segundo Piratas do Caribe tem pouco Jack para o meu gosto. E Homem-Aranha? Uma espera longa de três anos pelo filme!! Isso porque eu esperei a vida inteira pelo primeiro.
É por isso que as séries estão bombando. Tem uma batelada de gente talentosa tendo idéias e tentando emplacar o próximo grande sucesso. São aquelas pessoas pelas quais a gente vai se afeiçoar e cujas vidas vamos escrutinar pelos próximos anos. Alguns deles eu já conheci:

1. Studio 60 on the Sunset Street - Alan Sorkin, o cara que conseguiu me fazer gostar e até admirar um presidente americano e sua equipe (nos primeiros anos de The West Wing), agora ataca com os bastidores de um programa ao estilo Saturday Night Live. O sensacional da história é que ele usa isso para se posicionar politicamente. No episódio piloto, o showrunner se irrita com a imbecilidade dos executivos do canal -que insistem em cortar quadros provocativos- e sequestra o programa, falando por um minuto (53 segundos, para ser mais exato) um monólogo demolidor em rede nacional. É quando entram nossos heróis: Matt (Matthew Perry, o Chandler de Friends), Danny (Bradley Withford, o Josh Lyman de West Wing) e Jordan (A linda Amanda Peet, a esposa desiludida de Syriana). Jordan é a nova executiva que enxerga no evento uma chance de ressuscitar o programa moribundo e contrata Matt e Danny para tocar o show. Adorei o piloto, mas duvido que a série vá mais longe do que uma eventual segunda temporada.
2. The Nine - Nove pessoas compartilham uma experiência perturbadora: são reféns de um assalto a banco que dura 52 horas. Nós vemos o antes e o depois deste assalto no piloto e agora vamos ver como essas pessoas mudaram depois do acontecido. A sacada é que as mudanças de comportamemto vão ser mapeadas pela revelação peça após peça do que aconteceu durante o cerco traumático. O piloto é intrigante, mas anda em círculos. Fiquei com vontade de ver mais episódios para ver no que dá. De bônus, a série traz revelações sobre o sexto ano de “24 Horas”. Kim Reaver é uma das protagonistas desta série, o que significa que Audrey não estará muito presente na vida de Jack Bauer…
3. Jericho – Um monte de gente fica insistindo para que se faça segredo sobre a premissa desta série. Fala sério. É um sgredo que dura 15 minutos do piloto! O ponto disso tudo é justamente que você saiba a premissa para não perder nada. A história começa com um homem voltando para a cidade natal depois de cinco anos. Ele vem pegar a herança do avô, entra em choque com o pai e o irmão (por conta de alguma besteira que fez nesse tempo afastado, provavelmente mofou na prisão ou algo do tipo) e está voltando de mãos vazias quando o país mergulha no holocausto nuclear. Ninguém sabe o que aconteceu, porque não há mais internet nem radio, nem TV. Vira um interessante conto de como as pessoas podem sobreviver sem o apoio de uma grande infraestrutura. Vai descambar para a discussão do que é liderança e da necessidade de uma pessoa ou grupo que controle as massas burras. Mas no meio disso tudo, me deixou intrigado.
4. Smith - Ray Liotta interpreta sem muito brilho um ladrão elegante. Mais do mesmo. Pode funcionar porque é Liotta no papel.
5. Blade - Quando fez o primeiro Blade para o cinema, Wesley Snipes ainda tinha algum prestígio e até ajudou a detonar a tendência dos filmes baseados em personagens de gibis. Hoje, ele está relegado a fitinhas de ação e, qualquer dia desses, acaba fazendo um filminho com Dolph Lundgreen e Jean-Claude Van Damme. Teria sido melhor se ele fizesse essa série, que acabou ficando divertida e deve durar mais uns dois anos na TV americana. Blade virou o que chamamos de guilty pleasure. Aquele programa que não é tão bom assim, mas é divertido.