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Seja bem-vindo. Este é o blog do jornalista Alexandre Maron. Aqui você vai encontrar textos sobre assuntos que vão de cultura pop a política, de religião a video games. Há também meu histórico profissional e meu portfolio. Conheça meus outros projetos.

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Lixo de laboratório

Bom, bom, bom. “Snakes on a Plane” não foi o sucesso que as pessoas achavam. A estratégia de marketing foi brilhante e, com a ajuda de Samuel L. Jackson e sua pose de mau, veio uma avalanche de capas e artigos que o filme jamais receberia não fosse o barulho que fez na rede…

Mas a verdade é que todo esse barulho não chegou a levar legiões ao cinema. O filme não conseguiu nem tomar a liderança de “Talladega Nights”, uma comédia bocó do Will Ferrell que já estava em sua terceira semana de exibição. Bem anêmico, hein?

Snakes não bombou porque (isso mesmo, uma tese explicando o evento depois, o que torna tudo muito fácil, certo?) tentou cientificamente reproduzir o trash. O trash bom de verdade é feito com tesão. A qualidade trash transborda do filme por outros meios. Ao listar o que faz um film trash e tentar reproduzir esses componentes, você pode estar fazendo uma homenagem, um pastiche, uma sátira, mas não está fazendo um trash de verdade.

Para mim, esse é o motivo do fracasso do filme.

Outra enorme decepção foi “Miami Vice”, mas esse filme eu não vi ainda… Falo depois.

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Uma resposta para 'Lixo de laboratório'

  1. Marília Jackelyne Diz:

    é…
    trash que é trash tem que ser natural…

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