Não quero saber, não quero saber o que aconteceu no “24″ ontem. Já baixei e tudo, mas só posso ver de noite, depois do trabalho!!!
Não quero ouvir, não tô ouvindoooooo…
Não quero saber, não quero saber o que aconteceu no “24″ ontem. Já baixei e tudo, mas só posso ver de noite, depois do trabalho!!!
Não quero ouvir, não tô ouvindoooooo…
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Fantástica esta aplicação para busca por tags (etiquetas, ou aquelas palavras-chave que você associa a uma foto no Flickr), dica do Edu Lima. Você coloca uma palavra, digamos que seja “mulher”. Recebe de volta fotografias associadas aquela palavra e outras novas palavras chaves que vão levando a novas fotos e assim por diante. É como ir associando palavras livremente, só que um monte de fotos fantásticas vêm junto.

Que Chuck Norris que nada, Cris!!! Quem realmente manda no pedaço é o sr. Eko!!
Com esse eu não me meto de jeito nenhum. O cara enfrentou o grande monstro misterioso (obviamente distorcido aqui para não estragar a surpresa…)!!!!
Hoje faz 13 anos que nós decidimos ficar juntos.
Tem um monte de baboseiras que as pessoas falam nesses momentos. Casal perfeito, feitos um para o outro e coisas do tipo. No fim, o fato é que praticamente todos que estavam juntos quando nós começamos estão hoje em outros relacionamentos e nós continuamos aqui.
Não é só amor, embora isso conte muito. É uma admiração mútua, um respeito que vai além das frases e dos elogios vazios. É querer ter o outro ao lado quando coisas bacanas acontecem, querer correr para contar, querer comentar ou simplesmente viver junto certos grandes momentos.
Já passamos por um monte de coisas em 13 anos, coisas boas e ruins. Hoje, tudo que eu consigo pensar é nas coisas das quais eu vou lembrar quando estivermos comemorando 26 anos de história. E 39, 52, 65…
A capa da Entertainment Weekly
Faltam 9 dias para a estréia do quinto ano de “24 Horas”. Jack é um casca-grossa, cabeça dura, homicida que eu adoro acompanhar. Sempre foi, sempre será.
E como é que um personagem absurdo como Bauer consegue conquistar até os mais liberais? É simples. Jack Bauer não é político. Ele lida com questões mais diretas, de sobrevivência. É algo como a velha história do juiz que precisa cumprir e manter a lei, mas que é capaz de matar um homem se tiver sua vida ameaçada. Ou do militante anti-violência que se vê obrigado a lutar com alguém para sobreviver a um assalto. As situações limite justificam qualquer coisa. E Jack respira essas situações limite.
As informações até agora são beeem superficiais e não oferecem muitos esclarecimentos a respeito do que vai acontecer. Mas a julgar pelo teaser, alguma coisa muito grande vai obrigar Bauer a sair de sua toca. Descobriram que ele está vivo e acabam de incriminá-lo. Como o vilão da terceira temporada é um Jack Bauer inglês que se volta contra os Estados Unidos, os ex-colegas do herói não demoram muito para achar que, depois de ser traído pelo governo, Bauer deve ter mudado de lado.
Não sei não. Tô com a sensação de que a vida de Palmer corre enorme perigo (ele já está em outra série, chamada The Unit, que parece ser óima, porque é do Shwan Ryan, de The Shield), afinal todo mundo sabe que a série é pródiga em matar personagens importantes. Tony e Michelle estão obviamente na berlinda também. Além disso, já está confirmado de Elisha Cuthbert volta à série, escolha óbvia por conta do fato de que Kim descobrirá que o pai não morreu e, claro, drama nascerá desse fato.
E, diabos, eu tô andando em círculos aqui. Quero é ver esses malditos primeiros episódios para saber se a série continua sendo a mais desesperadora e eletrizante da TV.
“Sou contra essa postura de levantar bandeiras para defender o homossexualismo, pois fica parecendo que ser gay é uma doença”
Ana Carolina disse isso e agora vai ter que aguentar a indignação de diversos grupos gays. Tem inclusive grupo gay EXIGINDO retratação.
Como assim? A mesma liberdade de expressão que permite que as pessoas falem de suas preferências sexuais abertamente tem que valer para quem discorda delas.
Tem alguma coisa errada aqui. Esse pensamento unificado que não permite discordância está me cansando.
O fato de a “Veja” ter usado as palavras dela para sustentar seu discurso preconceituoso e conservador é outra história. Vão catar coquinho.
Nos anos 70 e 80, era uma mania ler as aventuras de Conan, que chegou a encontrar-se com o Homem-Aranha (ok, a guerreira Sonja usou o corpo de Mary Jane também, fazer o quê?). Eram revistas nas quais você acompanhava o bárbaro cimério viajando pelo mundo em diversas fases de sua vida. A revista-símbolo desta época é “A Espada Selvagem de Conan”, lançada pela Abril na década de 80.
O bárbaro dos anos 80, 90 e agora 2000 parece mesmo ser Wolverine. O cara aparece em um punhado de revistas, consegue estar nos Vingadores e nos X-Men ao mesmo tempo e ainda ganha uma nova série que, no estilo “Espada Selvagem”, segue suas aventuras em diversos momentos de sua vida. É a ânsia da Marvel de sugar o personagem mais um pouquinho e agora prometendo amarrar todas as pontas soltas deixadas por décadas. Então, se você adora o bárbaro mutante, mal pode esperar por “Wolverine: Origin”. Se vai ser boa é outra história…
Dizendo isso, me toco que faz tempo que esse site está tomado por impressões e comentários, eu vi um monte de filmes e me abstive de comentar, sei lá porque. As boas e velhas sugestões de filmes, livros e quadrinhos vão voltar porque eu estou com vontade de falar disso de novo. É simples assim.

Os caubóis gays de “O Segredo de Brokeback Mountain”
Larry David, do ótimo “Curb Your Enthusiasm”, explicou em um editorial do New York Times porque não quer ver “O Segredo de Bokeback Montain”, o tratado de Ang Lee sobre os caubóis e a boiolice. Sei não… Depois de ler os argumentos do Larry, tô pensando em nâo ver também…
”If two cowboys, male icons who are 100 percent all-man, can succumb, what chance to do I have, half- to a quarter of a man, depending on whom I’m with at the time? I’m a very susceptible person, easily influenced, a natural-born follower with no sales-resistance.
So who’s to say I won’t become enamored with the whole gay business? Let’s face it, there is some appeal there. I know I’ve always gotten along great with men. I never once paced in my room rehearsing what to say before asking a guy if he wanted to go to the movies. And I generally don’t pay for men, which of course is their most appealing attribute.
And gay guys always seem like they’re having a great time. At the Christmas party I went to, they were the only ones who sang. Boy that looked like fun. I would love to sing, but this weighty, self-conscious heterosexuality I’m saddled with won’t permit it.
I just know if I saw that movie, the voice inside my head that delights in torturing me would have a field day. ‘You like those cowboys, don’t you? They’re kind of cute. Go ahead, admit it, they’re cute. You can’t fool me, gay man. Go ahead, stop fighting it. You’re gay! You’re gay!’
Not that there’s anything wrong with it. “
Ok, então mudou. Ponto.
Simplifiquei as coisas. Antes eu queria que o blog fosse o blog, separado de portfolio ou currículo, que você acessaria da página principal, onde estamos hoje. Mas foi ficando mais e mais evidente que o blog era a página e a página era o blog. Era algo que não tinha porque dissociar. É aí que entra o Cris, que fez o trabalho chato de cheio de pequenos detalhes de portar tudo pra o WordPress 2.0.
É uma ferramenta supimpa. Eu crio páginas, modifico layouts usando figurinos diferenciados, monto o esquema de registro de comentários e de co-editores e tudo mais que um bom site precisa ter.
Tem coisas ruins que a gente nâo pode esquecer. Por exemplo, muitas das imagens estão perdidas no limbo de diretórios malucos que eu nem sei mais quais são. Quando você encontrar alguma coisa errada, me avise por favor. Mande o permalink que eu tento consertar. Agora, com tudo que está acontecendo, é humanamente impossível mexer nisso.
Do mesmo jeito, os primeiros posts estão com problemas de acentos. Nem vou começar a pensar no assunto, porque eu ficaria maluco tentando corrigir uns, sei lá, 500 textos. Aos pouquinhos, na medida que eu for lembrando, vou corrigir o material. Um dia chego lá.
Pelas minhas contas, nestes cinco anos perdi uns seis meses de blog, apenas. Eu tive problemas com um provedor de hospedagem americano que desapareceu. Um dos meus backups funcionou e o péssimo hábito de comprar Cds virgens vagabundos acabou me deixando com outros dois backups defeituosos e irrecuperáveis. Bom, fazer o quê? Foi-se. Melhor não ficar lamentando.
Por fim, tem a chatice do registro. Peço desculpas, mas você vai ver que, mais e mais, é algo imprescindível para qualquer site que quer pelo menos minimizar o problema dos spams.