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Seja bem-vindo. Este é o blog do jornalista Alexandre Maron. Aqui você vai encontrar textos sobre assuntos que vão de cultura pop a política, de religião a video games. Há também meu histórico profissional e meu portfolio. Conheça meus outros projetos.

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Um dia fora do roteiro

Uma semana de idílio. Minha família veio passar o Natal comigo e ficamos todos juntos, brigando, brincando e rindo. Depois que o pessoal foi embora, eu e Mônica resolvemos tirar um dia de absoluta esbórnia e fomos para o Wet and Wild, em Vinhedo, ao lado do Hopi Hari.

Tem uma pá de brinquedinhos maneiros. Um deles, fantástico, é um tubo que termina em uma espécie de funil no qual você dá voltinhas como se estivesse em um ralo.

Depois, quando você diria que o dia estava resolvido, lá fomos nós para um noite em uma pista de kart indoor. Esperamos pouco menos de uma hora e fomos pros carros. Eu queria contar aqui que arrasei e fiquei em primeiro lugar, mas não cheguei nem perto disso. Sou grande e beeeem pesado e isso já fazia meu carro ser mais lento do que a média. O carro ficou pequeno, meus pés ficaram bem desconfortáveis e meu quadril ficou apertado naquele banquinho. Além disso, sou ruim mesmo. Na tomada de tempo, fiquei em 16o. lugar entre 20 pilotos. Na corrida, fiquem em 14o., na frente da Mônica, pelo menos, porque senão ia ter que aguentar as piadinhas a semana toda.

A corrida da Mônica, aliás, foi um capítulo a parte. Ela causou dois mega-acidentes. Um deles chegou a envolver cinco carros ao mesmo tempo e paralisou a prova. Depois, em outra batida, conseguiu quebrar o carro e precisou ir pegar um kart reserva pra terminar a prova. O mais engraçado é que ela é muito melhor motorista do que eu no trânsito. Eu sou desatento e não gosto mesmo de dirigir. Mas na pista tudo muda de figura. É muito legal pensar a coisa toda em termos de estratégia. Escolher a trajetória e a forma de correr para diminuir as minhas desvantagens naturais.

Mas a parte chata foi que tantos acidentes não podiam acontecer sem que rolasse algum tipo de resultado ruim. A Mônica lesou os ligamentos  e pode ter quebrado um ossinho do pulso. E cá está ela com o braço imobilizado em plenos festejos de fim-de-ano.

De qualquer modo, fiquei feliz de termos conseguido desviar das nossas rotinas normais e procurar fazer coisas que não costumamos fazer. Só espero que a Mônica não mantenha o ritmo de se machucar cada vez que a gente sair do roteiro…

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