O mundo mágico do Photoshop

Em vez de corrigir os defeitos, por que não colocar um pouco mais de realidade? (direto do Superficial)

Qual Chavez?

Aqui do Brasil, é tão engraçado ouvir bravatas de Fidel ou de Hugo Chaves quanto deve ser para os estrangeiros assistir às gafes de Lula.

Mas assim como essas gafes e as falcaturas do grupo lulista têm pouca graça pra nós, eu imagino o que devem sentir os venezuelanos quando seu presidente (mais parecendo Chaves, o personagem daquele humorístico tosco do SBT) fica falando besteiras como essa de que o presidente dos EUA saiu com “o rabo entre as pernas” da 4ª Cúpula das Américas.

Sempre que acontecem coisas como essa eu lembro, de novo, do cavaleiro negro do “Monty Python e o Cálice Sagrado” que, mesmo vendo seus braços e pernas decepados e com sangue jorrando de seu corpo, saltita gritando para seus oponentes que o combate foi empate.

Eu não compactuo desse pensamento pasteurizado de que Chavez é só um ditador ou coisa que o valha, porque pateticamente parece que todos os ditadores de esquerda foram assassinos sanguinários e que todos os governos de direita são uma maravilha, criadores de mundos perfeitos. Não há exceção, só um pensamento único feito para colar em mentes lavadinhas, prontinhas pra pensar o que lhes mandam.

Liberdade de expressão…

Como diz o Cris, Liberdade de expressão é o direito que você tem de concordar comigo.

A Veja sempre foi uma revista arrogante (Sim, trato como se fosse pessoa, porque é assim que a coisa funciona. A revista tem uma personalidade moldada ao longo de anos. Um assunto pra ser aprofundado em outro texto…), mas a coisa toda tem passado dos limites de uma forma que se tornou absolutamente insuportável mesmo pra mim que sou obrigado a ler um pouco de tudo não necessariamente pra me manter informado dos acontecimentos do mundo, mas do que está rolando no mercado editorial em geral.

Primeiro foi todo o enfoque grosseiro e desonesto durante a crise das falcatruas governamentais, com mensalão e coisas do tipo. Quem acompanha esse blog sabe que, na mesma medida que votei no PT, não tive problemas para condenar seus políticos pelas práticas criminosas. No entanto, acho podre que a revista pule em cima do PT mas ignore as denúncias contra o PSDB. São dois pesos e duas medidas.

Algumas semanas atrás, em vez de fazer uma reportagem equilibrada sobre o desarmamento e, ali dentro, revelar sua opinião, a revista contorceu as regras do bom jornalismo e fez uma capa dizendo que votava “NãO”, como se votar “SIM” fosse um absurdo.

Completou suas pataquadas dando suas páginas amarelas a um ressuscitado Fagner… …para que ele descesse a lenha na campanha nos artistas que votaram SIM. Quem é mesmo Fagner? Quando que, fora do contexto de uma campanha como essa, um artista decadente ganharia um espaço deste tamanho na revista que se julga a mais importante?

Por fim, o que dizer de coisas patéticas como esta babação em cima do Steven Levitt? O livro do cara é interessantíssimo, sim. Leitura para gerar debates sem fim. Mas ele ganha peso maior porque algumas de suas teses se aproximam das mistificações semanais da revista. A melhor delas é a de que os pais têm que se preocupar com piscinas em vez das armas de fogo. O argumento, completamente imbecil, é usado duas vezes na rep… Desculpe, não merece a denominação. Vamos chamar de redação. O que esse texto faz é, criminosamente, limpar o argumento de sua construção lógica original e transformá-lo em algo vazio, feito para ganhar discussão. Não é tão simples assim, e Levitt sabe disso. A Veja também sabe, mas finge que não. Joga informações desconexas, desencontradas na mesa para que sua tese pareça estar sendo corroborada por um gênio. É pura desonestidade e má fé.

E, claro, por fim, há o argumento básico de que é preciso liberar a compra de crianças e orgãos (!!). O uso desse argumento é tão mesquinho que chega a feder nas narinas de quem lê. A proibição da venda de órgãos (ou de crianças para adoção) é algo básico e um mecanismo para evitar que uma pessoa muito rica pule a frente de outra que tem menos dinheiro na hora de conseguir um fígado, por exemplo. Mas é claro que quem tem muito dinheiro se acha especial por isso e, ao se ver precisando de um órgão, não gosta muito de seguir regras e se ver preterido em favor de um zé ninguém. Como é que uma pessoa que tem tudo, que é poderosa, pode se ver incapaz de se salvar? “Como é que um mulambo qualquer tem um rim e eu não?” São questões básicas dos ricos, afinal.

E o argumento furadíssimo é o de que, se no fim, o sistema vai ser corrompido, vamos abrir as portas, ora. É mais um caso no qual o argumento é alterado de acordo com a situação e com os interesses do momento. Se o roubo sempre vai haver, vamos liberar o roubo. Se o assassinato sempre vai acabar acontecendo, libera, oras. Essa lógica do absurdo está sempre surgindo quando é alguém rico que sustenta a argumentação. Então, se a proibição de alguma coisa seria burlada por alguém, vamos esquecer essa proibição e vamos deixar TUDO de lado. Será que tem um amigo de um amigo de alguém poderoso tendo problemas com fila de transplante de órgão?

Inacreditável. O leitor que se dane, coitado…

Update: E a Mônica também escreveu seus dois centavos sobre a revista

Pintou sujeira

A atividade do fim-de-semana foi pintar a casa.

Não me divirto muito com essas coisas não. Em filmes, esse tipo de atividade acontece em um clipe de uns 70 segundos em que os personagens aparecem em seu melhor visual durate todo o tempo do trabalho duro e chato de pintar uma casa.

Na vida real, dura um dia inteiro (ou mais), você se vê fazendo algumas boas trapalhadas e lidando com um cheiro que te deixa com náuseas por dias. Tudo bem que a Mônica consegue ficar lindona mesmo pintando uma parede, mas eu sou um tosco.

Não quero brincar mais. Manda um pintor aqui. Di grátis, claro :o )

O que faltou dizer sobre os vilões de Homem-Aranha 3…

Por mais que exista uma diferença enorme entre os nomes Venom e Homem-Hídrico, um erro que nem uma atriz hollywoodiana cabeça-de-vento chamada Kirsten Dunst iria cometer, não vamos descartar a possibilidade de que esse papo de Venom como vilão seja uma distração.

Pode ser que, na verdade, Topher Grace esteja se preparando para interpretar o tal homem que vira água. Não é nada impossível, já que o Homem-Areia e o Hídrico já lutaram juntos contra o Aranha. O principal problema aqui é que, efeitos especiais a parte, ambos nunca renderam nada muito bacana. Então Raimi vai ter que se desdobrar no terceiro filme.

Otrep oatse e …odniv oatse sele

Eles estão vindo… E estão perto.

Sony joga areia em Homem-Aranha 3


Thomas Hayden Church encarna Flint Marko o Homem-Areia

O que todos suspeitavam e que foi aparentemente confirmado por Kirsten Dunst algumas semanas atrás começa a se confirmar: Thomas Hayden Church (Sideways) será o Homem-Areia, um dos dois vilões de Homem-Aranha 3, que estréia em maio de 2007 (Notícia no Superhero Hype e imagem final no site oficial do Aranha).

O outro vilão, interpretado por Topher Grace (That ´70s Show), seria, segundo o relato de Dunst, o Venom. A idéia faz sentido, já que Raimi gosta de ter temas bem definidos em seus filmes, ter dois vilões que mudam de forma parece uma boa idéia. Não faria sentido ter Venom em um outro filme depois de mostrar o Areia, e vice-versa.

Para dizer a verdade, eu não gostei muito dessa primeira foto. Acho meio fake e coloridinha. Mas Church está a cara do Homem-Areia, sem ter o que tirar nem por.

O gato mais esperto do mundo

Mary Alexandre, esse colosso da inteligência nacional, diz ao Focinhos o que seu gato faz de especial:

Fo: O Joca possui alguma mania?
MA: Não chega a ser uma mania, mas sempre quando eu chego ele já está me esperando na porta. Acho isso muito bonito da parte dele, ainda mais se levarmos em conta que os gatos são mais independentes, ao contrário dos cachorros.

Deve ser o primeiro gato a fazer isso na história da humanidade.

Minha nova conexão voa

4 mbs por segundo…

E pensar que eu usei modem, linha discada e de pulso um dia…

Jack is back… Again!

“To the world, he is dead

But soon, he will become the most wanted man alive”

Com essas palavras, presentes no primeiro promo real exibido na TV americana, começa a contagem regressiva para a quinta temporada de “24 Horas”.

* * * Cuidado, se você não viu o final do quarto ano de “24″, não leia a seguir…. * * * * ** * * * *

No final da temporada anterior, para escapar de ser entregue aos chineses (em uma missão desastrada, a equipe de Bauer causou, inadvertidamente, a morte de um diplomata), Jack simula sua própria morte e desaparece no horizonte. Uma coisa bacana, contando que o governo americano simplesmente o abandonou aos lobos depois do cara ter salvado milhares de vidas ao pegar o terrorista mais cheio de planos da história, Habib Marwan.

A narração do promo indica que, depois de um intervalo que pode ir de 18 meses a três anos, Jack será localizado e caçado, pelo menos, pelos serviços secretos de Estados Unidos e China. Ai, ai, ai…