A Rosana Hermann é exatamente como eu imaginava: inteligente, articulada e divertida.
E nem parece ter 48 anos, viu?
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A Rosana Hermann é exatamente como eu imaginava: inteligente, articulada e divertida.
E nem parece ter 48 anos, viu?
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Minha sitcom-pessoal (ou seja, minha vida) teve episódio especial este fim-de-semana, com participação especial da minha manna.
Cheio de momentos hilariantes, uma pá de risadas e revelações bombásticas.
A vida pode ser muito boa ;o)
“Eu estava sendo gentil, porque queria que a gente se entendesse melhor, tipo Bruce e Demi. Não imaginava que a gente ia se entender três vezes em uma noite…”
Earl (Jason Lee) em uma conversa com sua ex-mulher Joy (Jaime Pressly), pouco antes do casamento dela com o Crab Man em “My Name is Earl”, o anti-”Touched by an Angel”.
É a melhor sitcom do ano fácil. É difícil rir de alguma outra coisa depois de ver “Earl”.
Bom, tem o Pitoco…
O que mais se viu na campanha do “SIM” e do “NÃO” foi retórica vazia. Um monte de argumentos que só servem para ganhar uma discussão. EU usei essa expressão várias vezes e ela se refere a um recurso comum no direito que é o de usar um argumento aparentemente válido, no qual não se acredita, no afã de esgotar um assunto e “ganhar” uma discussão.
Não é a busca pelo entendimento, nem pelo acordo e nem pelo “estar certo”. É a tentativa de esgotar o “inimigo”, o “oponente”.
Como eu disse, havia um monte de argumentos vazios de lado a lado, o que tornou a discussão estéril e infrutífera.
Aí, agora a coisa toda ganha novas cores quando chega a hora de falar do fechamento de contas dos comitês do “SIM” e do “NÃO”. Veja o que conta a coluna-blog de Josias de Souza, na Folha Online:
Vitoriosa no referendo do último dia 23 de outubro, a campanha do “Não”, que se opôs à proibição do comércio de armas no país, foi financiada por dois gigantes do comércio nacional de armamentos e munições: Taurus e a CBC (Cia Brasileira de Cartuchos). Juntas, as duas empresas doaram à “Frente do Não” mais de R$ 5 milhões.
(…) a CBC foi a campeã de doações, com cerca de R$ 2,6 milhões. A Taurus contribuiu com cerca de R$ 2,4 milhões. O custo total da campanha do “Não” foi de cerca R$ 5,6 milhões. Terminou no azul. Não sobrou um tostão de dívida.
A contabilidade da “Frente do Sim” exibe realidade bem diferente. Derrotada nas urnas, perdeu também no front da coleta de verbas. Angariou cerca de R$ 2,4 milhões, menos da metade do que foi arrecadado pela frente adversária. Terminou a campanha no vermelho. Amarga uma dívida de cerca de R$ 320 mil. Seus integrantes não sabem de onde vão tirar esse dinheiro.
O deputado Alberto Fraga (PFL-DF)(presidente da “Frente do Não”), acha, porém, que não se poderia esperar coisa diferente: “Quem iria pagar essa conta? Não poderia ser nem a Águas de Lindóia nem a Cervejaria Antárctica. Nossa contabilidade é transparente. Não temos caixa dois. É tudo por dentro. Graças a Deus não ficamos com dívidas.”
Secretário-geral e tesoureiro da “Frente do Sim”, o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), pensa de outro modo: “Fica comprovado que os que foram favoráveis ao comércio de armas, a pretexto de defender um direito do cidadão, estavam defendendo na verdade o lucro das empresas de armamentos. A máscara caiu.”
As doações à campanha do “Sim” foram mais diversificadas. Alguns exemplos de doadores: Ambev, com cerca de R$ 400 mil; CBF (Confederação Brasileira de Futebol), R$ 100 mil; e Prestadora de Serviços Estruturar, R$ 400 mil.
A despeito do viés francamente favorável à campanha do “SIM”, colocados como coitadinhos, endividados e paladinos da paz e do bem, as informações brutas não deixam de ser valiosas. É um caso clássico em que um grupo usa o argumento do direito constitucional (pra mim completamente furado, como eu já disse antes) quando o importante é não perder consumidores.
Na prática, quando Jerry Siegel e Joe Shuster criaram o Superman (ou Super-Homem), em 1938, deram o pontapé inicial em uma espécie de mitologia moderna, a era dos super-heróis.
Quem ignora a força deste arquétipo está esquecendo uma das tendências mais básicas do ser humano: a busca eterna da superação. Somos pouco mais (ou menos) do que primatas em termos de estrutura física e ainda assim, construindo instrumentos, nos dispomos a superar nossos limites. Se há um rio, construímos uma ponte, um barco, inventamos formas de cruzar a nado. Demos um jeito de voar, de mergulhar e fomos tomando o controle (relativom, eu sei) do mundo. Tudo porque queríamos fazer o que parecia impossível.
E ele pode fazer tudo isso, sem esforço. Vi na semana passada o trailer do novo filme, “Superman Returns”, que estréia no ano que vem, e fiquei embasbacado. Monólogo de Marlon “Jor-El” Brando, imagens intrigantes e, ao fim, você percebe que o herói flutua no espaço, olhando para o planeta Terra, como se as palavras de Jor-Brando estivessem ecoando na sua mente. Ele dispara na direção do planeta e você está praticamente caindo da cadeira.
O Superman não é meu personagem predileto (você sabe que é o Homem-Aranha, que chega de novo às telas em 2007), mas é a personificação do herói perfeito. Ele poderia ser um semi-deus, dominar o mundo e em vez disso usa suas habilidades para ajudar as pessoas. Ok, ok, ele na verdade luta pelo American Way of Life, mas o que importa é o arquétipo e não a franquia.
Pena que não há um Superman à solta por aí… Se bem que, em termos de ser uma pessoa absolutamente pelo bem comum, eu tenho minha escolha.
No dia 16, quando eu já estava tentando, por 3 dias, acessar uma mensagem do Grupos.com.br, eu fiz um post aqui neste blog reclamando da imbecilidade que é um servidor de mensagens de um site de grupos de discussão não funcionar.
Mandei uma pergunta e recebi a resposta abaixo:
AJUDA & SUPORTE GRUPOS.COM.BR
Sua dúvida foi respondida:
——————————————————-
Caro usuário,
Estamos passando por manutenção anual do sistema. Infelizmente somente
desta maneira, podemos oferecer um serviço de qualidade durante o
restante do ano para nossos usuário.
Atenciosamente
Equipe Grupos.com.br
Ok, hoje é dia 22 de novembro e nada aconteceu. Continua lá a mensagem de servidor em manutenção. Termina com um irritante “tente mais tarde”.
Antes de chegar a Camburi, precisei passar por Cubatão. De noite, é a visão mais pura do pesadelo. Um ar pesado e fedorento, muita neblina e aqueles fogos flutuantes que dão nos nervos, os flares. São como fornos crematórios (em uma analogia beeeem livre, por favor), incinerando o que não serve para a refinaria…
Tudo isso aprisionado por fios, mais fios e postes. Foi o que me deu a idéia da foto acima…
Mas Camburi foi ótimo pelo menos. Comi no Manacá (lindo e com uma cozinha fantástica, destaque pro escondidinho de camarão) e no Cauim, que é meio que um dos precursores da alta gastronomia da região. Almoço e jantar fantásticos. No caminho do paraíso, tinha que ter um inferno.
Lost é tão boa, tão boa e está fazendo tanto sucesso que os caras se dão ao luxo de exibir dois episódios seguidos sem nenhuma cena dos dois personagens mais populares, Jack (Matthew Fox) e Kate (Evangelyne Lilly).
Nenhuma.
Até aqui Damon Lindelof e sua trupe estão fazendo tudo certo porque estão deixando que a história seja contada do jeito que tem que ser. Eles estão fazendo a música deles, do jeito deles.
Estão também se dando o direito de inventar umas firulas brilhantes. A sequência de abertura do primeiro episódio do segundo ano é antológica ao brincar com as expectativas do público. O Segundo episódio deixa o espectador desesperado quando, ao final, ele nota que está exatamente no mesmo ponto em que foi deixado na cena final do capítulo anterior…
Agora, um outro episódio conta a história certa na hora certa e prepara o espectador para a próxima semana. O título: Collision.
Alguém me explica como é que o servidor de mensagens do Grupos.com consegue ficar em manutenção durante dias? Digo, aquilo não é um site de grupos de discussão? Pra que serve um site como esse sem o servidor de mensagens?
Melhor ainda, eu estou tentando ser excluído de uma das comunidades de lá e eles simplesmente ignoram meu pedido. Que site ruim do inferno!!!