Tired
Eu faço revista. Amo esses artefatos de papel. São máquinas que funcionam com a ajuda do ser humano. Nós usamos nosso conhecimento prévio de uma série de convenções para saber o que é uma capa, que temos que virar as páginas para seguir absorvendo as informações que estão ali na publicação, o que é um título e o que é uma legenda. É uma maquininha fascinante que partilha sua tecnologia com jornais, livros e afins.
Mas as revistas tiveram e terão que se reinventar muito nos próximos anos. Pense na “Wired”, que lançou sua edição anual (e, para quem curte o assunto, imperdível) de testes. É impensável os caras fazerem isso e não haver um novo ipod, que toca vídeo, ali no meio.
Provavelmente, a revista foi fechada antes do anúncio do novo tocador da Apple e os caras já estavam na gráfica. Como o leitor não tem nada a ver com isso, azar o nosso. Problemas que uma mídia como essa tem que enfrentar. Problema maior para uma revista que tem o compromisso de ser muito mais antenada do que as outras.
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16/06/03 às 2:09
Cara, eu assisti a pré-estreia de crube do assinante do “O Grobo” aqui no Rio e também achei o filme muito bom.
A montagem do filme é espetacular e deve ter dado um trabalho dos diabos! Mais ainda por que ficou muito bom.
A trama é muito bem montada e as atuações estão fantásticas.
Só não achei o sotaque de gaúcha da Luana Piovanni muito convincente. Mas afinal, quem vai reparar no sotaque da Luana com tanta coisa melhor pra reparar nela!
16/06/03 às 2:58
depois de ver o trailer, fiquei com uma puta vontade de ver esse filme. vou separar um tempinho esta semana para isto.
ah, concordo com vc, o lázaro ramos é sensacional!
16/06/03 às 15:46
Achei que a Luana mandou bem no sotaque, sim. E o filme é muiiito maneiro, delícia de assistir.
29/10/05 às 12:12
Tive a oportunidade de folhear nesta semana uma Wired numa das mega-bancas de revistas do Conjunto Nacional.
Me deparei com uma Naomi Watts linda, e um Peter Jackson em processo de metrossexualização avançada…;-P
Mas anyway, acho que a revista hoje está muuuito mais “certinha” e “careta” do que naqueles tempos loucos de 1996 (considerada a fase áurea da revista)…