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Seja bem-vindo. Este é o blog do jornalista Alexandre Maron. Aqui você vai encontrar textos sobre assuntos que vão de cultura pop a política, de religião a video games. Há também meu histórico profissional e meu portfolio. Conheça meus outros projetos.

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Lollapalooza: fan time, fun time


O momento em que Tom Meighan me entrega meu encarte autografado por ele e todo o o Kasabian

Nada de trabalho. Nada de credenciais de imprensa e formalidades. Vi o show do Kasabian no Lollapalooza, em Chicago, entrei na fila e agora tenho os autógrafos de toda a banda no encarte do meu CD. O show de domingo foi espetacular, viu, Xu?

Logo depois, assisti à apresentação do Arcade Fire e fiquei emocionado. Os moleques fazem uma zona sem tamanho no palco e tocam um som lindo de morrer, com toques de bossa nova e rock da virada dos 60 pros 70. No fim, Win Butler, alucinado, se jogou no meio da multidão e saiu andando e saudando os fãs. Será que o Bono consegue sair vivo de uma gracinha dessas?

O show do Kaiser Chiefs, no sábado, também foi uma delícia. O Ricky Wilson chegou rouco de Washington e foi gastando o pouco de voz que lhe sobrara nos hits do grupo que se prepara pra ser o próximo Franz Ferdinand nas paradas americanas. Quando ficou quase afônico, chamou dois fãs na primeira fila e pediu que eles cantassem “Oh My God” no palco. Não sei se eram fãs mesmo ou se a coisa foi armada, mas que foi apoteótico, isso foi.

Momentos antes, o lider do (International) Noise Conspiracy mandou as gravadoras irem catar coquinho e recomendou: “Baixem nosso album na Internet!!!”.

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7 respostas para 'Lollapalooza: fan time, fun time'

  1. Marcelo Cabral Diz:

    Pois é Alex, eu tbem tenho “medo de não gostar” pq o tcham de Matrix que é a revelação da verdadeira “realidade” já está revelada, agora tudo pode se resumir a sequencias de luta e perseguição legais e cheias de efeito, será difícil criar outra surpresa daquelas.

  2. Marcelo V. Diz:

    Finalmente eu vi primeiro “Matrix”, anteontem, na TNT. Achei legalzinho, mas nada dessa revolução toda que muita gente fala (talvez, se eu o tivesse visto nos cinemas, na época do lançamento, eu tivesse me entusiasmado um pouco mais).
    Os grandes destaques são, justamente, as cenas que se tornaram antológicas e que foram, merecidamente, satirizadas à (quase) exaustão.
    Mas, em termos da combinação ficção científica + thriller, eu sou muito mais o primeiro “Alien”, sem dúvida.
    Agora, que os Wachowski são bons de marketing, isso não dá pra discutir. Vou ver o “Reloaded” no cinema, numa boa.

  3. Marcelo V. Diz:

    Ah, e eu achei que a “surpresa” do primeiro filme viesse apenas no final, um desses “turning points” poderosos como o visto em “Os Outros”, por exemplo. Mas a tal “realidade” até que aparece bem cedo…
    Outra coisa que todo mundo dizia do filme e com a qual eu não concordo é: “a história é bem fechadinha e não dá vazão a continuações”. Pelo contrário, achei que o filme deixou uma caminha bem preparada para uma seqüência…

  4. Marcelo V. Diz:

    Nossa, a Bahiana realmente destruiu o filme… Ah, legal.

  5. Alexandre Diz:

    Sabe o que é engraçado?
    Para mim o filme não teve surpresa nenhuma. Eu saquei a história logo no início, talvez porque eu sou fã de carteirinha de ficção científica. Gostei foi do saladão bem misturado mesmo.

  6. Vanessa Diz:

    Já leram a Super Interessante deste mês? Medo, muito medo!

  7. mytasxg qrtquo Diz:

    PREVED!

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