A modéstia não serve para nada
De Romário, uma frase lapidar sobre seu novo queridinho, o jogador Robinho:
“Eu nunca fui de dar exemplo, tomara que ele não faça 80% do que eu fiz fora de campo, mas se fizer 60% do que eu fiz em campo, já será um grande jogador.”
12/05/03 às 20:05
É, eu assisti “Carandiru” e também achei que o personagem do médico ficou muito apagado. Disse Babenco (ou o próprio ator, não me lembro) que isso foi proposital, para que o médico não se envolvesse emocionalmente com os personagens, mas que apenas servisse de “ponto de referência” ou interlocutor aos presos, para que estes contassem suas histórias de vida. Em todo caso, e sem nenhum juízo de valor, eu acho que a vida dentro da cadeia e mesmo o episódio da rebelião foram meio “romanceados” no filme. Nesse ponto, o público foi “poupado” tanto das crueldades cometidas pelos delinqüentes perigosos dentro da prisão quanto das brutalidades cometidas pelos Policiais que invadiram e chacinaram os detentos. Por mais que o filme seja de ficção e baseado em um romance, a falta de realismo de algumas cenas o tornou, em certos momentos, inexpressivo diante da importância do tema tratado.
20/05/03 às 13:30
É verdade, concordo. Também não gostei da voz em off do narrador. Achei que ficou artificial.