A mania dos scraps

Se tem um negócio idiota é aquele maldito scrap do Orkut. Porque diabos as pessoas preferem colocar uma mensagem ali em vez de mandar um e-mail?

Eu não posso acessar o Orkut de lá do trabalho, logo recebo a mensagem me avisando que tem um scrap lá meu profile e só posso lê-lo no final do dia, quando chego em casa. Assim não dá.

Já temos uma das mais geniais invenções, que é o e-mail. Pra que inventar e usar uma coisa que é pior?

Se os participantes do BBB escrevessem…

A coluna do Kike no UOL tem os trechos errrr… reais dos diários dos participantes do Big Brother Brasil.

Vale uma lida

Dammmmmmmit!!!

Para quem não sabe, os drinking games são reuniões de amigos que colocam uma garrafa de vodka, ou tequila ou qualquer coisa do tipo na mesa e fica assistindo a uma série. Cada um escolhe um personagem e uma frase assinatura. Digamos Joey com seu “how you doin” ou Janice e seu “oh… my… go-o-od!!!”. Quando seu personagem diz a tal frase, a pessoa
deve beber uma dose.

Pois em “24″ já temos termos como “socket”, “station”, “satelite” “effective immediately” e, claro, o indefectível “dammmmmmit!!”, que Bauer adora vociferar.

Mas todo esse papo serve pra dizer que, nesta altura é possível dizer que, sim, o quarto ano parece o mais sólido da série. Não há tramas ruins ocupando espaço e enervando o espectador, como aconteceu no segundo ano com Kim e no ano passado, com o presidente Palmer. Jack está mais destemido e fodão do que nunca, seus objetivos são claros e você conhece aqueles personagens e se importa com eles.

Uma das grandes sacadas este ano foi ver uns dois episódios terminarem sem que uma ameaça enorme fungasse na nuca dos heróis. O ponto da virada da hora, aquele momento em que tudo dá errado (se eu fosse o Jack, iria me desesperar sempre que batessem os 10 minutos finais de uma hora cheia qualquer…) foi usado para deixar o espectador preocupado com o que vai acontecer com o relacionamento dos personagens.

E, acredite, você vai delirar quando souber o que aconteceu com o Tony.

Quem vigia este filme?


O simpático Smiley é o alfa e o ômega de “Watchmen”

Estou de plantão esperando a estréia de “Watchmen – O Filme”. Roteiro de David Hayter, que é mais ou menos, e direção de um cara chamado Paul Greengrass (“Domingo Sangrento” e “A Supremacia Bourne”), que me dá muita, muita esperança.

Estou curioso para saber o que os caras vão fazer. “Watchmen” era uma genial pensata de Alan Moore sobre o que estava acontecendo no mundo na era Reagan-Thatcher sob a forte influência do liquidificador da cultura pop.

Para muitos, a obra é inadaptável, porque é meio dispersa. Besteira. Eu arrisco dizer que Hayter vai simplificar a trama para a jornada do Roscharch em busca do assassino do Comediante. Mas o que a gente não pode esquecer é que a trama é isso mesmo, oras.

O que há de brilhante é que esse esquema convencional funciona como o fio condutor do tour de force filosófico de Moore. Então, se sabemos que “Watchmen – O Filme” precisa ter foco para funcionar, é óbvio que também precisa não esquecer de se dispersar um pouco ou corre o risco de virar um filme banal, monotemático, corriqueiro, tudo que a obra que o originou não é.

Se você está perdido…

…preste atenção a esses números: 4, 8, 15, 16, 23 e 42.

Mas tome cuidado.

Eu sou normal!!!!

Da coluna Ooops!, da Folha Online

Gente como a gente
Estudando no primeiro ano de Letras na PUC em Campinas, a (ótima) cantora e (péssima) atriz Sandy avisou a secretaria da universidade que não quer saber de regalias por ser famosa e rica. Afirmou que não aceitará nenhum tipo de tratamento diferenciado. Declarou ainda que, sim, quer ser considerada por todos uma aluna absolutamente comum…

Só tem um detalhe…
Sandy não disse tudo isso pessoalmente. Ela mandou um assessor.

Hahahahahahahahaha!
:-) )

Depois da barriga, “Lost” recupera o prumo

Foi asustador ver como “Lost”, que começou bem, passou a apresentar episódios sem muita inspiração. Mas da semana passada pra cá a coisa começou a andar e a série entrou em uma reta final arrasadora.

O que leva o espectador ao desespero é sacar como há pistas espalhadas pelos episódios, mesmo aqueles chatos. Os personagens parecem estar ali por algum motivo muito, muito estranho e a casualidade é cada vez mais uma tese a ser abandonada.

E agora que a série estreou no Brasil, tente imaginar quem vai ser o personagem que vai morrer no final deste primeiro ano…

* * *

Em “24 Horas” a coisa esquenta ainda mais. O episódio desta semana é uma espécie de demarcador do meio da temporada. A trama está indo em outra direção e por alguns minutos temos a sensação de que os roteiristas se perderam e ficaram sem história. Mas aí eles detonam uma cena de ação nos 15 minutos finais e recuperam o ritmo.

Como em toda série. “24″ passa a ser sobre os personagens mais do que sobre a trama do ano. Continua sendo uma das horas de TV que passam mais rapidamente.