Para quem não sabe, os drinking games são reuniões de amigos que colocam uma garrafa de vodka, ou tequila ou qualquer coisa do tipo na mesa e fica assistindo a uma série. Cada um escolhe um personagem e uma frase assinatura. Digamos Joey com seu “how you doin” ou Janice e seu “oh… my… go-o-od!!!”. Quando seu personagem diz a tal frase, a pessoa
deve beber uma dose.
Pois em “24″ já temos termos como “socket”, “station”, “satelite” “effective immediately” e, claro, o indefectível “dammmmmmit!!”, que Bauer adora vociferar.
Mas todo esse papo serve pra dizer que, nesta altura é possível dizer que, sim, o quarto ano parece o mais sólido da série. Não há tramas ruins ocupando espaço e enervando o espectador, como aconteceu no segundo ano com Kim e no ano passado, com o presidente Palmer. Jack está mais destemido e fodão do que nunca, seus objetivos são claros e você conhece aqueles personagens e se importa com eles.
Uma das grandes sacadas este ano foi ver uns dois episódios terminarem sem que uma ameaça enorme fungasse na nuca dos heróis. O ponto da virada da hora, aquele momento em que tudo dá errado (se eu fosse o Jack, iria me desesperar sempre que batessem os 10 minutos finais de uma hora cheia qualquer…) foi usado para deixar o espectador preocupado com o que vai acontecer com o relacionamento dos personagens.
E, acredite, você vai delirar quando souber o que aconteceu com o Tony.