Mais que um assoprinho
16/01/05Nem os machucados curam como antes.
E eu estou oficialmente ficando velho. Antes, eu pensava que comprar isso em uma farmácia era algo pro futuro. Muito pro futuro…
Chegou.
Nem os machucados curam como antes.
E eu estou oficialmente ficando velho. Antes, eu pensava que comprar isso em uma farmácia era algo pro futuro. Muito pro futuro…
Chegou.
Está impossível. Meu site recebe centenas de comentários-spam por dia, de forma incontrolável. Ou eu tiro os comentários do ar, ou vou ter que mudar toda a estrutura.
È como ter um monte de vândalos invadindo a sua casa e pichando todas as paredes. Eu até guardo os nomes para me certificar de nunca comprar de quem me mande um spam e tenho ainda mais ódio deste tipo de spam que vandaliza meu site.
Como eu planejo fazer uma mudança radical aqui, já vou tentar arrumar uma solução definitiva. Ou pelo menos definitiva enquanto dure.
Um diretor bacana, com um monte de bons trabalhos no currículo e uma postura ética e profissional irretocável ou em um ex-roteirista de cinema e ex-escritor fracassado que arrumou uma mamata em uma revista e ganha a vida tentando desesperadamente criar polêmicas artificiais.
Dá para levar a sério um cara que pega um assunto do momento e escreve algo que vai contra o que um grupo está achando, mesmo que ele, eventualmente, concorde com aquilo sobre o qual escreve contra?
Hummm… Difícil…
O quarto dia de “24″ começou. Até aqui, tudo parece no lugar. As cenas sempre espetaculares (como se cada episódio custasse muito mais do que deve realmente custar) e a tensão beirando o insuportável se repetem de um modo que você não consegue desgrudar o olho da telinha.
Mas aí o episódio especial de duas horas acaba, sua mente clareia de toda aquela tensão e os furos do roteiro começam a surgir. Foi assim no ano 3. Mas quer saber? Eu gosto da série mesmo assim.
No terceiro ano, a histeria da trama estava beirando o insuportável, mas os autores conseguiam suspender a minha descrença o suficiente para que assistir ao episódio fosse uma experiência emocional fantástica. Além disso, a limpada geral que eles fizeram no elenco fez com que a gente realmente não soubesse quem ia chegar vivo ao final.
No entanto, embora em “24″ não seja possível dizer o que realmente está acontecendo e as viradas sejam uma tradição, parece que os autores aceitaram que não dava para arranjar uma ameaça nova para Jack e optaram por reciclar. Mas, sabe como é, é melhor esperar um pouquinho para você ver com seus próprios olhos.
Assim, vamos em frente olhando Jack e seus amigos como arquétipos heróicos. Eu finjo que “24″ não é uma série que glorifica personagens que são a cristalização de toda a escrotidão da política internacional americana. Se eu pensar assim, vomito meu jantar a cada episódio.
O que os canais pagos estão fazenedo que ainda não compraram “Lost” para exibir por aqui?
A série é, junto com a excelente “Desperate Housewives”, a melhor novidade da nova temporada e é considerada a responsável pelo renascimento de “Alias”, que teve sua maior audiência na última quarta, quando reestreou justo após de “Lost”.
Para quem não sabe, a série conta as aventuras de 48 naufrágos que sobrevivem a um acidente de um avião comercial que voa da Austrália aos Estados Unidos. Eles agora estão perdidos em uma ilha deserta e precisam sobreviver, se organizar, se entender.
Entre os destaques do elenco estão Matthew Fox, o Charlie de “Party of Five”, e Terry O’Quinn, o Darius Michaud, de “Arquivo X”. Com principal revelação, a bela Evangelyne Lilly.
Até aqui, os escritores estão conseguindo manter a tensão e o suspense e é impossível não ir se apegando aos personagens. No último episódio que eu vi, um deles esteve às portas da morte e eu confesso que senti um friozinho na barriga.
Seguindo a lógica, o canal Sony, que exibe “Alias”, da mesma produtora, deveria estrear “Lost” por volta de março ou Abril. Essa época, é o mideseason deles e Se você quer ver a série na TV o mais rápido possível, vá no site do canal e mande um e-mail.
Rapha, BOM-TI-VÊ.
Texto hilário do Tiago Teixeira na sempre interessante Contracampo
“(…) deveria ser feito um trabalho mais sério para convencer os atores de que eles são os seus personagens. Seria um grande avanço para a sociedade. Pequenos grupos de uma força especial composta de atores enlouquecidos poderiam ser criados, salvando o mundo de ameaças que ninguém mais seria capaz de conter. Convençam Lucy Liu, Drew Barrymore e Cameron Diaz de que elas podem realmente se pendurar em helicópteros e dar golpes de kung fu em posições insinuantes. O mundo precisa de mais grupos de cocotas que lutem contra o crime.”
Uma página de silêncio.
Vá em paz, mestre.
Eu não tenho o que dizer. Leia sobre ele em:
Coca-Cola substitui refrigerantes por sucos em escolas belgas (Diretodo UOL Últimas Notícias)
Bruxelas, 4 jan (EFE).- A Coca-Cola deixou de vender refrigerantes nas escolas primárias da Bélgica e, desde o início do ano, só oferece em suas máquinas suco de laranja, água mineral e leite, informou nesta terça-feira o jornal De Tijd.
O diretor de comunicação da Coca-Cola, Tom Delforge, explicou ao jornal que “há dois anos a empresa introduziu um novo código de conduta no qual se estabelece que uma escola não é um ambiente comercial”.
A ministra da Educação do governo da Comunidade Francófona, Marie Arena, anunciou em novembro a proibição da venda de refrigerantes nas escolas de ensino fundamental a partir de setembro de 2005, quando começa o novo ano letivo.
Na zona flamenga do país não será imposta essa proibição, pois as autoridades regionais consideram que são os próprios colégios que devem tomar uma decisão sobre a venda de refrigerantes.
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Mal posso acreditar. Essa medida devia ser modelo em todas as escolas.
Claro que a gente pode discutir que adotar sucos é favorecer os produtores das frutas e bla-bla-blá. Mas aí a gente começaria a cair no ridículo. Ou não?