Meninos, eu vi, mas ainda não tinha falado sobre
Deixa eu ser rápido, porque tô um pouco sem saco de escrever ultimamente. Vi “Hellboy” na segunda e gostei. Simples. Gostei. Nota 8 para a maquiagem do vermelhão. Nota zero pro cabelo do pitéu Selma Blair. No geral, parece um episódio de “Angel” com efeitos especiais de verdade. E, olhe, isso é um elogio, viu?
Ontem, assisti ao “Super Size Me”. O cara não faz documentáaaaaaario, sabe? Ele é, assim, tipo um Michael Moore (que todo mundo sabe que faz um outro negócio que não é bem um documentário), magro (pelo menos antes do filme) e sem o conteúdo político. O filme se esforça para provar o quanto essas comidas industrializadas fazem mal à saúde. De certa forma, faz muito barulho em torno do fast food e desvia a atenção do coquetel que é essa comida assassina com o estilo de vida sedentário que está nos matando. Mas é um filme engraçado, vigoroso, que realmente pode fazer a diferença na hora de ajudar algumas pessoas a evitarem essas pragas.
Além disso, vi na semana passada o “The Girl Next Door”, com a Kim Bauer do “24 Horas” fazendo uma atriz pornô. A Elisha Cuthbert (o nome da suposta atriz, sacou?) fez questão de dizer que não fez pesquisa para interpretar a estrela pornô do filme. Só mais uma prova de que essa gente não merece nem ser chamada de atriz. O filme é abaixo da crítica de tão babaca e sem imaginação.
Outro que eu vi no outro dia, pra fechar essa apressada atualização dos filmes das últimas semanas, foi o “13 Going on 30″. Vale pela Jennifer Garner, que está adorável em um papel mais leve do que a densa e intensa Sidney Bristow de “Alias”. Ela dança, faz carinhas fofas, dá beijo na boca e mostra que tem tudo pra ser estrela de verdade… Se fizer filmes de verdade. Esse só conta como registro de carreira e teste de mercado. Vale ver quando sair em DVD em uma promoção leve dois, pague um.