Arquivo de 06/2004

Ele já teve dias melhores…

23/06/04

Os bons tempos vão longe para John Byrne. Ele é um dos muitos discípulos de Neal Adams que evoluiu, ganhou cara própria e se tornou o estilo a ser copiado nos anos 80. Naquela década, virou um superstar fazendo Quarteto Fantástico e reformulando o Super-Homem.

Mas Byrne parece ter perdido o rumo e o jeito. Suas histórias soam repetitivas e ele não consegue se entender com nenhum editor de nenhuma das grandes editoras americanas. Logo, os trabalhos começaram a rarear e os leitores mais jovem sabem pouco sobre seus ótimos trabalhos do passado.

Byrne é um ativo usuário da grande rede e costuma escrever em fóruns sobre quadrinhos. Sua última sacada foi colocar uma história sua em um fórum.

Não é um material produzido para a rede e ele reconhece os problemas disso. Essa história, eu li uns meses atrás, ia ser publicada por uma editora americana. Não sei se a publicação foi cancelada e ele resolveu publicar o que já tinha feito ou se ele está só querendo brincar. Mas Byrne merece nossa atenção…

Isto dito, dê uma olhada no fórum e acompanhe a história, que está em inglês.

Freud explica

23/06/04

“Meus peritos estão a sua disposição…”, diz Maluf, quando entrega os relatórios que, supostamente, diriam que a assinatura nos documentos não é dele.

Fala sério. O ato falho diz tudo…

Só pra registrar…

22/06/04

Eu estou rindo ainda hoje das cenas de “Shrek 2″.

E, ia me esquecendo de dizer, é a melhor atuação de Antonio Banderas em anos…

Foi-se o tempo em que as continuações eram micos

22/06/04

Hoje eu vi “Shrek 2″ e constatei que ainda há esperança.

O segundo filme é cheio de boas piadas e tem uma trama movimentada e surreal. Eu ri até me acabar.
E os caras ainda ressuscitaram uns hits cafonas dos anos 80.
Legal. Beeeem legal.

Joss e os homens X

21/06/04

Acabei de ler a primeira aventura dos X-Men escrita por Joss Whedon.

Legal, mas eu esperava mais.

Vamos ver se melhora mais na frente.

Acabou-se o que era doce

21/06/04

Foram as melhores férias em muito, muito tempo.

23 dias circulando por Espanha, França e Portugal e depois 10 dias no Rio de janeiro. Perfeito.

Estou pronto pra outra. :)

Quem dá mais?

15/06/04

Concorrência pode ser saudável se obedecer certas regras básicas. Mas o que me incomoda é quando essa concorrência se torna predatória e acaba sendo ruim para a economia.

A gente não sabe onde isso vai acabar, mas o que importa é que, respondendo ao GMail, o Yahoo fez um considerável melhoramento nas contas gratuitas de e-mail. Até anteontem, os usuários mais antigos, como eu, tinham seis megabytes de memória. Os mais novos contavam com quatro. Agora, quem abrir uma conta gratuita no Yahoo ganha 100 megabytes de armazenagem. Se pagar os U$ 19.99, ganha até 2 gigabytes de armazenagem.

Ainda falta ver o que vem daí. No grande esquema das coisas, o Gmail ainda oferece mais do que o Yahoo e está tentando fazer uma nova abordagem aos paradigmas do uso das caixas postais e mensagens eletrônicas.

A partir daqui, minha conta GMail passou a ser a padrão, mas o jogo está longe de acabar. Só espero que esse portais e serviços não se lancem em uma briga sem vencedores. Tenho muitos arquivos armazenados por lá pelas plagas do Yahoo e quero mantê-los seguros…

É o fim, mas não acabou

15/06/04

“I guess forever just got a hell of a lot shorter”
Angel, no episódio final da série…

(eu adoro botar frases ditas por personagens de séries de TV como se fossem pérolas do conhecimento ocidental, ehehehehe)

Como estou atrasado para tudo ultimamente, só agora posso comentar o final de “Angel”, que vi na semana passada, quando voltei da viagem de férias. Fiz uma pequena maratona com os dois últimos “Angel” e os dois finais do terceiro ano de “24″.

O final da série do vampirão é bacana e nem é propriamente um fim. Alguns dos personagens morrem e outros se vêm frente ao maior desafio de suas vidas. O principal objetivo de Joss Whedon foi terminar a série dizendo que a luta nunca acaba e que, para personagens que vivem séculos, como Angel e Spike, por exemplo, os acontecimentos do presente são apenas um pequeno capítulo, assim como os diversos flash backs que foram mostrados na série ao longo dos anos.

O que me frustrou mais não foi o episódio final, que é bacana e emociona os fãs. O pior foi ver alguns episódios ruins no meio do caminho. Com o risco de ser linchado pelos adoradores de Joss Whedon (e pela Sissi, a fã número um) eu digo com dor no coração que os episódios que eu vi depois do cancelamento oficial eram fraquinhos. Alguns deles tinham boas idéias que acabaram mal executadas, como aquele em que os dois vampiros viajam até a Itália para resgatar a cabeça de um demônio e acabam cruzando com Buffy ao lado de um inimigo de séculos, o playboy superpoderoso conhecido como Imortal. Aventurinha sem sal…

Como Whedon deixou seus finais em suspenso, com muitas possibilidades abertas, espera-se que os retome em algum momento do futuro, seja na forma de filmes e minissérie para TV ou produções para o cinema.

O quê? Você quer saber sobre o “24″? Caramba, se eu falar alguma coisa, a menor que seja, me arrisco a arruinar o final. Tudo que posso dizer é que a trama do presidente este ano foi muito ruim e não se sustentou até o fim. Jack, por sua vez, continua chutando traseiros e vive nos momentos finais do terceiro ano uma cena que beira a perfeição e simboliza a série no que ela tem de melhor.

A promessa dos produtores para o quarto ano é de que haverá muitas novidades. Mas o sofrimento será grande, porque “24″ só volta em janeiro de 2005. O lado bom é que os americanos (e provavelmente os espectadores da Fox brasileira) verão a série em 22 semanas consecutivas. O primeiro episódio terá duas horas de duração e o que seria o décimo-segundo provavelmente será duplo também. Vamos ver se vai dar certo…

Eu ainda não vi o final do terceiro ano de “Alias”, porque resolvi juntar diversos episódios e vê-los todos juntos, mas acho que vou resolver esse atraso na semana que vem. Aí eu falo um pouquinho.

Com a faca nos dentes

14/06/04

Dirigir no Rio de Janeiro é um inferno mesmo.

Hoje eu quase fui abalroado umas três vezes por ônibus e carros de empresas. Um dos ônibus me impediu de pegar a Linha Vermelha logo na primeira entrada da avenida Brasil. Para quem conhece, basta saber que eu tive que entrar pela Cidade Universitária.

No mesmo percurso, eu vi uns três carros tendo que fazer desvios desesperados para não serem varridos por caminhões e ônibus.

Pode parecer ridículo, mas eu até me senti melhor. Nos momentos anteriores, em que eu constatei a selvageria dos motoristas, cheguei a achar que a culpa era minha…

Antes que eu me esqueça…

14/06/04

As aeromoças da Iberia me ensinaram que é possível existir profissionais mais mal educadas do que as da American Airlines.

Periga ganhar um prêmio que teria o nome Barangas mais Despenteadas e Amargas dos Céus.