Musiquinha ruim…
29/06/04E, fala sério, que música é aquela do Jota Quest no disco com a trilha sonora do filme????!!!
Horrível, sem graça, chatinha.
E, fala sério, que música é aquela do Jota Quest no disco com a trilha sonora do filme????!!!
Horrível, sem graça, chatinha.
Eu não tenho a menor chance de ser equilibrado a respeito de um filme do Homem-Aranha.
É engraçado, porque eu sempre me julguei uma pessoa mais fria e equilibrada para essas coisas. Mas é impossível. É o herói que estava nos gibis que eu já admirava antes de saber ler, dos desenhos animados…
Então não é nenhuma surpresa que eu tenha amado o filme hoje e que isso não queira dizer que você também vai gostar. Mais legal ainda foi o fato de que, comparado com esse, o primeiro empalidece total.
Em primeiro lugar, esse parece mesmo um filme do Sam Raimi. Estão ali componentes clássicos do diretor de “A Morte do Demônio” e “Darkman”. A câmera nervosa, os ângulos diferentes, a ação histérica e, sim, a câmera voadora. Holy cow!!
Depois, o roteiro é um tributo ao que de melhor foi feito sobre super-heróis, com referências claras ao Superman (que ele já tinha feito no primeiro filme) e à discussão do que é ser um herói e do preço do heroísmo. E os caras não esqueceram que o herói, no fim, é Peter Parker. Ponto. A fórmula do Aranha é essa. Peter e seus problemas são mais importantes do que as cenas de ação. Quando chegam essas cenas, tudo tem que ser vertiginoso. E Raimi não decepciona seu público.
O vilão é muito, muito, muito bom. Eu nunca gostei do Duende Verde, o mauzão do primeiro filme, e achei o desenho dele ruim de doer. A atuação do Willem Dafoe, então, nem se fala… Aqui, Alfred Molina mata a pau como o Octopus. Tem sutileza e cinismo para dar e vender.
E a trama, da qual não vou revelar nada, basta o trailer, é envolvente e emociona o fã e o espectador que nunca viu o Aranha antes do primeiro filme.
Espero que você goste.
Um homem chega aos portões do céu. São Pedro pergunta, “Religião?” O homem diz, “Metodista.” São Pedro olha na sua lista e diz, “Vá para a sala 24, mas faça silêncio quando passar pela sala 8.”
Outro homem chega aos portões. “Religião?” “Batista.” “Vá para a sala 18, mas faça silêncio quando passar pela sala 8.”
Um terceiro homem chega aos portões do Céu. “Religião?” “Judeu.” “Vá para a sala 11, mas faça silêncio quando passar pela sala 8.”
O homem diz, “Eu entendo que existam salas diferentes para religiões diferentes, mas porque eu tenhoque ficar quieto quando passo pela sala 8?”
São Pedro responde, “Bem, é que os católicos estão na sala 8, e eles acham que são os ´´unicos por aqui. Não vamos querer decepecioná-los, não é?”
Direto do Jester, o site no qual você vai dando notas para piadas…
Espaidoman, espaidoman!!!
Tô até nervoso.
O do “King Arthur” promete um filme épico de cair o queixo…
Talvez seja o filme que vai dar ao Clive Owen o status que ele merece.
E a Keira Knightley como Guinevere, hummmmmm…

Vou ser direto sobre “Pelé Eterno”: Os gols são geniais ao cubo, o jogador foi o melhor de todos, os efeitos digitais estão bacanas, mas o filme em si é bem ruinzinho.
Como assim? Seu desnaturado!!! Como ousa falar mal de Pelé, o maior!!??
Eu não contestei a grandiosidade do mito. O que eu quero dizer é que o filme só faz bajular Pelé do início ao fim e o tira de contexto, omite a grandiosidade dos seus companheiros e acaba fazendo um desserviço à história. Tudo isso se junta a uma direção de arte cafona ao extremo e ao texto piegas, ruim mesmo, que irrita qualquer mortal com um poquinho mais de discernimento. Chega a ser irritante a forma como o filme torce os fatos e diminui a importância de outras pessoas para aumentar as qualidades do personagem principal. Irritante e desnecessário.
Muitos anos atrás, eu vi o filme “Isto É Pelé” e pensei: o cara foi mesmo o maior. Depois, assisti ao filme de Garrincha e li sua biografia. Ficou claro que, embora Garrincha tenha sido grande, Pelé foi maior. Ponto. Ninguém precisou bater com um martelo na minha cara para eu chegar a essa conclusão. Era o óbvio ululante.
O que “Pelé Eterno” faz é tentar anabolizar o que não precisava de mais nada. É deixar a bajulação tomar o lugar da homenagem. Fica um gosto amargo do que poderia ser grandioso e acaba sendo auto-indulgente.
E a vitória de Portugal sobre a Inglaterra, hein?
Coisa heróica, típica de time do Felipão. O legal é ver que, quando ele teve um time bom nas mãos, arrasou com quem lhe apareceu pela frente e fez aquela campanha foda da Copa de 2002. Agora, com o bem mais limitado selecionado Português, volta às origens de dirigir times mais aguerridos.
Quem destoou foi o Figo, que não estava no ritmo alucinado do time. Enquanto seus companheiros jogavam com a faca entre os dentes, o astro português parecia estar em sua mansão em Madri. Estranho, muito estranho…
Saiu merecidamente e ficou mal humorado porque foram justamente os jogadores colocados pelo Felipão em jogo os artífices da vitória…
E, cá entre nós, aquele tal de David Beckham não passaria de jogador médio aqui no Brasil, hein? É só a coisa apertar que ele pipoca. Impressionante. E hoje parecia que tinha feito a unha antes do jogo e não podia chutar o pênalti direito.
Eu já disse que não gosto desse clima de gincana, mas sou obrigado a comentar por conta do fenômeno que é o fato de haver hoje mais brasileiros que americanos no Orkut. Depois de passar, ser passados e passar de novo, os brasileiros agora começam a se distanciar dos americanos.
Eu usei o sistema para criar comunidades em que pessoas submetem problemas ou simplesmente perguntas ao crivo dos colegas. É o sentido de experimentação que a grande rede quase exige de nós.
Hoje, o Fábio Fernandes criou uma comunidade genial chamada “The Geovirtual Manifesto”. A idéia, contrariando a reação irritada e xenófaba dos americanos e a contra-reação infantil e grosseira dos brasileiros, é criar uma comunidade que tem a única função de juntar gente de todos os lugares, sem distinção. Parece uma idiotice inútil se você colocar fora de contexto, mas tem um sentido especial neste momento de ânimos acirrados e troca de insultos.
Valeu, Fábio.
E não é que o trailer de “Constantine”, a “filmização” da HQ bacanérrima “Hellblazer”, parece uma cópia descarada de “Matrix”?
Sei não. Assim fica com cara de lixo. Keanu Reeves, que tira onda de artista incorruptível, devia ter batido o pé e exigido que o filme fosse mais sério…

Estão rolando comemorações da “conquista do Orkut”.
Maneiro saber que, mesmo sendo um país atrasado tecnologicamente, temos uma classe média que está aprelhada para o século 21. Que é ativa e se interessa por tecnologia e suas aplicações no vida cotidiana.
E talvez esse grupo de pessoas, por algumas características bem específicas, esteja até mostrando que a tecnologia mudou mesmo os paradigmas para o século novo.
Ao mesmo tempo, eu posso estar errado, mas não consegui entrar no clima de “urru, mano”, “arrasamox, cara!!” e coisas parecidas. O que importa é o longo termo e não simplesmente o Orkut ter mais usuários brasileiros do que norte-americanos. Precisamos de mais indicadores do que isso para dizer que estamos dando os saltos necessários.
Hoje em dia, há jogos eletrônicos de qualidade sendo desenvolvidos em diversos países que não EUA e Japão. Aqui no Brasil começam a surgir projetos isolados, mas ainda é pouco. Temos que sair do esforço pontual e concentrado e partir para algo consistente. O mesmo para softwares aplicativos de relevância, pesquisa científica e tecnológica etc. etc. etc.
O reflexo negativo é a imediata manifestação xenofóbica de alguns americanos (ou imigrantes que moram nos EUA). Eles tentam camuflar, dizer que estavam apenas discutindo o fenômeno, que nada têm contra os brasileiros e coisa e tal. Mas no fim das contas, é preconceito e descriminação. Claro que as pessoas que tiveram reações apaixonadas e saíram insultando todo mundo só deram mais munição para os xenófobos. Mas tudo bem, ossos do ofício.
A única queixa procedente que os caras podem fazer é em relação ao vandalismo de diversos usuários brasileiros que entram nas comunidades nas quais todos falam inglês e começam a mandar mensagens em português chingamentos mil que ninguém consegue entender. Bastou alguns usuários começarem a usar tradutores toscos e a coisa ficou feia.
Parece uma reprise daquela palhaçada do Fotolog…