Escrevi tanto sobre os outros e vou falar pouco sobre o delicioso “Chicago”. Em essência, sofre com as decisões de escalar atores conhecidos, mas que não sabem cantar nem dançar ou, se sabem, não são topo de linha no assunto, cantores de banheiro no máximo, dançarinos de valsa de debutante.
Isso fica claro nas cenas de Renee Zelwegger, Catherine Zeta Jones e Richard Gere. É o vício de Hollywood de escalar estrelas onde deveriam estar atores. É um tal de plano médio, para mostrar o ator e, na hora de mostrar uma manobra mais complicada, close pro dublê. Me deixou um pouco irritado, confesso.
Mas o filme é ruim? Claro que não. Todos estão dando o máximo de si (o que nem sempre é o bastante…). “Chicago” é divertidíssimo, mas é que, quem viu um musical desses na Broadway, sabe a diferença.
Não há posts relacionados.