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Relat�rio Alfa confirma que p�gina com o mapa da Amaz�nia � uma fraude

Nem precisei procurar muito. Fui dar uma olhada no site Relt�rio Alfa e l� est� a confirma��o de que aquele mapa malfeito que est� logo aqui embaixo do texto sobre o desenho da “Liga da Justi�a” � uma fraude.

Os caras do Relat�rio que, na minha opini�o, s�o um pouco paran�icos demais, n�o deixam de ser muito inteligentes por isso, e sabem fazer o dever de casa. O que a galera do “Estad�o”, do “O Globo” e do UOL esqueceu.

De qualquer maneira, para seu deleite, mais uma das muitas asneiras que a Hildegard Angel, colunista social do “Globo”, costuma escrever:

” J� OUVIMOS FALAR que os americanos querem transformar a Amaz�nia num parque mundial com tutela da ONU, e que livros escolares americanos citam nossa floresta como reserva mundial. Pois a coluna mostra a� acima a reprodu��o da p�gina 76 do livro did�tico �Introduction to geography�, de David Norman, difundido nas escolas p�blicas americanas para a Junior High School, na s�rie correspondente � sexta do nosso 1 grau, onde, no lugar da Amaz�nia, est� indicado: Reserva Internacional da Floresta Amaz�nica. Ser� que o ministro da Defesa sabe disso?…”

Saiu na coluna dela de domingo, dia 25, inclusive com a tal p�gina do livro impressa. Voc� j� imaginou quanto ela ganha para escrever isso?

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O novo desenho da Liga da Justi�a � �timo

Em 1992, Bruce Timm provou que � poss�vel fazer um desenho animado de super-her�i para todas as idades com a estilosa s�rie “Batman” (atualmente exibida no canal Warner). Depois, foi convocados para fazer o mesmo com o Super-Homem. Acertou de novo, claro.

N�o foi nenhuma surpresa quando chamaram o mesmo time para produzir o desenho animado da “Liga da Justi�a” ou, como a garotada se acostumou a chamar no tempo em que eu era crian�a, os “Superamigos”.

O resultado estreou nos Estados Unidos na semana passada e deve ser exibido no Brasil no canal Cartoon no ano que vem. “Liga da Justi�a” � uma s�rie cheia de a��o, ainda carregada de estilo (mesmo que o visual iniciado com o desenho do Batman tenha se tornado uma marca) e que traz hist�rias que, al�m de empolgar a molecada, n�o ofendem os c�rebros dos adultos.

Claro que � preciso saber como os pr�ximos epis�dios v�o se desenrolar, mas a julgar pelo primeiro, a “Liga” promete.

Na hist�ria, os her�is se re�nem por conta do chamado telep�tico do poderoso marciano Ajax. Ele tenta evitar que a Terra seja invadida pela mesma ra�a que destruiu seu planeta e sua avan�ada civiliza��o s�culos atr�s.

Para isso, re�ne Batman, Super-Homem (eu sei, agora tudo mundo chama ele de Superman, mas eu sou da antiga), Lanterna-Verde, Mulher Maravilha, Mulher-Gavi�o e Flash, al�m do pr�prio Ajax, claro.

Basicamente, quando eu revejo os desenhos do “Superamigos” hoje em dia fico pensando que eu devia ser um retardado para gostar daquilo. Quando eu vi o novo da “Liga” fiquei pensando se as crian�as de hoje s�o mais espertinhas ou foram os produtores que aprenderam a n�o subestimar tanto os pequenos. Em qualquer dos dois casos, sorte da molecada.

Mapa da Amazônia em um suposto livro escolar americano, claro, só pode ser falso


(clique na imagem para vê-la ampliada)

Peraí, peraí. Eu também recebi a tal mensagem mágica que diz que um livro americano mostra a Amazônia como área mundial, inclusive fora do mapa brasileiro.

No tal e-mail diz-se que o livro se chama “An Introduction to Geography”, escrito por um tal David Norman.

Eu não sou nenhum expert em derrubar fraudes, mas o mínimo que você pode fazer em um caso desses é dar uma conferida, certo? Põe David Norman e o nome do livro no Yahoo, no Google, na Amazon, na Barnes and Noble. Tenta aí, vai. Se demorar, eu espero.

E então? O que você encontrou? Eu não achei nada. Se você está fazendo essa busca na segunda-feira, pode acabar encontrando alguma coisa porque “O Globo” e o UOL colocaram notícias. Só que eu duvido que rolou alguma confirmação mínima.

Algum dos repórteres localizou o livro, a editora? Falou com algo parecido com o ministério da cultura americano? Alguma coisa que se assemelhe com um mínimo de apuração jornalística? Mesmo assim, saiu no “O Globo” e no UOL. Pô, quanto repórter bom, hein? Parabéns!!

Além disso, dá uma lida no texto da página e você vai ver que o inglês não é nenhum primor. Está duro, sem fluência. Me arrisco a dizer que foi feito por brasileiros.

Olha é claro que isso é lenda da braba. E olhem a página, que eu reproduzo aqui do lado e me digam se não é óbvio que é falsa, pô. Da próxima vez que um negócio desses cair na caixa postal de um desses repórteres eles ajudariam tendo um mínimo de ceticismo. É para isso que eles são pagos. Ou não é?

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Cientistas irsaelenses constroem nanocomputador

“Constru�mos um computador microsc�pico feito de biomol�culas que � t�o pequeno que voc� n�o pode usar um de cada vez. Quando um trillh�o de computadores rodam juntos, eles s�o capazes de fazer um bilh�o de opera��es.”

Palavras do professor Ehud Shapiro do Weizmann Institute, em Israel. D� pra ver no Yahoo News, em ingl�s.

O professor lidera uma equipe que construiu um nanocomputador usando mol�culas de DNA. Para voc� ter uma id�ia da escala do neg�cio, o DNA � capaz de armazenar mais informa��es do que um milh�o de CDs.

Nanocomputadores s�o considerados a resposta para menter a lei de Moore v�lida. Ela diz que os computadores dobram de velocidade a cada 18 meses. Isso est� cada vez mais dif�cil, porque a tecnologia de confec��o dos chips est� fisicamente limitada. Logo n�o vai caber mais nada nos chips.

Com nanocomputadores passa a ser poss�vel criar nanom�quinas inteligentes. Essas �ltimas seriam a pedra filosofal e a caixa de pandora ao mesmo tempo.

Pedra filosofal por conta de suas carater�sticas ben�ficas. S� arranhando as possibilidades, seria poss�vel criar um sistema de defesa contra microorganismos em nosso corpo capaz de rech�ar qualquer infec��o. H� ainda os sistemas de constru��o de objetos. Imagine, por exemplo, que seria poss�vel construir uma cadeira em segundos, com rob�s que a montariam mol�cula por mol�cula diante de seus olhos, como se ela estivesse se materializando num daqueles teleportes do “Jornada nas Estrelas”.

Caixa de pandora porque com nanom�quinas caindo nas m�os erradas, seria poss�vel matar pessoas basicamente mandando um monte de maquininhas entrarem em seu sistema imunol�gico causando uma enorme infec��o (o que resultaria tamb�m em uma batalha das suas nanom�quinas boazinhas com as do inimigo, as m�s). Pior. Assim como constroem uma cadeira, poderiam destruir um ser humano, o desintegrando tamb�m no estilo dos raios destrutivos de “Jornada nas Estrelas”.

� um admir�vel mundo novo. Mas d� medo tamb�m.

A primeira noite de um cãozinho

Ontem foi um dia histórico na vida de meu cãozinho, o maltês Carl Sagan. Sei que você deve achar comentários sobre cãezinhos uma coisa chata, mas eu vou contar sobre a primeira transa dele. Isso mesmo. Um texto cheio de sexo.Transa de cachorro deveria ser uma coisa sem graça. Mas é que cãezinhos novos não sabem como fazer o negócio, então tornam tudo mais engraçado. O mais interessante é que rolou uma coisa meio Mrs. Robinson, de “A Primeira Noite de um Homem”. A cadela que ensinou as artes do amor carnal ao meu cãozinho chama-se Tchulla, a yorkshire da minha mãe. Idade: 11 anos.

Ela nunca deixou ele se engraçar muito, mas ontem, no cio, resolveu ceder às investidas do pobre cãozinho. Aquela coisa meio “a priminha mais velha veio passar uns dias em casa”. Sagan, como todo adolescente, não resistiu à tentação.

O mais legal é que comparando com um ritual de acasalamento humano há coisas engraçadas. Sagan, inexperiente, não sabia muito bem o que fazer. Começou lambendo a Tchulla no rosto.

Depois, ainda perdido, ensaiou um 69 muito desajeitado. Ele não sabia por qual lado entrar. Ficou quase uma hora em posições nada promissoras, tentando descobrir o caminho. Tchulla, impaciente, só esperava.

O próximo passo de Sagan foi tentar uma malsucedida penetração no meio do tronco da Tchulla. Chamamos isso, academicamente, claro, de 34,5, a metade de um 69 (sendo que este último já era beeeem mal executado).

Mas mesmo quando ele descobriu que devia montar na Tchulla na posição universalmente aceita para o coito canino convencional ainda não conseguia acertar. Ele não achava a altura correta. E a Tchulla paradinha esperando. Se pudesse, ia lixar as unhas de tanto tédio.

Fomos lanchar, já achando que não ia rolar. A dupla veio pro meio da sala. Sagan não desistia. A Tchulla, de saco cheio, resolveu dar uma ajudinha. Deitou-se e facilitou a vida do parceiro. Só aí eles finalmente consumaram o ato. Transaram e depois caíram cada um pro seu lado, satisfeitos. Minutos depois, limparam suas tijelinhas cheias de ração, beberam água e foram descansar. Juntinhos.

Cães também vivem amores impossíveis

Claro que é um amor impossível. Claro que a Tchulla pode ficar grávida, embora seja pouco provável. Mas o mais importante é a forma como nós tratamos nossos animais.

Os veterinários pregam a idéia de que você deve castrar seu mascote o quanto antes. Sempre, o tempo todo. Claro que há os óbvios motivos sanitários, mas não é tão simples. O ser humano tem a mania de controlar a vida dos outros animais de uma forma totalmente antinatural sem respeitar-lhes os hábitos mais básicos.

Então transformamos nossos animais em eunucos, como se tivéssemos o direito de fazer isso com eles. Como se fosse algo normal. Uma cena bacana do filme “Planeta dos Macacos”, do Tim Burton, é quando uma das macaquinhas trata sua mascotinha, uma menininha bonitinha, com o maior carinho. Mas você continua chocado porque ela é uma humana.

O que eles poderiam fazer com ela para evitar que ela se reproduzisse? Tirar seus ovários? Aliás, nada muito diferente dos que representantes de saúde pública de países do primeiro mundo fizeram com milhares de mulheres africanas e sul-americanas. Tratando-as como mascotes, resolveram esteriliza-las. Nunca a solução é melhorar o nível de vida das pessoas para que a próxima geração controle sua natalidade de uma forma consciente, sem precisar ser mutilada para tanto.

Mas eu me desviei do assunto. Meu cãozinho é vacinado, bem tratado e tem o direito de fazer sexo, desde que eu seja uma pessoa responsável e não solte seus filhotes por aí para que se tornem problemas sanitários. Desde que eu tome cuidados para evitar que todas as relações dele resultem em filhotes. Mas é importante que isso não afete a sua felicidade.

Embora o mundo seja dominado pelos humanos, eu não acredito que nós tenhamos mais direito que qualquer outro animal a alguma coisa. Nós estamos impondo nossos caprichos ao mundo porque somos mais fortes e isso é muito diferente.

Nós pegamos os cães e os modifcamos ao nosso bel prazer durante séculos. Os bichos agora são inaptos à viver sem nossa ajuda. Imagine um maltês como o Sagan solto na rua? O que fizemos foi subverter o darwinismo. Talvez isso seja algo bom, não sei.

Quando eu e a Mônica compramos o Sagan, quase um ano atrás, ele estava em uma gaiolinha, sozinho, triste. Quando viu a Mônica, se aninhou no colo dela. Foi impossível não comprá-lo (mesmo nos endividando). A sensação que você tem quando cria um animalzinho desses é a de que nenhum bichinho devia ficar em uma gaiola como a que ele ficou, esperando para ser vendido. Não está certo. É por isso que eu acho que, se você quer ter um cãozinho devia procurar adotar um na Suipa.

Eu não compro mais cãezinhos em loja. Agora, depois de criar e me afeiçoar ao meu mascote, acho que, se você quer ter um animal de estimação, devia adotar um dos que a Suipa ajuda e deixar as pet shops que maltratam os bichinhos vazias.

Ainda assim, a Suipa, por pegar os tais cães na rua, tem que esteriliza-los. Como eu já disse, não gosto nada disso. Mas contando que seu destinho seria um forno crematório, dos males o menor.

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Experimento digital

Peguei o jogo “Zoo Tycoon”, para quem n�o sabe um simulador de zool�gicos da Microsoft, para dar uma olhada e esgotei em 15 minutos. Comecei a montar o Z�o, coloquei o le�o, macaco, girafa, estudei os tipos de piso e �rvores que cada animal gosta, coloquei machos e f�meas.

Mas a� foi batendo um t�dio com aquele jogo bonitinho demais, meio bobinho demais. Olhei para aquele zoo cheio de gente e pensei em como o jogo n�o era t�o bacana como o “The Sims” ou o “Sim City” e tive um plano que me levar� para o tribunal de Haia.

Liguei a cela dos le�es � dos macacos por um caminho enjaulado. As pessoas cercaram a grade para ver os le�es indo comer um pouquinho. Me arrependi de tal sadismo com os macaquinhos e me irritei com as pessoas l� olhando o almo�o dos bichos.

Ent�o, passei para o lado dos animais. Fechei a entrada do Z�o com uma das grades, despedi os tratadores e transformei o Z�o em um experimento de humanos com animais selvagens.

Abri as jaulas e soltei tudo. Eu ia isolando as pessoas cercadas por feras e deixando os bichinhos se alimentarem. Depois de serem enjaulados, abusados, era seu dia de vingan�a. Morreu muita gente digital, meu filho. Foi o dia da ca�a.

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Pelo menos tem o Gore Vidal para discordar

O t�tulo � uma brincadeira. H� muitos autores importantes que discordam dessa pol�tica externa e da forma como a guerra foi levada pelo governo americano do presidente George “Idiota” Bush (bom, aqui na minha p�gina eu posso falar assim, n�o estou trabalhando).

Mas � que Vidal � um daqueles polemistas de boa estirpe e sabe fazer barulho. Ele escreveu um artigo sobre os ataques, encomendado pela revista “Vanity Fair”. Mas sua cr�tica foi t�o furiosa que a revista, em tempos de patriotadas sem fim da imprensa americana, se recusou a publicar o texto.

Tanto melhor. Virou o livro “The End of Liberty -Towards a New Totalitarianism”. O estranho � que j� saiu em italiano (a ilustra��o que eu mostro aqui), mas eu n�o encontro na Amazon americana ainda. Ah, vai entender.

O que ele diz sobre a pol�tica bushiana no texto que est� na Folha Online? Olha aqui, � (obviamente na �rea exclusiva para assinantes do UOL):

“Eu listei nesse pequeno livro cerca de 400 ataques que o governo americano fez contra outros pa�ses. Guerra n�o declarada. Geralmente, com a desculpa de que esses pa�ses estavam abrigando comunistas. Voc� ataca pessoas por tanto tempo, uma delas ir� se voltar contra voc�. O que Osama fez n�o � uma guerra. N�o pode ser guerra porque Osama n�o � uma na��o. Ele � uma gangue. � como ser atingido pela m�fia. Voc� n�o declara guerra � Sic�lia porque a m�fia � da Sic�lia. Voc� n�o bombardeia Palermo. Voc� pega a pol�cia internacional e ca�a Bin Laden. E, se voc� for realmente uma grande na��o, voc� o compra. Essa � a forma como cada imp�rio, desde J�lio C�sar, tem agido.”

E mais isto:

“Bush est� gozando de 90% de popularidade, s�o os seus 15 minutos de fama. N�o � apenas errado (atacar o Afeganist�o), mas isso tem repercuss�es sobre as quais ele n�o pensou. Ele gosta de ficar por cima. Quanto mais alto voc� se posicionar, mais vulner�vel estar� ao ataque de um piloto kamikaze.”

E mais n�o falo.

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A guerra perfeita para quem, cara-p�lida?

Trecho do texto de Jan Krauze, do Le Monde, que saiu no UOL (infelizmente na �rea exclusiva para assinantes):

“De fato, ningu�m nunca teve d�vidas em rela��o a quem seria o vencedor do conflito, mas o que conta � a maneira com que foi conduzida essa guerra que poderia quase ser considerada “perfeita” – seja pela sua justifica��o moral, seja por seus aspectos militares, pol�ticos e medi�ticos. A necessidade de acabar com o poder destrutivo da Al Qaeda, e, na mesma ocasi�o, de libertar o Afeganist�o de um regime obscurantista, n�o foi contestada por ningu�m nos Estados Unidos – ou quase.

O apoio, moral ou efetivo, oferecido por uma multid�o de pa�ses, da R�ssia � Fran�a, do Uzbequist�o ao Paquist�o, sacramentou a id�ia segundo a qual Bin Laden era o inimigo mundial n�mero um. Fortalecidos por este apoio praticamente universal, e tendo recebido carta branca da ONU, os Estados Unidos nem mesmo precisaram recorrer a um grande n�mero de aliados, conduzindo sozinhos a quase totalidade das opera��es.”

N�o. Pera�. Esse cara e eu vivemos no mesmo mundo?

Isso at� se parece com os textos da “Veja”, que vestiu a camisa do Tio Sam de uma forma constrangedora e se esfor�a semanalmente em elogiar tudo que os Estados Unidos fazem. Pior do que a ignor�ncia � ver uma pessoa ser t�o abaixo da cr�tica a ponto de fazer um artigo podre como esse.

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Fotografaram o Aranha

Ainda na esteira do filme do Homem-Aranha (que estr�ia em maio do ano que vem), muito esperado pelo signat�rio desta p�gina, vi no �timo site da Devir algumas fotos bacanas, que supostamente seriam as fotos que o filme mostra como tiradas por Peter Parker, o alter ego do her�i.

Eu ainda nem confirmei se � verdade, mas vale mostrar aqui. Segundo do site da Devir, teria sido tiradas pelo fot�grafo Steve Kahn. Ele fotografou paisagens de Nova York e depois trabalhou com o dubl� oficial do filme e fez algumas montagens.

� que nas hist�rias em quadrinhos Parker tira fotos de si mesmo vestido como o Aranha para garantir um troco, pagar o aluguel e os rem�dios da fr�gil tia may. Ele vende essas fotos justamente para um jornal sensacionalista cujo editor, J.J. Jameson, odeia o Aranha e move campanhas contra ele.

Desculpe a tietagem e a falta de compostura, n�o s�o perfeitas, mas est�o beeeeeem bacanas.

Se voc� quiser conhecer o site do filme, basta clicar no Homem-Aranha na barra � esquerda desta p�gina, falou?

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�Arquivo X� fracassa

Uma coisa que eu n�o sou � do contra. Quero que as pessoas sejam felizes, que tudo d� certo, tudo acabe bem.

Mas de vez em quando, a teimosia � t�o grande que n�o d� certo. O fato � que “Arquivo X” sem o protagonista, o agente Fox Mulder, fracassou nos Estados Unidos. Eu falei que a s�rie j� se arrastava. N�o sou f� alucinado. Nem excer, nem shipper ou alguma das muitas denomina��es que eu leio na “Sci-Fi News”.

S� achava a s�rie legal, bem dirigida, com boas id�ias ocasionais. Eu at� acho que a mudan�a pode ser algo bom, mas � muito radical a s�rie querer seguir sem o personagem que era o motor de todas as tramas.

Bom, tem mais sobre isso no Idearo. Leia l�, ok?