Antes podia se chamar ficção científica. Hoje, é apenas uma sitcom.
Produtores norte-americanos preparam para a MTV dos Estados Unidos um seriado humorístico que conta a história de uma escola encarregada de educar os clones de diversas personalidades históricas, como Abraham Lincoln, Elvis Presley e Marilyn Monroe (esta última não muito pela personalidade, né?).
Como eles crescem em tempo real e são o resultado de um projeto do governo, precisam receber uma educação condizente com a idéia de leva-los ao ápice de seus potenciais.
Você pode achar a idéia uma besteira. Eu acho genial. Se não se resumir a enfileirar piadinhas infames e levar a frente, mesmo com humor, a discussão de temas filosóficos sérios, como a pressão de dar sequência ao legado dos indivíduos originais, pode ser um clássico moderno.
Por que essa preocupação? É que, na minha opinião humilde, uma série como essa pode ter uma função quase educativa de trazer o tema para a discussão. Não importa mais saber se um clone tem alma ou não. Eles existem, provavelmente já há clones de humanos em algum lugar nesse mundo, nesse momento.
Em outra novidade, já nasceram, oficialmente, bebês geneticamente modificados, nos quais foram implantados genes de uma terceira pessoa, além dos pais.
É hora de começar a pensar em como vai ser um mundo com clones.
Não é mais ficção científica. Veja só, virou até motivo de piada.