Red Hot e o funcionalismo

Ontem foi o último dia do Rock in Rio e minha terceira noite no festival. Antes dessa, eu fui ver o Oasis e o REM. O que ficou claro é que o Michael Stipe, do REM, entrou para fazer um show com alma e tanto os caras do Red Hot quanto os do Oasis fizeram suas apresentações em um espírito meio burocrático, no pior estereótipo do funcionário público que todos amam odiar e que não é necessariamente verdade.

Claro que não dá para comprara as atitudes, os irmãos Galagher são muito sebosinhos e mal educados, os caras do Red Hot são simpáticos, mas só. De inesquecível do show, que eu vi mal e tive que rever na TV, ficou a versão de “Californication”, com um solo diferente do que se ouve no disco, quase uma jam…

Depois o de sempre, ônibus muito cheios, muito perrengue e coisa e tal. Digo hoje o que eu sempre falo: foi meu último festival, é muita chateação, mas vou estar no RiR4, pode acreditar.

Conte para os amigos!

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