Multishow vai apresentar os 13 episódios de Survivor, o programa que inspirou No Limite

Não tem nada a ver com complexo de inferioridade, não, mas eu tenho a sensação de que “Survivor” foi muito mais interessante que “No Limite”. A julgar pelo que li nas revistas e sites, os competidores conspiraram mais, fizeram alianças e tornaram a coisa toda mais emocionante do que a versão brasileira, na qual ficava aquele monte de manés falando que eram amigos e coisas do tipo.
Vamos dar um desconto porque os meios de comunicação norte-americanos são mais corporativistas, eles sabem que o sucesso de “Survivor” é bom para a indústria, então enchem a bola. Mas acho que o negócio mesmo tem a ver com a equipe de produção e com a escalação cuidadosa do elenco de personagens.
Não vamos nos iludir com papos de que isso é uma degradação e coisas do tipo. Entrar na competição em si não considero degradante, o que acho ridículo é a exploração da imagem que os caras fazem depois. Assistir à forma como essas pessoas reagem a essa situação é viciante, principalmente para mim, que já achava interessante ver “Real World” (no Brasil: “Na Real”) da MTV e o Discovery Eco Challenge (esse último, sim, uma visão mais séria do formato do “Survivor”).
Então estou ansioso para ver se os jogadores mandaram tão bem quanto a imprensa norte-americana me fez crer, porque os nossos competidores do “No Limite 1” foram muito fraquinhos.

Conte para os amigos!