A Amazon me conhece mais do que eu gostaria

20/03/10

Eu não páro de me impressionar com a eficientíssima máquina de vende do Jeff Bezos. A Amazon é a loja mais bem montada, mais bem gerida e desenhada que já existiu. Tem de tudo, oferece preços incríveis e ainda sabe te oferecer o que você nem sabe que ia querer. E ela faz isso de várias formas. Coletando seus hábitos, mas também comparando com o de outras pessoas.

Estou em Nova York a trabalho e na minha única parada para comprar alguns Blu Rays trouxe três pro hotel. Aí, chego e vou dar uma olhada na Amazon para ver o que as pessoas disseram de um dos discos que eu comprei, a versão ultimate de Watchmen.

Aí, mais embaixo, eles dizem que outras pessoas que compraram essa edição, levaram também mais dois discos… Exatamente os que eu comprei.

Ouch. Parece magia, mas é tecnologia.

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24 Horas, O Último Dia

11/03/10

E o temido dia final chegou. A Fox informa que não vai renovar 24 Horas. Jack Bauer vai ter descanso… Pelo menos até o esperado filme para o cinema.

A oitava temporada não é ruim. Mas fica claro que os roteiristas meio que desistiram de dar murro em ponta de faca. Eles se entregaram e o que se viu foi uma sucessão de situações repetitivas.

A América mudou, a recessão veio com tudo. E Bauer vai se juntar ao pelotão de desempregados.

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Quebra-cabeça

10/03/10

Do blog do Richard Wiseman:

Ele foi numa loja e teve essa conversa:

Wiseman: “Qual o preço de um?”
Assistant: “R$ 6″
Wiseman: “E 10?”
Assistant: “R$ 12″
Wiseman: “E 100?”
Atendente: ”R$ 18, careca”
O que ele estava comprando?

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#Euquero: Camcorder e projetor num só aparelho

10/03/10

O vídeo é ruim de dar pena. Mas o aparelho é incrível. Quero um.

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Games: Uncharted e Heavy Rain

7/03/10

Minha sala ficou lotada e eu tive que decidir. Abrir mão do meu Wii, do XBox 360 ou do meu PS3. Não fazia sentido ter três máquinas. O Wii se foi. Mas o XBox e o PS3 estão me mantendo ocupado no pouco tempo que eu tenho para jogar.

Minhas últimas experiências no PS3 foram bem interessantes. Veja só:

Uncharted – Drake’s Fortune e Uncharted 2 – Among Thieves
A aventura tem um novo nome: Nathan Drake. Um caçador de tesouros que, apesar de parecer um espertalhão, não pára de exercitar heroísmo, nobreza e um curioso hábito de rir diante do perigo. Uncharted junta resolução de quebra-cabeças, plataformas e tiro em terceira pessoa. As animações e os gráficos são incríveis no primeiro jogo e fora de série no segundo.
Mas o que há de mais impressionante é a brilhante combinação de jogabilidade com um roteiro bem encadeado. Não falo nem de verossimilhança. Falo de uma capacidade de manter a história andando, mesmo que com um furo aqui e outro ali.

O segundo jogo pega tudo que foi realizado no primeiro e melhora. A escala é épica, o elenco de personagens se expande e a ameaça é muito maior. Adiciona ainda um bem sacado sistema de multiplayer. Deve ser um dos melhores video-games que eu curti nos últimos anos. Difícil mesmo de largar. É como realmente estar no meio de um filme de ação, cheio de resgates heróicos, explosões, tiroteiros absurdos e até romance.


Heavy Rain
Heavy Rain quer provocar a imersão do jogador num filme de mistério que copia descaradamente M. Night Shyamalan. Acontece que, bem, o Shyamalan vai mal, muito mal em sua carreira. Então, se o modo de jogar é menos que brilhante, a história é simplesmente inconsistente. A revelação da identidade do assassino é sem sentido e soa forçadíssima.

O gameplay abandona os comandos usuais e investe na tentativa de reproduzir o senso de urgência e a dificuldade de certas situações. Vira mais um obstáculo em vez de ajudar. Abrir um geladeira com um clique ou com um movimento diferente do joystick não passam de metáforas. Só isso.

Os criadores chamam Heavy Rain de  aventura interativa. Se deram ao trabalho de oferecer uma produto que abdica de mundos apocalipticos, super-heróis, street fighters, só para variar. Mas deviam ter caprichado mais na história, que deixa a desejar.

O visual é, sim, incrível. As animações são bacanas e a música cumpre seu papel magistralmente. Mas o jogo, tão ambicioso, é desonesto ao fingir que te dá certas opções que não existem. Ao rejogar vários capítulos, ficou claro os truques sujos dos game designers. Se você faz A, uma coisa acontece. Se fizer B, ela acontece também em vários casos. Me senti um fantoche e parecia que o console estava se divertindo mais do que eu.

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Pra variar, a SPTrans não sabe atender

24/02/10

Você tem um bilhete único?

Eu tenho um, que uso só quando preciso pegar o metrô vez por outra. Isso, claro, porque posso ir trabalhar de moto ou carro todos os dias. Nem todo mundo tem a minha sorte.

Minha empregada tem o Bilhete Único também. Mas esse é o principal meio de transporte dela para tudo. E o cartão dela foi roubado ontem. Foi quando começou o seu calvário…

(leia mais…)

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Veio pelo e-mail a questão:

24/02/10

Se
1 = 5

2 = 25

3 = 325

4 = 4325

5 = ?

Diga lá. Qual o valor de 5?

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Mágica feita na avenida e estragada no JN

16/02/10

Sensacional a comissão de frente da Unidos da Tijuca. Truques feitos no meio da avenida, com platéia de todos os lados e câmeras de TV.

E, como os mágicos não podem ser felizes por muito tempo, o Jornal Nacional resolveu quebrar o encanto e explicar como o truque foi feito. Ouch!

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Múltiplos blogs

12/02/10

swissarmy01.jpg

Eu enrolei, enrolei, pedi ajuda e nunca tinha achado uma solução que fosse satisfatória para uma necessidade minha: postar em mais de um blog usando apenas um sistema de edição.

Resolvi testar o MarsEdit e ver se me adapto. E, claro, preciso postar mais. Andei deixando tudo de lado, por vários motivos. Mas as coisas vão se acertando e quem sabe eu consigo voltar às boas?

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Cartão de crédito no iPhone: O que os celulares querem, levam

11/02/10

Há uma longa lista de vítimas no caminho dos celulares. Pagers, agendas eletrônicas, palms, MP3 e depois media players, câmeras fotográficas, leitores de códigos de barras e agora os PDVs.

Entre outra centena de mudanças sociais, celulares transformaram profissionais liberais como encanadores e eletricistas em Empresas Móveis de um Homem Só. O limite do celular, por enquanto, é o tamanho da sua mão. Mas um celular poderia, com a tecnologia adequada (realidade aumentada) deixar de ficar na sua mão e se tornar um add on incorpóreo. Integrado num óculo, por exemplo, e usando realidade aumentada, a tela poderia ser de qualquer tamanho e as possibilidades ilimitadas.

Mas estamos em 2010. E mesmo hoje, essa maquininha já causa um estrago enorme. Entra em cena a Square. Em pouco tempo, os profissionais liberais dos quais falei mais atrás vão ser capazes de aceitar cartões de crédito ou débito com a adição de um genial pedaço de tecnologia, software bem bolado e uma estrutura logística e financeira bem desenhada. As possibilidades são enormes. É disrupção pura. Sai de baixo.

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